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Futsal10/10/2018 | 23h02Atualizada em 10/10/2018 | 23h02

JEC/Krona joga somente pela vitória para se manter vivo na decisão da Copa do Brasil

Em desvantagem na final, Tricolor precisa ganhar do Corinthians no tempo normal para forçar a realização da prorrogação em São Paulo

JEC/Krona joga somente pela vitória para se manter vivo na decisão da Copa do Brasil Vitor Kortmann / JEC/Krona, Divulgação/JEC/Krona, Divulgação
JEC/Krona, de Genaro, fez o último treino na tarde desta quarta-feira, em São Paulo Foto: Vitor Kortmann / JEC/Krona, Divulgação / JEC/Krona, Divulgação

Vencer deixou de ser um objetivo do JEC/Krona na noite desta quinta-feira. Na verdade, a vitória é uma obrigação para o Tricolor se manter vivo na disputa pelo título da Copa do Brasil de Futsal. Se ganhar o jogo, que começa às 19 horas, os joinvilenses forçarão a realização da prorrogação, onde não há vantagem nem para o JEC e nem para o Corinthians – o vencedor dos 10 minutos adicionais leva a taça. Caso ocorra um empate na prorrogação, a disputa será definida nos pênaltis.

O grande problema é encarar o Ginásio Wlamir Marques, no Parque São Jorge. Além da pressão da torcida da casa, o Joinville não guarda boas lembranças das últimas vezes que pisou em quadra. Na Liga Nacional de Futsal deste ano, perdeu a invencibilidade justamente diante dos paulistas, na casa corintiana. E o histórico no local não é bom.

Em seis partidas como visitante diante do Timão, o JEC/Krona conseguiu ganhar apenas uma vez, em 2010 (3 a 2). De lá para cá, houve três empates e duas vitórias dos anfitriões – uma delas em 2015, nas quartas de final da Liga Nacional de Futsal.

Por outro lado, o time é o melhor visitante da temporada da Liga – foram seis conquistas, um empate e duas derrotas em nove jogos. E é nesta estatísticas positiva que o técnico Vander Iacovino aposta para a final.

– Podemos, sim, reverter a situação. Na Liga, somos o melhor visitante. E a equipe que quer ser forte precisa vencer fora de casa –projetou Iacovino.

O treinador também declarou que enxerga a disputa pelo título completamente aberta, apesar da vantagem do empate para o Corinthians. Ele lembra que, em 2016, o Joinville também tinha vantagem diante da Assoeva-RS, jogou em casa, mas perdeu no tempo normal e ficou sem a vaga nos pênaltis. No entanto, para ter uma história igual àquela, será preciso fazer um jogo muito equilibrado segundo o comandante.

– A gente não pode fugir da nossa missão que é vencer, mas não é de qualquer maneira que vamos conseguir. Temos de jogar conscientes. Vamos ser pressionados, mas precisamos trazer essas coisas para o nosso lado – diz.

 
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