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Campeonato Brasileiro20/09/2017 | 14h55Atualizada em 20/09/2017 | 14h55

Treino do Figueirense tem uma hora de reunião com portões fechados no Scarpelli

Privacidade foi necessária para cobranças duras sobre os atletas, com a participação do CEO Alex Bourgeois

Treino do Figueirense tem uma hora de reunião com portões fechados no Scarpelli Luiz Henrique/Figueirense FC
Conversa com o elenco durou uma hora antes de treinamento na manhã desta quarta Foto: Luiz Henrique / Figueirense FC
DC Esportes
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três meses na zona de rebaixamento da Série B do Campeonato Brasileiro, o Figueirense tenta mexer com os atletas do elenco. A primeira hora do treinamento previsto para a manhã desta quarta-feira foi com os portões do Orlando Scarpelli fechados. Em privacidade e com a participação do CEO Alex Bourgeois, o grupo de jogadores sofreu duras cobranças. Pudera, o Figueira tem 14 rodadas para conquistar o aproveitamento de 52,4% de aproveitamento para alcançar 47 pontos, em que a probabilidade de rebaixamento é mínima.

De acordo com Bourgeois, em entrevista coletiva posterior à reunião, o pedido foi para que os atletas deem um pouco mais, até porque o desempenho da equipe mostra que não tem sido o bastante para ficar livre da ameaça de rebaixamento à Série C.

— Tudo faz parte de um processo. Futebol precisa de resultado e precisamos disso nos próximos 14 jogos. Faz parte de uma cobrança um pouco maior, deixar claro que o jogador entra em campo. Nós fazemos o possível até o apito do juiz e é preciso o espírito de guerra. É preciso fazer mais do que eles acham que dá para fazer. Foi mais nesse sentido, de conversar para que façam mais do que em qualquer momento, a situação do clube — descreveu o CEO.

Conforme o dirigente máximo do Figueirense, o desejo da diretoria é que a equipe tenha mais raça dentro de campo, mesmo que a técnica fique em segundo plano.

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Direção pede um Figueirense mais "guerreiro" para a sequência da competiçãoFoto: Luiz Henrique / Figueirense FC

— Temos jogadores muito experientes, que jogaram Série A, Libertadores, campeões do mundo, eles entendem. O que a gente acha que falta um pouco é o espírito de guerra na Série B. Eu assisto a todos os jogos, não é futebol, os caras vêm para brigar. Precisamos desse espírito, cada minuto, cada centímetro, brigar por cada bola — comentou Bourgeois.

Ainda, o CEO informou que mais três jogadores passam a trabalhar em horários diferentes do conjunto alvinegro: o meia João Pedro, o volante Juliano e o atacante Walterson.  Pelo indicativo, o trio não tem correspondido ao esperado pelos dirigentes alvinegros ante a situação da equipe na competição nacional.

— Eu tive essa conversa com os atletas e não tem surpresa, avisamos que isso aconteceria. Queremos ter o grupo o mais forte possível para enfrentar esses jogos. Se precisar tirar mais, a gente tira mais. Eu venho de uma cultura diferente e não estou acostumado a passar a mão. O resultado tem que vir, todo mundo é cobrado — justificou o cartola.

O Figueirense está em preparação ao duelo das 16h30min de sábado. Em casa, no Orlando Scarpelli, encara o lanterna ABC. 

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