Loetz: Athletic tem 60 dias para apresentar plano de recuperação - Economia - A Notícia

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Livre Mercado20/07/2017 | 10h53Atualizada em 20/07/2017 | 10h59

 Loetz: Athletic tem 60 dias para apresentar plano de recuperação

Prazo para a devedora publicar a relação nominal dos credores e respectivos valores e classificação dos créditos é de 15 dias

O juiz da 3ª Vara Cível da comarca de Joinville, Rafael Osorio Cassiano, deferiu, na terça-feira, o processamento da recuperação judicial da Athletic Way Comércio de Equipamentos para Ginástica e Fisioterapia Ltda.; Marco Fitness Brasil Comércio de Equipamentos para Ginástica Ltda.; Universal Componentes da Amazônia Ltda.; e Universal Fitness da Amazônia Ltda.

O magistrado determinou a dispensa das certidões negativas para que as empresas devedoras exerçam suas atividade. Também decidiu que as empresas deverão apresentar negativas se fizerem contratos com o poder público ou pedir benefícios fiscais ou creditícios.

A Athletic terá de apresentar o plano de recuperação no prazo máximo de 60 dias, a partir da data da publicação da decisão judicial. A Justiça nomeou a Gladius Consultoria, de Criciúma, liderada por Agenor Daufenbach Junior, como administradora judicial.

O prazo para a devedora publicar a relação nominal dos credores e respectivos valores e classificação dos créditos é de 15 dias. Eventuais objeções ao plano de recuperação judicial devem ser feitas em até 30 dias após a entrega do documento.

Leia mais colunas de Claudio Loetz.

  • Salário inicial

    No primeiro semestre deste ano, o salário médio inicial dos trabalhadores, em Santa Catarina, é de R$ 1.447,60. É o quarto maior dentre todos os Estados brasileiros. A informação consta do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No Paraná, o valor médio é de R$ 1.431,75.

    A média dos salários de admissão no Brasil aumentou 3,52% no primeiro semestre de 2017 em relação ao mesmo período do ano passado. A remuneração inicial ficou em R$ 1.463,67 de janeiro a junho deste ano, contra R$ 1.413,84 nos primeiros seis meses de 2016.

  • Lucro

    A WEG teve lucro de R$ 272 milhões no segundo trimestre de 2017, alta de 6,7% em relação ao segundo semestre de 2016. A receita operacional líquida somou R$ 2,28 bilhões. A empresa investiu R$ 123 milhões no período janeiro-junho deste ano.

    • Temas variados na CDL

      A advogada Margarete Fernandes (foto), da Cauduro & Moringuio Advogados, explicou, em fala na CDL de Joinville, detalhes das principais mudanças e impactos que a nova lei trabalhista, recentemente aprovada pelo Congresso, trará para os negócios. A lei sancionada pelo presidente Temer entrará em vigor no dia 11 de novembro. Na mesma reunião-almoço, a secretária de Saúde da Prefeitura, Francieli Schultz, explicou os ganhos a serem obtidos com a implantação gradativa do sistema de informações e de monitoramento de atestados médicos dos servidores municipais em toda a rede de saúde do município.

    • Observatório

      Ainda na CDL, o empresário Alexsandro Schu fez a apresentação do Observatório Social do Brasil em Joinville. Reunião de estruturação do órgão vai acontecer dia 26 de julho, na sede da OAB.

    • Déficit do JEC

      O Joinville Esporte Clube teve déficit de R$ 5,92 milhões no ano passado. A receita operacional líquida totalizou R$ 29,1 milhões em 2016. No ano anterior, foi de R$ 40,2 milhões. Reduções expressivas em direitos de transmissão de TV, em patrocínio e publicidade, em mensalidades de sócios e na arrecadação de jogos determinaram o desempenho financeiro ruim. Com a venda de atletas, o JEC apurou receita de R$ 5,5 milhões em 2016.

    • Exportação cresce

      O polo moveleiro do Planalto Norte catarinense, que engloba os municípios de São Bento do Sul, Rio Negrinho e Campo Alegre, registrou aumento de 11% nas exportações no primeiro semestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. O faturamento alcançou US$ 60 milhões. São Bento do Sul permanece na liderança das exportações nacionais de móveis. A cidade é responsável por 37% das vendas do Estado e 14% do País. Os principais países compradores dos móveis fabricados em Santa Catarina são Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha e Espanha.

 
 

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