Figueirense perde para a Ponte Preta e se despede da matemática do acesso - Esportes - A Notícia

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Série B19/10/2018 | 23h22Atualizada em 19/10/2018 | 23h22

Figueirense perde para a Ponte Preta e se despede da matemática do acesso

Com revés no Moisés Lucarelli, Alvinegro não tem como conseguir mais do que 60 pontos na competição.

Figueirense perde para a Ponte Preta e se despede da matemática do acesso DENNY CESARE/ESTADÃO CONTEÚDO
Foto: DENNY CESARE / ESTADÃO CONTEÚDO
João Lucas Cardoso
João Lucas Cardoso

joao.lucas@somosnsc.com.br

Não há mais como alcançar a pontuação pelo acesso, a matemática do Figueirense não tem atingir mais do que 59 pontos na Série B do Campeonato Brasileiro. Como sofreu dois gols da Ponte Preta e marcou apenas um no jogo desta sexta-feira, no Moisés Lucarelli, não há como fechar a conta do que se tem como necessário para chegar à elite. Ainda sobre os números, a derrota significa a oitava partida seguida sem triunfo do Furacão, e a sexta do técnico Rogério Micale no comando.

O próximo dos seis jogos que ainda restam na competição será no próximo sábado, às 16h30min. O Alvinegro vai encarar o Criciúma no Orlando Scarpelli. Já a Ponte Preta entra em campo novamente na sexta-feira. Às 20h30min enfrenta o Fortaleza no Castelão (CE).

O jogo

Mexer para vencer. Por isso o técnico Rogério Micale alterou a estrutura da equipe. O Figueirense foi armado com três volantes, com Zé Antônio na frente da defesa, Betinho e Matheus Sales mais adiantados e Felipe Amorim como armador no losango de meio de campo. Juninho foi o companheiro de ataque de Elton. Nem deu tempo para saber se funcionaria. Na 10ª volta do ponteiro, Matheus Vargas ganhou a dividida de Betinho no meio de campo, avançou e colocou para André Luis partir para dentro da área, deixar Denis pelo caminho antes de cutucar para as redes e abrir o placar para o time da casa. Passados mais 10 minutos, a Ponte Preta parou no ferro. Danilo Barcelos bateu o escanteio que Lucas Mineiro cabeceou na barra e a defesa alvinegra afastou depois do susto.

O Figueirense botou a bola no chão, passou a ter mais posse de bola e ficou nisso. A equipe catarinense se limitava a levantar a bola na área e foi desta forma que finalizou duas vezes em cabeças de Elton que foram por cima da trave e não ofereceram muito perigo. Para tentar causar danos na Macaca, o Figueira voltou diferente do intervalo. Daniel Costa entrou na vaga de Betinho e Rogério Micale refez o 4-2-3-1 de jogos anteriores. Não conseguia assustar e, tranquila, a Ponte chegou ao segundo gol. Danilo Barcelos levantou escanteio no meio da área e Léo Santos subiu mais que Elton, que estava na marcação, para cabecear para as redes, aos 10. Foi também na bola parada, no lance seguinte, que o Alvinegro diminuiu.

João Paulo bateu falta lateral na área e Henrique Trevisan foi o último a tocar na redonda antes dela encontrar o barbante. Para tentar pelo menos o empate, o Furacão passou a contar com o meia Marco Antônio no posto do lateral Diego Renan. A equipe de preto e branco jogou mais no campo de ataque, mas não tinha grande produção. A Ponte Preta aguardava por uma chance de contragolpe, e poderia ter matado o jogo aos 26. Foi quando Roberto arrancou pelo lado esquerdo e a inversão botou Danilo Barcelo sozinho e de frente com Denis, dentro da área. O lateral-esquerdo da Macaca isolou.

A entrada de Gustavo Ferrareis, aos 27, fez do Figueira mais ofensivo. Aos 30 e aos 31 foram duas finalizações que fizeram o Ivan trabalhar. Apesar da melhora, a reação não passou disso. O Figueirense chegou ao oitavo jogo seguido sem vencer nesta Série B.

FICHA TÉCNICA – Ponte Preta 2 x 1 Figueirense

PONTE PRETA
Ivan; Ruan, Renan Fonseca, Léo Santos e Danilo Barcelos; João Vitor, Lucas Mineiro, Tiago Real (Paulinho) e Matheus Vargas (Hyuri); André Luis (Roberto) e Júnior Santos. Técnico: Gilson Kleina.
FIGUEIRENSE
Denis; Diego Renan (Marco Antônio), Henrique Trevisan, Pereira e João Paulo; Zé Antônio, Matheus Sales, Betinho (Daniel Costa) e Felipe Amorim; Juninho (Ferrareis) e Elton. Técnico: Rogério Micale.

GOLS: André Luis, aos 10 do primeiro tempo, e Léo Santos , aos 10 do segundo tempo (P). Henrique Trevisan, aos 12 do segundo tempo (F).
CARTÕES AMARELOS: João Vitor e Lucas Mineiro (P). Henrique Trevisan e Zé Antônio (F). 

ARBITRAGEM: Marcelo de Lima Henrique, auxiliado por Michael Correia e Luiz Claudio Regazone (trio do RJ).
BORDERÔ: 2.811 pagantes, para uma renda de R$ 35.860.
LOCAL: Moisés Lucarelli, em Campinas (SP).

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