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Meio Ambiente11/04/2018 | 14h33Atualizada em 13/04/2018 | 13h29

Duas novas empresas são contratadas para ajudar na limpeza do rio São João, em Garuva

Cerca de 25 mil litros de diesel e 13 mil litros de Osmose K33 atingiram o rio após acidente

Duas novas empresas são contratadas para ajudar na limpeza do rio São João, em Garuva Salmo Duarte/A Notícia
Equipes trabalham na remoção dos produtos desde o fim de semana Foto: Salmo Duarte / A Notícia

Os trabalhos contenção e remoção dos produtos químicos do rio São João, entre Garuva e Guaratuba, continuam nesta quarta-feira. A novidade é o reforço de mais duas equipes de emergência para ajudar nos trabalhos de limpeza. Elas foram contratadas pelos proprietários dos caminhões envolvidos no acidente que causou o vazamento.

Cerca de 25 mil litros de diesel e 13 mil litros de Osmose K33 - inseticida altamente corrosivo, usado exclusivamente para preservação de madeira - foram derramados no rio na última sexta-feira. Os produtos impactaram uma área de 12 quilômetros de extensão.

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As equipes lideradas pela WGRA - a outra empresa contratada pelos proprietários dos caminhões - seguem fazendo a sucção do material caído em um córrego que dá acesso ao rio São João. Também se mantém o trabalho com barreiras de contenção instaladas ao longo do rio e a coleta de peixes mortos. Na última atualização, havia sido recolhida cerca de uma tonelada.

Segundo a Defesa Civil, continua a orientação para que a população não use a água do rio para consumo, banho ou pesca até que os trabalhos sejam finalizados. No entanto, a contaminação não afeta a distribuição e abastecimento de água do município, que é feita pelo rio do Braço.

O coordenador regional da Defesa Civil, Antônio Edival Pereira, diz que os trabalhos realizados estão minimizando o risco. Peixes vivos já são vistos próximo a ponte que passa sobre o rio São João em Garuva. Isso seria um indício de que a água já está se recuperando. A operação de contenção e limpeza ainda não tem data para terminar.

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