Entidades empresariais de SC repercutem crise no governo de Michel Temer - Geral - A Notícia

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Delação da JBS18/05/2017 | 13h37Atualizada em 18/05/2017 | 13h37

Entidades empresariais de SC repercutem crise no governo de Michel Temer

Mesmo com as denúncias, Fiesc e Fecomércio alertam para que os setores produtores não parem de trabalhar

Diário Catarinense
Diário Catarinense

As denúncias contra o presidente Michel Temer (PMDB) e o senador Aécio Neves (PSDB), publicadas pelo jornal O Globo no início da noite de ontem, abalaram todos os setores do Brasil. Nesta manhã, além do clima tenso em Brasília, a Bolsa de Valores de São Paulo registrou queda e parou de operar por quase 1 hora. Em Santa Catarina, as entidades empresariais repercutiram a situação econômica do país e alertaram para que os setores produtores não parem de trabalhar. 

No primeiro dia da Jornada de Inovação da Indústria, em Florianópolis, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Glauco José Côrte, falou sobre a crise no governo. Segundo o líder da entidade, mesmo com a crise instaurada na política nacional, as reformas previstas para os próximos meses devem avançar: 

— Independentemente da crise política, moral e ética, a iniciativa privada tem que continuar trabalhando. Os setores produtores tem que continuar trabalhando, as reformas tem que avançar. O país não pode ficar refém da crise. O importante é nós trabalharmos cada vez mais e com mais determinação com sentido de contribuir para o crescimento do país — contou. 

Na última terça-feira, Côrte se encontrou com Temer em Brasília. Uma comissão de líderes empresariais do sul do país entregou ao atual presidente documentos com ações prioritárias para a indústria catarinense. Na ocasião, o chefe do executivo nacional conversou com a comissão mostrando confiança na aprovação das reformas.

Já o presidente da Federação do Comércio em Santa Catarina (Fecomércio), Bruno Breithaupt, defendeu um pacto político nacional para diminuir os prejuízos gerados pela crise política. 

— Vivemos uma crise politica sem precedentes. Estamos preocupados com a economia, já que ela vinha apresentando sinais de recuperação. Há que se criar um pacto político nacional para que os prejuízos sejam os menores possíveis, tanto para o mercado, como para a sociedade em geral — disse. 

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