Economia, A Notícia, clicRBSA Notíciahttp://anoticia.clicrbs.com.br/sc/urn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-iatom© 2011-2018 clicrbs.com.br2018-02-21T05:35:36-03:00urn:publicid:clicrbs.com.br:24097516Joinvilenses pagam em média R$ 78 mil por hora em impostosValor que considera todos os tributos arrecadados na cidade de 1º de janeiro até 20 de fevereiroé maior do que o montante no mesmo período dos últimos anos, revela site Impostômetro2018-02-21T05:35:36-03:002018-02-21T05:35:36-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSSalmo DuarteJoinvilenses pagam em média R$ 78 mil por hora em impostosA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24097516Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-joinvilenses-pagam-em-media-r-78-mil-por-hora-em-impostos-10169246Joinvilenses pagam em média R$ 78 mil por hora em impostosValor que considera todos os tributos arrecadados na cidade de 1º de janeiro até 20 de fevereiroé maior do que o montante no mesmo período dos últimos anos, revela site Impostômetro2018-02-21T05:35:36-03:002018-02-21T05:35:36-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brOs contribuintes de Joinville pagaram pouco mais de R$ 95,6 milhões em impostos de 1o de janeiro até a última terça-feira, cerca de R$ 78 mil por hora. Os dados são do Impostômetro, site mantido por entidades comerciais paulistas e pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação de São Paulo. A página acompanha em tempo real os tributos brasileiros e reverte os valores naquilo que poderia ser investido com os recursos. Para efeito de comparação, com o dinheiro pago em impostos pelos joinvilenses neste ano seria possível construir cerca de 38 novos centros de educação infantil (CEI) nos moldes do Laércio Beninca, inaugurado no ano passado pelo município, com capacidade para 304 crianças. Seria um incremento de 11,5 mil vagas na rede municipal de ensino. Neste ano, por exemplo, a prefeitura precisou firmar convênio com creches privadas e sem fins lucrativos para garantir vagas para 3.259 crianças.Na área de infraestrutura, os impostos pagos poderiam ser usados para construir quatro novos elevados, parecidos com o recém-construído na esquina da avenida Santos Dumont com a rua Tuiuti. O valor também poderia ser revertido em 126 quilômetros de ruas pavimentadas, se comparado ao investimento de R$ 61 milhões financiados pela prefeitura com a Caixa Econômica Federal em 2017 para pavimentar 81 quilômetros.No ano passado, foram arrecadado R$ 555 milhões em Joinville. Uma pequena parte do valor permanece nos caixas do município, enquanto a maior fatia vai para a União.De acordo com a média de repasses de 2016, divulgada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, a divisão da arrecadação de impostos é de aproximadamente 7,55% para a prefeitura, 27,1% para o Estado e 65,4% para o governo federal. Considerando o valor apurado pelo Impostômetro neste ano, isso representaria R$ 7,21 milhões para a prefeitura, R$ 25,9 milhões para o governo estadual e R$ 62,5 milhões para a União. Depois, os governos estadual e federal repassam parte dos recursos que competem à prefeitura de impostos pagos a eles, como o IPVA e o IPI.Das sete capitais regionais do Estado, Joinville possui o segundo maior valor de arrecadação de impostos no período. Florianópolis aparece na frente com R$ 134,6 milhões pagos até ontem. Blumenau tem o terceiro maior montante (R$ 65,3 milhões), seguida por Chapecó (R$ 30 milhões), Criciúma (R$ 21 milhões) e Lages (R$ 12 milhões).Economista defende distribuição por rendaPara o professor de economia Fabiano Dantas, a carga tributária brasileira é alta, mas não está nem perto das maiores do mundo. No entanto, ele aponta dois grandes problemas que causam a insatisfação na população em relação aos impostos. O primeiro é o contribuinte não sentir na prática um retorno dos valores que são pagos em tributos.