Mistério e bola parada: as armas de Chapecoense e Figueirense para a decisão na Arena Condá - Esportes - A Notícia

Versão mobile

 

 

Estadual08/04/2018 | 05h55Atualizada em 08/04/2018 | 05h55

Mistério e bola parada: as armas de Chapecoense e Figueirense para a decisão na Arena Condá

Preparação das equipes tem treinos fechados para gerar dúvida ao oponente do duelo das 16h deste domingo

Mistério e bola parada: as armas de Chapecoense e Figueirense para a decisão na Arena Condá Arte DC/Arte DC
Foto: Arte DC / Arte DC
DC Esportes
DC Esportes

Treinos fechados e incertezas até o horário limite para a divulgação das escalações. Chapecoense e Figueirense colocaram o mistério entre os ingredientes da preparação para a finalíssima do Campeonato Catarinense 2018. Os times têm retornos de jogadores que vinham de fora das últimas partidas e os treinadores podem surpreender.

As dúvidas da Chape estão na lateral direita, com o retorno de Apodi ou a manutenção de Eduardo, e entre os volantes. Elicarlos, Luiz Antonio e Márcio Araújo são os mais cotados para duas vagas no miolo verde. A ala direita alvinegra também é incógnita, com Diego Renan como provável e Raul com chance. O trio ofensivo do meio é a maior dúvida deixada pelo técnico Milton Cruz para o jogo na Arena Condá. Ferrareis e Renan Mota, que apareceram no setor, devem ficar no banco para que Maikon Leite e João Paulo formem a tríade com Jorge Henrique.

É o setor em que a bola mais tende a circular mais, como é característica na final. Mas também porque é a área em que Chapecoense e Figueirense encaminham as jogadas ofensivas. A Chape procura o miolo para colocar a redonda aos laterais irem ao fundo e cruzarem aos homens de frente. O Figueira trabalha por dentro para a enfiada ao jogador de beirada em diagonal e o desenrolar do lance de ataque, com finalização ou o último toque para outro atleta arrematar.

No entanto, em jogo de decisão a bola parada é arma forte ante o meio de campo congestionado. A Chapecoense chegou à decisão fazendo grande uso dela e suscita a preocupação do técnico alvinegro.

— Temos que estar atentos para marcar e neutralizar. A Chape foi o time que mais fez gols de bola parada no campeonato, mais usou e usou muito bem – disse Milton Cruz.

As jogadas aéreas, ofensivas e defensivas, estiveram entre os treinamentos na preparação verde para a decisão, pelo que apontou o treinador da equipe. O time estará de olho em toda o desenrolar do lance, desde a origem, pelo que apontou o treinador da Chape.

— O jogo aéreo passa muito por quem bate a bola, o atleta que tem essa condição faz muita diferença. A bola parada pode ser que defina o campeonato – assentiu Gilson Kleina.

FICHA TÉCNICA 

CHAPECOENSE
Jandrei; Apodi, Nery Bareiro, Rafael Thyere e Bruno Pacheco; Amaral, Márcio Araújo, Luiz Antonio e Canteros; Guilherme e Wellington Paulista. Técnico: Gilson Kleina.

FIGUEIRENSE
Denis; Diego Renan, Nogueira, Eduardo e Guilherme Lazaroni; Zé Antônio, Betinho, Maikon Leite, Jorge Henrique e João Paulo; André Luís. Técnico: Milton Cruz.

ARBITRAGEM: Bráulio da Silva Machado, auxiliado por Kleber Lúcio Gil e Helton Nunes. Com Rafael Traci, árbitro de vídeo, auxiliado por Carlos Berkenbrock.
DATA E HORA: às 16h de domingo.
LOCAL: Arena Condá, em Chapecó.Leia mais notícias sobre o Catarinense 2018

 
A Notícia
Busca