Duas ruas concentram 13,4% dos acidentes de Joinville  - A Notícia

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Trânsito11/01/2018 | 09h06Atualizada em 11/01/2018 | 09h06

Duas ruas concentram 13,4% dos acidentes de Joinville 

Monsenhor Gercino e Albano Schmidt encabeçam ranking das vias com maior número de ocorrências atendidas pelos bombeiros no perímetro urbano de Joinville

Duas ruas concentram 13,4% dos acidentes de Joinville  Cleber Gomes/Especial
Foto: Cleber Gomes / Especial

 As ruas Monsenhor Gercino, no bairro Itaum, e Albano Schmidt, no Boa Vista, registraram 13,4% dos acidentes de trânsito atendidos pelo Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville no ano passado. Do total de 1.457 registros, 196 foram nas duas vias. Há pelo menos três anos elas se revezam na liderança do ranking de ocorrências que engloba 50 ruas da cidade.

No comparativo com 2016, quando houve 1.416 chamados, o número de ocorrências atendidas pelos bombeiros teve leve alta de 2,89% na cidade ? menor do que o crescimento da frota no período (3,05%). Com relação a 2015 (1.407), o crescimento alcança 3,5%. À época, o total de acidentes nas duas campeãs do ranking também era menor, respectivamente, de 88 e 101 casos na Monsenhor e, de 89 e 78, na Albano.

Conforme o levantamento, neste período também houve pouca variação na posição dos endereços com maior incidência de chamados. Oito das 10 ruas que mais tiveram acidentes no ano passado são as mesmas que apareciam à frente na relação de 2016 (veja no quadro ao lado).

As exceções foram as saídas do ranking da avenida Paulo Schroeder (9o em 2016 e 12o em 2017) e da rua Prefeito Helmuth Fallgatter (10o e 15o). Elas foram ultrapassadas de um ano para o outro pela avenida Santos Dumont (13o em 2016 e 8o em 2017) e rua Ottokar Doerffel (24o e 10o), que tiveram aumento de 32% e 68% no número de acidentes em 12 meses.

 JOINVILLE, SC, BRASIL 08-01-2018Balanço dos acidentes de trânsito nas vias públicas de Joinville. No cruzamento da rua Monsenhor Gercino com a rua Rio Velho, acontecem muitos acidentes, segundo moradores a situação tem se agravado por conta do aumento no número de mortes nos acidentes.
Foto: Cleber Gomes / Especial

CASOS SÃO MAIS FREQUENTES ÀS 18H

A participação das 10 primeiras colocadas no ranking, considerando o total de acidentes levantados, se manteve estável nos últimos três anos. Em 2015, elas detinham juntas 37,8% do total de ocorrências (533 dos 1.407 casos). No ano seguinte, a parcela subiu para 41,1% (583 de 1.416) e, em 2017, fechou em 38,9% (567 de 1.457).

O balanço mostrou que o período vespertino é o que apresentou maior quantidade de acidentes de janeiro até o mês passado. A faixa das 18h apareceu com maior frequência no relatório, com 59 notificações. Desse montante, 11 correspondem a ocorrências na Monsenhor Gercino. Já na Albano Schmidt, o período das 15h apresentou maior número de registros: 11 no total.

Nas duas ruas, acidentes com carro e moto são mais frequentes. Foram 57 ocorrências na via do Itaum e outras 34 na rua que corta o Boa Vista. Conforme Corpo de Bombeiros e prefeitura, como os acidentes são pontuais, não há como haver análise detalhada sobre os fatores que levam a esses números.
 

 
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