— Você paga, mas não tem o retorno. Não tem educação de qualidade, serviço bom de segurança e nem boa infraestrutura — explica.O outro tópico, apontado pelo especialista como o mais complicado, é a falta de progressividade do tributo no país. Ou seja, o pobre paga mais em impostos do que o rico em termos percentuais. Segundo Dantas, existe uma tributação forte sobre o consumo, mas deveria ser sobre a renda. Isso faz com que quem ganha mais seja tributado, mas quem ganha menos tem de pagar muito tributo em cima do consumo.— No fim das contas, o percentual mais rico da sociedade acaba pagando uma alíquota de tributo sobre a renda menor do que a faixa mais pobre da sociedade. Isso gera uma insatisfação muito grande — aponta.Untitled infographicInfogramArrecadação cresce 7% neste anoOs dados do Impostômetro revelam um crescimento na arredação nos primeiros 51 dias deste ano, se comparado ao mesmo período do ano passado. Em 2017, foram R$ 89,3 milhões, o que representa um aumento de 7% em 2018. No entanto, o crescimento está abaixo do avanço que houve entre o mesmo período de 2016 para 2017, quando a arrecadação aumentou em 30,3%, passando de R$ 68,5 milhões para R$ 89,3 milhões.O economista Fabiano Dantas explica que o incremento na arrecadação deste ano acontece porque houve alterações na tributação, com alguns aumentos que geram reflexo. Outra razão que pode ter ajudado é a mudança no andamento da economia, que, segundo o especialista, teve uma redução nos impactos negativos.Por outro lado, ele aponta que o crescimento da arrecadação poderia ser ainda maior, mas o aumento da informalidade no emprego pode deixar os números subestimados. Isso porque o trabalho informal cresceu nos últimos anos por causa da crise econômica e financeira. Dantas explica que, se houvesse o aumento da formalidade, seria possível que a arrecadação fosse ainda maior.Para isso, ainda é necessária a retomada de economia ao patamar anterior a crise. O especialista diz que é difícil saber como será o ano em relação à recuperação econômica e o motivo principal é um cenário confuso, de instabilidade e insegurança.– Temos uma nuvem de incertezas que faz com que as empresas acabem dando uma segurada – explica.Porto Alegre, RSA NotíciaJoinvilenses pagam em média R$ 78 mil por hora em impostosA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-joinvilenses-pagam-em-media-r-78-mil-por-hora-em-impostos-10169246Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24095757Desvalorização do arroz preocupa agricultores no Norte de SCSafra 2018 registra aumento da produtividade, mas esbarra no alto estoque do grão2018-02-20T09:28:58-03:002018-02-20T09:28:58-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSSalmo DuarteDesvalorização do arroz preocupa agricultores no Norte de SCA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24095757Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-desvalorizacao-do-arroz-preocupa-agricultores-no-norte-de-sc-10168721Desvalorização do arroz preocupa agricultores no Norte de SCSafra 2018 registra aumento da produtividade, mas esbarra no alto estoque do grão2018-02-20T09:28:58-03:002018-02-20T09:28:58-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brAs cerca de mil famílias dos 12 municípios que compõem a cadeia produtiva do arroz no Norte de Santa Catarina encaram sentimentos opostos na safra de 2018. Por um lado, a produtividade é tida como excelente, mas na outra ponta a desvalorização no preço da saca preocupa. Mais de 70% do grão já foram colhidos nas lavouras desde 15 de janeiro e a estimativa é de que até o fim deste mês a quantidade colhida chegue a 170 mil toneladas no ano, superando as 167 mil de julho de 2017. Porém, o preço pago aos rizicultores por cada saca chega a ser quase um terço menor que o cotado no ano passado.A explicação para a desvalorização é o fato de que a boa safra registrada em 2017 em conjunto com a nova colheita provocou acúmulo de estoque do grão. Com isso, há redução do preço pago pelos mercados às refinarias e também afeta diretamente no faturamento dos produtores. Em 2017, o valor por saca de 50 quilos variava de R$ 43 a R$ 45. Desta vez, a mesma quantidade de arroz em casca começou o ano vendida a R$ 33 e hoje chega a ser fornecida por R$ 31,50 na região.De acordo com Hector Silvio Haverroth, gerente regional da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), com essa perspectiva, os produtores comemoram a alta de produtividade, mas já avaliam como certa a perda de faturamento. Já para os consumidores, a tendência é de queda do preço nas prateleiras.