Zagueiro Marquinhos veste a camisa 33 do Avaí e agradece ao xará M10 - Esportes - A Notícia

Versão mobile

 

 

Série B23/05/2018 | 17h11Atualizada em 23/05/2018 | 17h48

Zagueiro Marquinhos veste a camisa 33 do Avaí e agradece ao xará M10

Defensor de 35 anos é apresentado oficialmente pelo clube

Zagueiro Marquinhos veste a camisa 33 do Avaí e agradece ao xará M10 Tiago Ghizoni/Diário Catarinense
Foto: Tiago Ghizoni / Diário Catarinense
João Lucas Cardoso
João Lucas Cardoso

joao.lucas@somosnsc.com.br

Colocar o sobrenome após o apelido que o fez conhecido foi apenas uma das renúncias para voltar ao futebol. A camisa 33 do Avaí confirma: agora é Marquinhos Silva. O Marquinhos de quatro temporadas no arquirrival ficou na história do Figueirense, de dois títulos estaduais. A casa do defensor passa a ser a Ressacada, clube que abriu as portas e deu a oportunidade para que seu sobrenome também fosse reconhecido no cenário futebolístico.

O zagueiro de 35 anos também abriu mão de polpudo salário. O contrato que vai até o final de ano é de produtividade, ganha pelo que jogar. É que o atleta queria apenas a chance que o Leão lhe dá. O nome fica em segundo plano porque o Marquinhos do Avaí é meia, com larga identificação com o torcedor e agora companheiro do zagueiro.

- É coisa pequena, o menos importante. Estou chegando agora, não posso querer sentar na janela. As pessoas vão continuar me conhecendo como Marquinhos também, o Silva ajuda na identificação, inclusive para a imprensa. O Marquinhos (meia e ídolo azurra) tem meu enorme respeito, até porque ajudou para que eu viesse para cá, falou em meu favor — disse o agora Marquinhos Silva, na apresentação oficial pelo Avaí, na tarde desta quarta-feira.

Após quatro temporadas na casa alvinegra, Marquinhos estava sem time. Provou na justiça a inocência da acusação de doping. O contrato com o Figueirense estava encerrado desde o ano passado. Provado que não atuou dopado, precisava de um clube. Calhou que foi o Avaí, que buscava uma opção a mais de zagueiro pelo esquema com três homens da posição que o técnico Geninho fez o Leão voltar a funcionar. Justamente pelo período de ausência do futebol profissional, prometeu vontade e garra ainda maiores que as utilizadas pelo presidente Francisco Battistotti para descrevê-lo.

- Vai ser o dobro, porque a vontade é enorme. A história lá ficou no passado, agora é um novo ciclo. Mas sei que não vou conquistar o torcedor com palavras. Será dentro de campo, nos jogos. Tenho que falar com os pés. Preciso empregar raça tão grande quanto a que o clube reconhecidamente tem – disse na entrevista coletiva.

Veja a tabela da Série B do Brasileiro
Mais notícias do
Avaí

 
A Notícia
Busca