Como a indústria de Joinville se prepara para enfrentar os desafios do futuro em meio à crise - Economia - A Notícia

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Inovação e tecnologia25/05/2017 | 07h01Atualizada em 25/05/2017 | 10h40

Como a indústria de Joinville se prepara para enfrentar os desafios do futuro em meio à crise

Índices de desemprego crescentes fazem o setor secundário da cidade buscar meios alternativos para se manter competitivo

Como a indústria de Joinville se prepara para enfrentar os desafios do futuro em meio à crise Maykon Lammerhirt/Agencia RBS
Foto: Maykon Lammerhirt / Agencia RBS

Os últimos anos têm sido desafiadores para a indústria, um dos setores que mais empregam pessoas e arrecadam impostos em Joinville. A crise econômica que atinge o País pegou boa parte das empresas desprevenida, deixando-as em uma verdadeira encruzilhada, onde se faz necessária, muitas vezes, uma escolha: cortar investimentos ou reduzir postos de trabalho.

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O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, levantamento mensal que serve de termômetro para o setor, tem mostrado grandes oscilações. Entre 2014 e 2015, por exemplo, a população economicamente ativa de Joinville, índice que designa o número de pessoas inseridas ou que pretendem se inserir no mercado de trabalho para exercer uma atividade remunerada, encolheu bastante.

De acordo com o Caged, houve retração de quase 30 mil postos de trabalho no período, baixando de 122.338, em 2014, para 93.196, em 2015. E o setor secundário, que tem como base a indústria da transformação e da construção civil, foi o mais atingido. 



Em 2014, o setor secundário de Joinville contava com 46.702 pessoas inseridas no mercado de trabalho. Em 2015, esse número caiu para 31.376. Pelo menos o primeiro trimestre deste ano já deu sinais de recuperação, com saldo positivo de 2.056 empregos no setor, informa o Caged.

Para avaliar o atual momento da indústria, as tendências do mercado e o futuro dos profissionais do setor, o jornal "A Notícia" produziu um conjunto de reportagens que começa a ser publicado nesta quinta-feira, Dia da Indústria. O material será dividido em três partes.

No primeiro capítulo, será mostrada a realidade da indústria na cidade, com análises dos números por parte da Fiesc e de economistas. Também haverá uma linha do tempo com o resgate histórico das datas de fundação das principais empresas em Joinville.

No segundo capítulo, que será publicado na edição de sexta-feira, o foco será a indústria 4.0 e como ela é trabalhada em Joinville, os impactos dessa transformação, além da avaliação e projeções para o futuro. Também será mostrado como as empresas Embraco, Whirlpool e Pollux trabalham com a automatização de setores, as tarefas que os equipamentos desempenham e como isso impacta na produtividade dos funcionários das empresas.

No terceiro capítulo, que será publicado no fim de semana, o perfil do profissional do futuro ganhará destaque, como ele terá de se adaptar à nova realidade das indústrias e de que forma as escolas técnicas preparam essa mão de obra. Assuntos que certamente darão subsídios para novos debates. 

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