— A produtividade está alta, mas o preço pago pela saca de arroz é péssimo para o agricultor, que pode ter queda de até 30% no faturamento. Então ele fica de mãos atadas, e o que se busca é que o governo federal trabalhe com o estoque regulador, ou seja, compre e retire esse volume do mercado para normalizar o preço. Essa é uma política pública, mas que é necessário haver dinheiro para ser feita e estamos na briga para que isso aconteça — afirma Hector.Produtor afirma que não terá lucroRizicultor comenta que Safra de 2018 teve queda no preço da saca do produtoFoto: Salmo Duarte / A NotíciaO agricultor Aquilino Menestrina, 87 anos, trabalha há cerca de 60 anos com a plantação de arroz no bairro Vila Nova, na zona Oeste da cidade. Antes, a família dele já atuava na área da rizicultura em Timbó. Ele possui oito hectares de plantação e começou a colheita ontem. De acordo com o produtor, a safra deste ano será melhor do que no ano passado, mas o preço está bem abaixo do esperado.Aquilino confirma que vendeu a saca de arroz entre R$ 45 e R$ 49 em 2017 e agora o preço gira em torno de R$ 31. Segundo ele, durante cerca de cinco anos o valor se manteve bom, mas neste ano terá dificuldades. Isso fará com que a família Menestrina não tenha lucro com a safra.— Temos que enfrentar isso de novo porque não temos como partir para outra coisa. Temos que continuar mesmo o preço estando fraco — diz.Prejuízo de R$ 33 milhões é estimado para este anoEnquanto não há solução, com um cálculo simples é possível ter uma ideia dos impactos financeiros do descompasso entre a produção e o estoque existente.A safra de 2017, por exemplo, representou aproximadamente R$ 133,6 milhões em movimentação financeira dos produtores de arroz na região. Neste ano, se o quadro atual for mantido, o total deve ser de pouco mais de R$ 100 milhões.No entanto, os números superam os resultados das safras anteriores, prejudicadas por condições climáticas adversas. A produção de arroz na região corresponde ainda a cerca de 25% do total produzido no Estado ? segundo maior produtor nacional do grão e que só no ano passado teve valor bruto de produção avaliado em R$ 1 bilhão.São aproximadamente 22 mil hectares de cultivo nos municípios de Araquari, Barra Velha, Corupá, Garuva, Guaramirim, Itapoá, Jaraguá do Sul, Joinville, Massaranduba, São Francisco do Sul, São João do Itaperiú e Schroeder, todas cidades da região Norte.Porto Alegre, RSA NotíciaDesvalorização do arroz preocupa agricultores no Norte de SCA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-desvalorizacao-do-arroz-preocupa-agricultores-no-norte-de-sc-10168721Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24073520Lançada programação da Expogestão 2018 em JoinvilleTransformação digital e futuro do trabalho estão entre os temas de destaque do evento neste ano, que conta com quatro palestrantes internacionais2018-02-07T17:06:23-02:002018-02-07T17:06:23-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSAndré KopschLançada programação da Expogestão 2018 em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24073520Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-lancada-programacao-da-expogestao-2018-em-joinville-10158747Lançada programação da Expogestão 2018 em JoinvilleTransformação digital e futuro do trabalho estão entre os temas de destaque do evento neste ano, que conta com quatro