Conclusão da obra de drenagem do rio Mathias fica para 2019 em Joinville - A Notícia

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Cidade31/07/2018 | 09h52Atualizada em 31/07/2018 | 10h02

Conclusão da obra de drenagem do rio Mathias fica para 2019 em Joinville

Prazo inicial para conclusão dos trabalhos era em 2016, depois de paralisações e atraso nos trabalhos, a finalização ficou para dezembro de 2018. Agora, com 55% da obra concluída, a nova previsão é para o segundo semestre de 2019

Conclusão da obra de drenagem do rio Mathias fica para 2019 em Joinville Salmo Duarte/A Notícia
Foto: Salmo Duarte / A Notícia

quatro anos, os moradores e comerciantes de Joinville observavam os primeiros buracos para a instalação de galerias pluviais na região central da cidade. A obra de macrodrenagem do rio Mathias é a promessa para evitar as cheias. Inicialmente, o prazo para conclusão dos trabalhos era em 2016, depois de paralisações e atraso nos trabalhos, a finalização ficou para dezembro de 2018. Agora, com 55% da obra concluída, a nova previsão da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana (Seinfra) é finalizar até o segundo semestre de 2019. 

– Por causa dos percalços que apareceram, o prazo vai se estender para 2019. Agora estamos fazendo um estudo mais aprofundado, para que não afete tanto o comércio, mas eu acredito que para o segundo semestre do próximo ano dá para finalizar – garante o diretor executivo do Seinfra, Thalles Vieira. 

Inicialmente, o projeto previa um custo de R$ 65,2 milhões (a ser pago com recursos do PAC) e R$ 1,5 milhão (do próprio Município), agora o orçamento total é de R$ 50 milhões. Os entraves nesses quatro anos de obra envolveram readequações no projeto e atrasos nos repasses por parte do Governo Federal. Em 2018, a instalação de galerias subterrâneas chegou às ruas do Centro e, durante a implantação, foram encontrados problemas em algumas frentes de trabalhos que ocasionaram os atrasos no cronograma, principalmente nas ruas Otto Boehm, Fernando de Noronha e Itajaí. 

De acordo com diretor executivo do Seinfra, os atrasos aconteceram por causa de interferências que não estavam previstas no projeto inicial de drenagem. Os contratempos foram sentidos, principalmente, nas ruas onde as tubulações de água e esgoto são mais antigas, necessitando de novos projetos e convênios. Segundo Vieira, a ex-concessionária não possuía um mapa hidrográfico atualizado para repassar a atual administradora e, por este motivo, aconteceram alguns contratempos. 

– Houve locais, por exemplo, que no projeto inicial estava previsto um tubo de dois metros (de profundidade). Nós começamos a abrir e no local não estava apenas dois, mas a quatro. Hoje está sendo feito um mapa hidrográfico da região, por onde a equipe passa, cadastra as redes e o posicionamento delas – explica.

A instalação das galerias de ampliação hidráulica e de contenção contra enchentes atualmente é executada em cinco frentes de trabalho: em dois trechos da Rua Jacob Eisenhut; na Rua Jerônimo Coelho e uma parte da Avenida Paulo Medeiros; o muro de contenção em parte do rio Cachoeira; a estação de bombeamento em frente à prefeitura; e também a drenagem pluvial na Avenida Beira-rio.

Clique e confira mapa com o andamento das obras

Moradores e comerciantes reclamam da demora das obras do rio Mathias em Joinville

 
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