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Mudança04/07/2017 | 23h28Atualizada em 04/07/2017 | 23h28

Rodrigo Faraco: a lista dos possíveis técnicos da Chapecoense

Surpresa com a demissão de Vagner Mancini nesta terça-feira

Rodrigo Faraco: a lista dos possíveis técnicos da Chapecoense claudio cruz,assessoria de imprensa america,divulgação/claudio cruz,assessoria de imprensa america,Divulgação
Foto: claudio cruz,assessoria de imprensa america,divulgação / claudio cruz,assessoria de imprensa america,Divulgação

A Chapecoense está num momento perigoso, em que o clube está jogando fora algumas certezas construídas até aqui na temporada, e tentando achar novas certezas. E é justamente nisto que entra a escolha do novo técnico. Afinal, qual o perfil de treinador que a diretoria quer? É sempre uma das premissas na escolha do novo profissional. Ou pelo menos deveria ser, já que Enderson Moreira é um nome que surgiu com força.

O primeiro nome cogitado e realmente discutido foi Argel Fucks. A experiência em Série A e projetos de manutenção de equipes na elite são os trunfos de Argel. Mas há também algumas rejeições interna e externa, que podem afastar o técnico desta escolha.

Outro profissional bem cotado, e com muitas aprovações dentro da diretoria, é Vinicius Eutrópio, que dirigiu a Chape em 2015, fazendo um grande primeiro turno, que praticamente garantiu a equipe na elite em 2016. Eutrópio tem um perfil que ajudaria em contratações também.

Correndo por fora um perfil mais próximo ao de Argel: é Antônio Carlos Zago, ex-Inter. Mas Zago seria uma aposta neste momento, sem nenhuma Série A no currículo.

A queda de Mancini

Foi realmente uma surpresa. Principalmente porque não dá para atribuir ao resultado de empate com o Fluminense, fora de casa. É um resultado normal. A demissão de Vagner Mancini só se explica por algum desgaste interno gerado pela sequência ruim no Brasileirão. É claro que em sete ter apenas uma vitória, que foi diante do Vasco, cinco derrotas, duas delas por goleada, contra Grêmio e Flamengo, e um empate, este de segunda-feira, é pouco – disputou 21 pontos e somou apenas quatro nas últimas rodadas. Isto pesa mesmo.

Mas imaginava, e analisava assim, que seria algo para provocar alguma mudança na forma de jogar, e não no comando técnico. Outro fator ruim é o número de gols sofridos. A Chapecoense tem, com o Vasco, a defesa mais vazada do Brasileirão, com 22 gols sofridos. Acontece que a própria direção da Chape sempre disse que teria que levar em conta a reconstrução que foi feita. Pelo visto, todo o discurso ficou para trás e a Chapecoense se igualou a todos com a mesma ¿solução¿ de sempre: troca o técnico e seus problemas estão resolvidos! 

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