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Cidade25/05/2018 | 18h33Atualizada em 25/05/2018 | 19h10

Joinville tem segundo dia de carreata em apoio à greve dos caminhoneiros

Manifestação ocorreu no fim da tarde, passando pelas principais vias da cidade, e foi até a BR-280

Joinville tem segundo dia de carreata em apoio à greve dos caminhoneiros Cláudia Morriesen/A Notícia
Motoboys fizeram bloqueio para garantir a passagem da carreata Foto: Cláudia Morriesen / A Notícia

Motoristas de transporte por aplicativo, motoboys e população em geral se reuniram no estacionamento do Centreventos Cau Hansen na tarde desta sexta-feira para sair em carreata pelo centro de Joinville e, depois, seguirem para a BR-280, prestando apoio à greve dos caminhoneiros. Eles saíram às 17 horas pelas principais vias da cidade com a intenção de, em algum momento, promover uma "quase" paralisação". Em conversas com os agentes de trânsito, os manifestantes foram alertados que poderiam ser multados caso fechassem o trânsito como ocorreu na tarde de quinta-feira. 

Por isso, a intenção era, em uma via que não foi divulgada antes da carreata, levar o trânsito de forma lenta ao mesmo tempo que seria promovido um buzinaço. Eram esperados mais de 100 carros, além de motoboys e caminhoneiros. Nos veículos, além de profissionais que trabalham com carros, havia também população em geral que aderiu à manifestação.

Segundo o vice-presidente da Associação de Motoristas de Veículos por Aplicativo, Isaias de Oliveira Cartos Jr, o apoio aos caminhoneiros é uma forma de demonstrar que há descontentamento geral sobre os impostos cobrados sobre o 

combustível. Na quinta-feira, eles já haviam levado mantimentos aos manifestantes que estavam no acesso a Itapoá com a ajuda do Clube da Kombi.

— Alguns estão desanimando e essa é a forma de darmos força a eles, mostrar que estamos apoiando — afirma. 

O presidente da associação, William Tenório, explicou que a luta pela queda do preço do diesel é importante porque afeta em vários setores da sociedade. Eles devem continuar as carreatas para levar mantimentos aos caminhoneiros até a greve acabar. 

— Ela impacta os agricultores, os postos de combustível, a indústria e, no fim, a todos os consumidores — lamenta.

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