Bombeiros Voluntários retiram cobra da rua do Mirante em Joinville - A Notícia

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Meio ambiente23/09/2018 | 19h50Atualizada em 23/09/2018 | 19h53

Bombeiros Voluntários retiram cobra da rua do Mirante em Joinville

Guarnição atendeu a ocorrência por volta das 8h15 deste domingo (23)

Bombeiros Voluntários retiram cobra da rua do Mirante em Joinville Divulgação/Divulgação
Foto: Divulgação / Divulgação
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Os Bombeiros Voluntários de Joinville retiraram uma cobra que estava na mata da rua Pastor Guilherme Rau, na subida do Mirante de Joinville. A guarnição foi acionada por volta das 8h15 deste domingo (23), por pessoas que caminhavam pela região.  

Vídeos circularam pelas redes sociais demonstrando o momento em que os bombeiros resgatam o animal do mato. Ainda conforme os bombeiros, a cobra tinha quase um metro e meio de comprimento e era da espécie Jararacuçu - bastante comum na região. Ninguém se machucou durante a ocorrência.

Telefones úteis:
Bombeiros Voluntários 193
Vigilância Ambiental:  (47) 3432-2337

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Medidas a serem tomadas em caso de acidentes:
- Não amarrar o membro acometido, fazendo torniquete ou garrote, pois isso dificulta a circulação do sangue podendo produzir necrose ou gangrena e não impede o veneno de ser absorvido;
- Não se deve cortar o local da picada. Alguns venenos podem inclusive provocar hemorragias e o corte aumentará a perda de sangue;
- Lavar o local da picada somente com água e sabão;
- Não colocar substâncias no local da picada, como folhas, querosene, pó de café, pois elas não impedem que o veneno seja absorvido, pelo contrário, podem provocar infecção;
- Evitar que o acidentado beba querosene, álcool ou outras bebidas, pois estas além de não neutralizarem a ação do veneno, podem causar intoxicações;
- Manter o acidentado em repouso. Se a picada tiver ocorrido no pé ou na perna, procurar manter a parte atingida em posição horizontal, evitando que o acidentado ande ou corra;
- Levar o acidentado o mais rapidamente possível a um serviço de saúde. O soro é o único tratamento eficaz no acidente ofídico e deve ser específico para cada espécie de serpente. 

*  Fonte: CIT - Centro de Informações Toxicológicas de Santa Catarina 



 
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