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Uma leitora especial22/02/2013 | 08h47

Nem mesmo a perda parcial da visão fez a pioneira Olívia Maia Mazzolli abandonar a leitura diária do 'A Notícia'

Assinante desde a década de 40, todos os dias ela lê o jornal logo pela manhã

Nem mesmo a perda parcial da visão fez a pioneira Olívia Maia Mazzolli abandonar a leitura diária do 'A Notícia' Maiara Bersch/Agencia RBS
'Tenho uma relação afetiva muito forte com o jornal também porque foi o primeiro lugar onde meu marido trabalhou' Foto: Maiara Bersch / Agencia RBS

Olívia Maia Mazzolli, de 88 anos, sempre foi uma mulher à frente do seu tempo. Foi uma das primeiras mulheres a dirigir pelas ruas de Joinville, foi professora e funcionária da Receita Federal, chegando a atuar em Brasília.

Além disso, participou da fundação de instituições como a União Cívica Feminina, a Associação Santa Zita das Empregadas Domésticas e o Centro de Estudos e Orientação da Família – Cenef. E ao longo de seus 88 anos de história, diz que sempre contou com o jornal “A Notícia” como um aliado importante para mantê-la bem informada.

Assinante desde a década de 40, todos os dias ela lê o jornal logo pela manhã. “Começo sempre pela página do Você Leitor, pelos artigos e cartas. Depois, leio a coluna ‘Portal’, do Jefferson Saavedra, e a coluna do Prisco. Só depois vou para as notícias, começando pelas matérias de política”, relata, revelando as sessões favoritas.

Nem a perda parcial da visão, causada por um problema degenerativo, a separou da leitura diária do jornal.

— Usava uma lupa, mas ela já não estava sendo suficiente. Então, há uns seis anos, comprei um equipamento (que filma e aumenta a imagem) em Curitiba, para continuar lendo —, conta.

O amor pelo jornal vai além das páginas.

— Tenho uma relação afetiva muito forte com o jornal também porque o ‘AN’ foi o primeiro lugar onde meu marido trabalhou, de 1925 a 1936 ╠, revela a viúva.

O companheiro, Humberto Maria Mazzolli, morreu há 24 anos, e começou a trabalhar no jornal, ainda adolescente, como entregador. Depois, tornou-se redator e revisor.

— Na época, o chefe era o Aurino Soares, e a sede do jornal era na rua Abdon Batista —, recorda. “

"AN” também já contou parte da história de Olívia, que teve a biografia feita pelo escritor e amigo, Wilson Gelbcke, quando completou 80 anos.

— Além disso, durante anos, fui colaboradora do jornal, escrevendo artigos, crônicas e cartas, que até hoje guardo com carinho —, diz.

Olívia está entre os convidados que participarão de uma cerimônia hoje para comemorar os 90 anos do jornal “A Notícia”, que quis retribuir o carinho que sempre recebeu da fiel assinante.

— Fiquei muito honrada —, conta Olívia, que promete guardar o momento na galeria de memórias especiais.

 

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