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Greve07/04/2017 | 11h25Atualizada em 07/04/2017 | 11h25

Sem pagamento, motoristas e cobradores paralisam o transporte coletivo em Itajaí

Sindicato afirma que empresa não deu previsão para depositar salários

Sem pagamento, motoristas e cobradores paralisam o transporte coletivo em Itajaí Luiz Carlos Souza/Especial
Foto: Luiz Carlos Souza / Especial

Motoristas e cobradores da empresa Coletivo Itajaí cruzaram os braços a partir das 10h desta sexta-feira. Todas as linhas foram suspensas. Segundo o sindicato da categoria, Sitraroit, nenhum ônibus voltará a circular até que a concessionária pague os salários, que estão atrasados.

Os pagamentos deveriam ter sido depositados no dia 5, quarta-feira. Nesta sexta, segundo o sindicato, a empresa teria informado que não há previsão para pagar os salários.

_ O problema não são os dois dias de atraso, mas a empresa alegar que não tem dinheiro e não sabe quando vai depositar _ afirma o secretário do Sitraroit, Carlos Cesar Pereira.

A assessoria de imprensa da Coletivo Itajaí não comentou as afirmações do sindicato. Disse apenas que a empresa quer resolver o problema "ainda hoje" e que a previsão de pagamentos é "o quanto antes". A Coletivo Itajaí está em conversa com representantes do sindicato.

Foto: Marcos Porto / Agencia RBS


A concessionária alega ter problemas financeiros e desde o ano passado pede que a prefeitura de Itajaí subsidie parte das passagens de ônibus. Embora a cidade tenha uma das tarifas de ônibus mais caras do Estado (R$ 4 no dinheiro), a Coletivo Itajaí afirma que não tem equilíbrio financeiro por queda no númeoro de passageiros ao longo dos anos e falta de reajuste no preço das passagens.

Há um mês o prefeito Volnei Morastoni (PMDB) anunciou que a prefeitura passaria a fiscalizar melhor o cumprimento das cláusulas de contrato, depois que a empresa reduziu o número de linhas e horários e suspendeu por conta própria a integração do transporte coletivo. Volnei disse que o subsídio pedido pela Coletivo Itajaí estava em avaliação.

A empresa alega ter um déficit mensal de R$ 500 mil. o contrato da Coletivo Itajaí com a prefeitura foi anulado pela Justiça por irregularidades na licitação. O município prepara um novo edital de concorrência pública para o serviço.

 
 

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