Greve em São José poderá comprometer ano letivo - Geral - A Notícia

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Educação17/04/2017 | 17h45Atualizada em 17/04/2017 | 17h51

Greve em São José poderá comprometer ano letivo

Sindicato informa que, caso ponto dos grevistas seja mesmo cortado, não haverá reposição de dias parados

Greve em São José poderá comprometer ano letivo Betina Humeres/DC
Foto: Betina Humeres / DC

Entrando na quarta semana nesta segunda-feira (17), a greve dos servidores de São José poderá trazer prejuízo ao ano letivo das escolas municipais. Longe de um acordo, o sindicato da categoria (Sintram-SJ) informou que, caso a prefeitura corte o ponto dos trabalhadores paralisados - como já foi anunciado, os funcionários não irão repor os dias parados, o que poderá comprometer o calendário escolar lá na frente.

Em assembleia na manhã desta segunda-feira, os servidores decidiram continuar com a paralisação iniciada há 22 dias.

— Vamos manter a greve até que tenhamos uma audiência com a prefeita. Temos uma nova assembleia marcada para quinta-feira, mas se houver uma mesa de negociação antes, antecipamos — disse o presidente do Sintram-SJ, Marcos Aurélio dos Santos.

A secretaria de Educação garante que o calendário letivo não será prejudicado. Em nota, a prefeitura informou que será feita uma análise caso a caso para resolver a questão.

Sindicato não cumpre decisão judicial

No dia 5 de abril, o desembargador Pedro Manoel Abreu considerou a greve ilegal e determinou em caráter liminar ao sindicato que restabelecesse todos os serviços essenciais num prazo máximo de cinco dias, sob pena de multa diária de R$ 40 mil. No entanto, o Sintram-SJ diz que não está cumprindo a decisão por considerar a punição desproporcional, já que o orçamento mensal da entidade gira em torno de R$ 10 mil.

O motivo da greve dos servidores é a revogação das leis que tratam do plano de carreira dos professores. Havia uma cláusula de barreira para o limite prudencial de gastos que foi retirada na Câmara de Vereadores. O Ministério Público determinou que a lei fosse derrubada, sob risco de a prefeita responder por improbidade administrativa por não respeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal.

 
 

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