Elton Carvalho: Na estreia, JEC agradou e venceu jogando mais - JEC - Esportes - A Notícia

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Futebol18/01/2018 | 00h16Atualizada em 18/01/2018 | 00h16

Elton Carvalho: Na estreia, JEC agradou e venceu jogando mais

Tricolor construiu seu jogo a partir do primeiro gol, quando o Brusque se abriu e os espaços começaram a aparecer

Elton Carvalho: Na estreia, JEC agradou e venceu jogando mais Cleber Gomes/especial
Foto: Cleber Gomes / especial

Um começo animador para o torcedor do Joinville. Esta, talvez, seja a melhor definição da partida desta quarta-feira, na Arena. O triunfo sobre o Brusque mostrou que jogos-treinos, como o do Prudentópolis-PR, pouco ou nada servem nas avaliações. A ideia real de como está a equipe vem a partir dos duelos valendo três pontos.  

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Na estreia, o JEC encontrou o adversário fechado, teve dificuldades, mas usava a velocidade e os contra-ataques para tentar furar o bloqueio dos visitantes. Enquanto isso não aconteceu, o Brusque até criou mais e teve mais posse de bola. Quando o Joinville finalmente conseguiu furar o bloqueio, as coisas começaram a mudar.

Curioso é que o primeiro gol sai a partir de uma cobrança de lateral em velocidade. Rapidamente, Madson apareceu, passou a Murilo Rangel, que serviu Thiago Alagoano. O Joinville soube aproveitar o momento desatento do Brusque para melhorar a situação do jogo.

 Com a desvantagem, o Brusque precisou se abrir e aí o Joinville teve campo para atacar mais. Foi assim que, no segundo tempo, o Tricolor construiu um lindo gol com participações de Dick, Grampola, Madson, Alex Ruan e Murilo Rangel. A situação só não ficou melhor porque o Brusque descontou na sequência, o que causou uma certa pressão do rival nos minutos seguintes — mais psicológica do que, de fato, em oportunidades.

Ainda assim, o JEC foi melhor. Criou numa finalização de Thiago Alagoano e na cabeçada de Evaldo após o escanteio, ou seja, esteve mais perto de ampliar o resultado do que sofrer o empate.  

Alguns pontos de observação: Rogério Zimmermann citou que, no primeiro tempo, o time teve dificuldades porque houve um deslocamento constante de Murilo Rangel para os lados. De fato, isso aconteceu, especialmente pelo lado direito. Na segunda etapa, não houve esta constante movimentação.

Michel Schmöller e Eduardo Person podem apoiar mais o ataque. Nesta quarta, eles poderiam ter triangulado mais com os laterais e pontas — até para dar fôlego na criação. Na defesa, o JEC ofereceu o gol a partir de um erro de saída de bola. Em alguns cruzamentos (pelo lado e de bola parada), demonstrou um pouco de insegurança, embora não tenha sofrido tanto. 

De qualquer modo, sempre haverá espaço para correções a partir destas observações. O importante é que, no cartão de visitas, o JEC agradou. Se conseguir um bom resultado no domingo, pode embalar porque tem uma sequência de jogos em casa interessante. 








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