palestrantes internacionais2018-02-07T17:06:23-02:002018-02-07T17:06:23-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA transformação digital e os impactos das novas tecnologias nas relações de trabalho, nos negócios e no futuro das profissões e carreiras darão o tom das palestras e debates da Expogestão 2018, em Joinville. Os temas aparecem em evidência nas atrações da 16ª edição, que teve a programação lançada nesta quarta-feira (7). O evento, considerado um dos maiores encontros corporativos do País, está marcado para os dias 8, 9 e 10 de maio.Apresentada pelo empresário Giuliano Donini, presidente da comissão organizadora, e Alonso José Torres, da Ópera Eventos, a programação da Expogestão conta com 12 nomes de palestrantes e painelistas confirmados - 85% do total, quatro deles internacionais. Entre os participantes estão o embaixador da Argentina no Brasil, Carlos Magariños, Décio da Silva, presidente do Conselho Administrativo da WEG S.A, Peter Walker, sócio-fundador da R&G Global Consultants e Vince Molinaro, Diretor Global de Soluções Estratégicas na Lee Hecht Harrison.Os convidados terão a missão de expor temas multidisciplinares como liderança, cultura e gestão, comportamento, excelência profissional, inovação e saúde e bem-estar. No centro dos debates também haverá destaque para uma leitura do cenário político-econômico atual.— Temos o compromisso de trazer assuntos que inspirem as pessoas, façam elas inovarem e, a partir disso, evoluam. Vamos trazer muito forte a questão da transformação digital e como ela afeta o dia a dia das empresas, do indivíduo, além da parte da saúde e do bem estar e o futuro do trabalho. Também, no meio do ano, vamos estar em um turbilhão com relação à política e economia e o empresário ele tem que estar atento para essas questões, então trazemos um cientista político fazer uma leitura deste cenário — salienta Alonso.Durante o evento devem ser reiterados ainda os impactos da Internet Industrial, tema de maior destaque na última edição, e um aprofundamento nas novas tecnologias financeiras como o universo das moedas digitais.A exemplo do ano passado, são esperadas mais de seis mil pessoas de mais de 100 cidades nos três dias da Expogestão. A 16ª edição terá em paralelo rodas de negócios, encontro de startups, o Congresso Nacional de Atualização em Gestão e a Feira de Negócios e Relacionamentos - gratuita mediante cadastro. Outros cerca de 40 workshops estão sendo idealizados em cinco salas do Complexo Expoville, com capacidade para até 50 pessoas cada um, que terão palestras gratuitas específicas em torno das temáticas do evento.PALESTRANTES E PAINELISTASCARLOS MAGARIÑOSEconomista, diplomata, fundador da Foresight 2020 e da Global Business Development NetworkTema: O Futuro do trabalhoTítulo: Soluções e oportunidades, presentes do futuro Ficha: Mudança. Futuro. Soluções. Estes três conceitos que balizam a determinação de aproveitar a transformação para alcançar objetivos, incluindo o de vencer ao mesmo tempo desafios dos séculos 19, 20 e 21, serão abordados pelo embaixador Carlos Magariños na palestra de abertura da Expogestão 2018. Para ele – um dos maiores especialistas sobre o impacto do futuro do trabalho na economia, nas empresas e na sociedade, as soluções virão de instituições, porque o protagonismo do futuro está nas pessoas.PETER WALKERSócio cofundador da R&G Global ConsultantsTema: Cultura de GestãoTítulo: Das mudanças individuais à geração de resultadosFicha: Em sua palestra, Walker, que é engenheiro químico e cursou Lean Six Sigma no Centro de Desenvolvimento da Gestão da GE, desvendará o Processo de Aceleração de Mudança e defenderá a importância do desejo individual de transformar e da maneira como se olhas para as empresas, que 80% da mudança corporativa se baseia em comportamento e definição de métricas.VINCE MOLINARODiretor Global de Soluções Estratégicas na Lee Hecht HarrisonTema: LiderançaTítulo: Contrato de liderançaFicha: