Claudinei dimensiona desafio contra Chape: "Avaí contra o mundo"  - Esportes - A Notícia

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Entrevista coletiva05/05/2017 | 11h30Atualizada em 05/05/2017 | 11h30

Claudinei dimensiona desafio contra Chape: "Avaí contra o mundo" 

Treinador falou com a imprensa antes do treino desta sexta-feira

Claudinei dimensiona desafio contra Chape: "Avaí contra o mundo"  Marco Favero/Agencia RBS
Foto: Marco Favero / Agencia RBS

O Avaí tem pra si que o desafio na Arena Condá é ingrato perante os demais. Em virtude da tragédia no dia 29 de novembro do ano passado, a Chapecoense seria a mais querida pelo título estadual. O técnico Claudinei Oliveira fez essa análise na entrevista coletiva pré-jogo, concedida do último treinamento antes da viagem para Chapecó. No domingo, às 16h, o Leão encara o Verdão na decisão do Campeonato Catarinense.

Claudinei deixou claro não querer o mal do clube. Tanto que torce para que a equipe sagra-se campeã, mas de outra decisão que disputa neste primeiro semestre.

— O apelo da Chapecoense é grande pelo que aconteceu. E confesso que quando você chega pela primeira vez lá (na Arena Condá), você sente. Joguei ano passado com o Paraná e aqueles atletas estavam lá ainda. Então, tivemos o primeiro impacto da tragédia, mas já passou. O quanto isso afetou psicologicamente, eu não sei. A Chapecoense está em reconstrução pela tragédia, e o Avaí está em reconstrução financeira. Também precisamos do título. O mundo inteiro quer a Chapecoense campeã, é a realidade e é normal pelo que aconteceu. Estou torcendo pela Chapecoense ganhar a Recopa, não o Catarinense. Mas isso não pode passar para os atletas, para a arbitragem. É o Avaí contra o mundo, e quem sabe não derrotaremos o mundo – disse o treinador, confiante.

Para tal, não basta simplesmente vencer o duelo. O Avaí vai precisar vencer o adversário em seus domínios por dois gols de diferença. A tarefa é árdua e complicada, mas não pode causar pressão mais que a necessidade exige. O comandante da equipe azurra quer vencer, mas sabe que não é de qualquer jeito, tampouco com afobação.

— Na realidade, temos que vencer por um gol de diferença. Porque temos que empatar (o Avaí perdeu o primeiro jogo por 1 a 0) e depois virar. Começamos perdendo 1 a 0. Não adianta colocar para o jogador que tem que fazer dois gols sem antes fazer o primeiro. Não dá para fazer o segundo antes de ter feito o primeiro. Que seja um jogo dentro da normalidade, 11 contra 11. Esperamos poder manter nosso plano e conseguir o resultado – projetou.

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