PM vai abrir sindicância para avaliar procedimento de condução da suspeita de agressão em Joinville - A Notícia

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Segurança16/08/2018 | 15h24Atualizada em 16/08/2018 | 15h24

PM vai abrir sindicância para avaliar procedimento de condução da suspeita de agressão em Joinville

Mulher foi encaminhada à CP e depois ao hospital - porque estaria em estado emocional alterado - onde foi liberada 

PM vai abrir sindicância para avaliar procedimento de condução da suspeita de agressão em Joinville Reprodução/Arquivo Pessoal
Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal
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A Polícia Militar (PM) vai abrir uma sindicância para analisar a condução feita pela PM da suspeita de agredir outra mulher em Joinville. De acordo com o capitão Ademir Schneikemberg, responsável pelo caso, após a situação, a suspeita foi encaminhada para a Central de Polícia (CP) e, posteriormente, para o Hospital Regional Hans Dieter Schmidt, porque estaria em um estado emocional alterado. Na unidade, ela foi medicada e liberada. 

— Como não havia mais a representação da vítima sobre a ocorrência de furto, então a mulher foi liberada. Está sendo aberta uma investigação para apurar se a conduta da guarnição foi a mais correta ou não — afirmou o capitão, em entrevista a NSC TV. 

Ainda de acordo com o capitão, em casos de lesão corporal, geralmente, o agressor é encaminhado novamente à Central de Polícia (CP) após sair do hospital, para ser autuado em flagrante. O policial afirma que a conduta da guarnição neste caso foi a mais acertada, já que a PM possui um protocolo de atendimento em casos de pessoas com um surto psicótico. Ainda conforme o capitão, como não havia a comunicação da lesão ou da tentativa de furto,  guarnição levou a suspeita para a CP para identificação e em seguida ao Regional. 

 Assista o vídeo com o momento da agressão.  

Já a vítima, que não quis ter a identidade revelada, contou que se existe a suspeita de a agressora possuir algum transtorno mental, o procedimento de atendimento deveria ter sido  diferente, até para evitar novos casos. Ela acredita que a suspeita deveria passar por um serviço de atendimento especializado, como por exemplo, um encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). 

O caso aconteceu na tarde de terça-feira (14), por volta das 15 horas, enquanto a vítima voltava do trabalho. A situação ganhou repercussão após um vídeo com a agressão ser compartilhado nas redes sociais. De acordo com a PM, a agressora foi identificada como uma paciente que já havia passado duas vezes pela ala psiquiátrica do Hospital Regional Hans Dieter Schmitd. A suspeita tem 27 anos e havia sido internada em maio, segundo a Polícia, mas fugiu antes da avaliação psiquiátrica.  

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