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Análise27/11/2017 | 05h30Atualizada em 27/11/2017 | 05h30

Figueirense encerra um ano de péssimos resultados dentro de casa

Balanço mostra que o Scarpelli assistiu mais derrotas que o normal

Figueirense encerra um ano de péssimos resultados dentro de casa Cristiano Estrela/Diário Catarinense
Pedido da torcida no último jogo do ano dentro de casa, contra o Paysandu Foto: Cristiano Estrela / Diário Catarinense

O Figueirense já tem um dos primeiros objetivos traçados para 2018. Na próxima temporada, o Alvinegro terá como meta recuperar o respeito dos adversários dentro de casa. O balanço de fim de temporada mostra que o Estádio Orlando Scarpelli assistiu a um dos piores anos do Furacão.

Entre os últimos cinco anos, 2017 foi, de fato, o pior. Em 30 jogos na temporada na casa alvinegra – envolvendo Primeira Liga, Campeonato Catarinense e Série B –, o aproveitamento foi de apenas 47,7%. Índice bastante inferior aos anos de 2016 (56,2%), 2015 (61,7%), 2014 (55,5%) e 2013 (66,6%).

E os números da atual temporada seriam ainda piores se não fosse a chegada do técnico Milton Cruz. Na reta final da Série B, em nove jogos no Scarpelli, o treinador obteve sete vitórias, um empate e uma derrota, em uma série de resultados positivos que fez o time garantir a permanência na Segunda Divisão.

Após a partida da última sexta-feira, Milton falou sobre a preparação para a próxima temporada:

– Acho que a gente montou uma base, Marco Antônio, Jorge Henrique, Zé Antônio, João Paulo, jogadores que têm uma boa liderança dentro do grupo. Com o tempo, você tem uma base e eu vou trabalhar em cima dessa estrutura para começar o ano. Quero montar grupo como montei, quero contar com todos.

O grupo do Figueirense se reapresenta no dia 2 de janeiro.

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