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Greve dos caminhoneiros25/05/2018 | 15h34Atualizada em 25/05/2018 | 16h12

Portos da região Norte de SC apresentam redução nas operações

Navios estão parados e cargas permanecem nos pátios das unidades portuárias de São Francisco do Sul e Itapoá

Portos da região Norte de SC apresentam redução nas operações Divulgação/Divulgação
No Porto de Itapoá, os navios estão atracando para descarregar, mas não há transporte das cargas Foto: Divulgação / Divulgação
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Os portos da região Norte de Santa Catarina ainda não avaliam prejuízos para a unidade e afirmam que não é possível fazer um levantamento do impacto financeiro dos operadores portuários causado pela greve dos caminhoneiros. A paralisação começou na segunda-feira (21) e, desde quarta, nenhum caminhão chegou ao acesso aos portos de São Francisco do Sul e Itapoá. Até a tarde desta sexta, as unidades portuárias continuavam em operação porque há armazenamento de cargas para serem embarcadas, da mesma forma que algumas cargas que podem ficar no porto.

Em São Francisco do Sul, há cinco navios atracados, mas apenas um está operando, já que está descarregando graneleiro sólido, que também utiliza transporte ferroviário. Os outros, que tem fertilizantes, carbonato dissodico e produto siderúrgico, dependem dos caminhões e, por isso, estão parados. Há ainda cinco navios aguardando para atracar — um deles já deveria ter encostado, segundo a programação da SCPar Porto de São Francisco do Sul.

Em  média, 500 navios acessar o porto de São Francisco do Sul por dia. No entanto, desde quarta-feira nenhum veículo está chegando à unidade.

Em Itapoá, o número médio é de 1000 caminhões que entram no porto todos os dias. O porto está operando e os navios estão atracando de acordo com o número médio, que fica entre um e dois por dia. O funcionamento continua porque os containers estão sendo retirados das embarcações e armazenados no pátio do Porto Itapoá. A administração informou que há impacto para as empresas exportadoras, mas ainda não é possível calcular as perdas.  

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