Prejuízos da ressaca chegam a R$ 1,5 milhão em Barra Velha e Barra do Sul - Economia - A Notícia

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Litoral Norte10/11/2016 | 13h57

Prejuízos da ressaca chegam a R$ 1,5 milhão em Barra Velha e Barra do Sul

Para secretários de Turismo dos dois municípios, danos não comprometem a alta temporada

Prejuízos da ressaca chegam a R$ 1,5 milhão em Barra Velha e Barra do Sul Salmo Duarte/Agencia RBS
Trabalhos em Barra Velha ainda devem continuar por mais uma ou duas semanas Foto: Salmo Duarte / Agencia RBS
Alex Sander Magdyel

alex.cardoso@an.com.br

A ressaca da última semana de outubro causou prejuízos em cidades do Litoral Norte de Santa Catarina. Somados, os estragos em Barra Velha e Balneário Barra do Sul chegam a R$ 1,5 milhão, de acordo com as prefeituras.

O maior valor é em Barra do Sul, onde a Prefeitura informou que os danos causados pela ressaca podem custar mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos. Em Barra Velha, o prejuízo estimado é de R$ 500 mil.

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De acordo com a Prefeitura de Barra do Sul, as "ruas ficaram intransitáveis causando muito transtorno aos moradores e um verdadeiro estado de emergência em todo município". Segundo o secretário de Turismo, Sergio Luiz Souza, a Prefeitura já se prepara para uma possível ressaca no próximo domingo. Mesmo com os prejuízos, ele acredita que a alta temporada não será prejudicada.

— Nossos eventos são feitos em outra área, não tem problema, não vai atrapalhar. A Prefeitura está fazendo uma parte, os moradores também estão ajudando — afirma.

De acordo com Ricardo de Assis Pereira, coordenador da Defesa Civil de Barra do Sul, 400 metros de enrocamento - contenção de pedras para proteção da orla da praia - foram prejudicados pela ressaca. Três postos de salva-vidas foram destruídos, além de parte da estrutura de iluminação pública. Os acessos às praias também foram danificados e um deque foi atingido parcialmente.

Praias da região Norte contabilizam estragos após ressaca

A alta temporada em Barra Velha também não deve ser prejudicada. É o que diz o secretário de Turismo, João Antonio Vicente. Os trabalhos iniciados na segunda-feira posterior à ressaca devem continuar por mais uma ou duas semanas.
 
— Não vai interferir na alta temporada. As pessoas podem vir tranquilamente aproveitar a praia porque está tudo em ordem — afirma o secretário.
 
Segundo João, o asfalto precisa ser recuperado na praia do Grant, além de um trecho da margem onde a maré bateu e arrancou a vegetação. Ali, foram colocadas pedras para conter as ondas. Na praia da Península, ele conta que as ruas que foram interditadas já estão liberadas. Os trabalhos na praia Central estão quase concluídos.
 
32 cidades do litoral catarinense tiveram registros de ressaca

A Notícia também entrou em contato com as prefeituras de Itapoá e São Francisco do Sul. A Secretaria de Turismo de Itapoá ainda não concluiu o levantamento do valor dos prejuízos. A prefeitura de São Francisco não fará esse levantamento. As duas prefeituras informaram apenas quais foram os danos causados.

Entre os estragos em Itapoá, estão residências e comércios destruídos e o calçadão da avenida Bento Francisco da Silva, que foi danificado em vários trechos.

Em São Francisco do Sul, cerca de 50 casas foram atingidas na localidade de Sandra Regina, mas sem danos muito graves. Na região das praias, algumas casas foram afetadas, mas a Prefeitura não informou a quantidade. O deque de Ubatuba e o calçamento do Centro Histórico também foram danificados.

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