O que é liderança hoje e como se preparar para ser líder amanhã? Como desenvolver essa capacidade, atrevendo-se a sair da zona de conforto para transformar o mundo ao seu alcance em um lugar melhor? Desenhar e estabelecer um novo contrato de liderança é o tema da palestra de Vince Molinaro, que atua há mais de duas décadas como conselheiro de executivos que buscam aumentar o comprometimento dos líderes em suas organizações.ROBERT PEARLSTEINVice-Presidente para Negócios Corporativos e Desenvolvimento Internacional da SRITema: Inovação e TransformaçãoTítulo: Pesquisa, desenvolvimento e a força transformadora das inovaçõesFicha: A Stanford Research Institute (SRI), ligada à respeitada universidade Stanford, tem sete décadas de atuação voltada para inventar um futuro no qual pesquisa e desenvolvimento fazem da inovação uma realidade em setores de ponta – como neurociência à microrobótica, da biotecnologia à energia e da cibersegurança a inteligência artificial. Pearlstein apresentará na Expogestão as tecnologias que estarão em breve em nosso cotidiano e também trará a reflexão e o aprendizado de pesquisa, desenvolvimento e inovação da SRI baseados na prática de negócios bem sucedidos, nos Estados Unidos e no mundo, provocando um repensar sobre o que é inovação hoje.GIL VAN DELFTPresidente da Michael Page BrasilTema: Talentos e novas tecnologiasTítulo: O profissional do amanhã – mitos e fatosFicha: O impacto das novas tecnologias nas relações de trabalho, no perfil das profissões e no futuro das carreiras é um caminho sem volta. A inteligência artificial, antes associada a um futuro longínquo, entrou com força na vida das pessoas e das corporações. Como os líderes, executivos e gestores podem se preparar para esse novo contexto, no qual a inteligência artificial terá um papel crescente, é o ponto de partida da palestra de Gil van Delft, CEO do Page Group – que volta à grade de palestrantes na Expogestão 2018. Com base em dados levantados pela empresa, líder global em recrutamentos especializados, Gil indicará como profissionais que já estão no mercado de trabalho podem fazer a transição para carreiras e postos de trabalho que hoje não se sabe quais serão; e como as empresas podem se preparar para esse percurso.FABIANO MOULIN DE MORAESNeurologista e mestre em ciências, membro titular da Associação Brasileira de NeurologiaTema: Saúde e bem-estarTítulo: O cérebro, nosso guia pela jornada da vidaFicha: Para a maioria dos executivos, a lista dos motivos mais corriqueiros e perfeitos para causar estresse parece infindável. A opção a ficar estressado ou deprimido é mudar de dentro para fora. Pensar no que é saúde leva a outra questão, mais básica, fundamental e fascinante: o que é a vida? Para o médico Fabiano Moulin de Moraes, especialista em Neurologia do Comportamento e da Cognição, a partir do entendimento científico da vida é possível elaborar um conceito sobre o que são saúde, doença e morte e, principalmente, estimular e incentivar nosso papel nessa construção. E mais: esse processo ajuda a descobrir as finas relações que se estabelecem entre a saúde e o adoecimento do corpo biológico e do corpo social.MARCOS PIANGERSJornalista, escritor, radialista e apresentadorTema: ComportamentoTítulo: A mudança que você faz no mundoFicha: Diante do passo exponencial das revoluções tecnológicas, o controle dos algoritmos e a impressionante aderência das novidades às mais diferentes camadas etárias e sociais, como podemos usar essas mudanças a favor das relações afetivas, familiares e profissionais, lançando novos olhares sobre o mundo e sobre a realidade de cada um? É a partir desse fio condutor que Marcos Piangers conduzirá os congressistas da Expogestão à trajetória de pensamento com a qual cada um encontrará pontos de identificação e tangência. Em síntese, o palestrante lança um profundo olhar sobre as relações – sociais, profissionais, familiares, consigo -, neste mundo permeado pelas tecnologias digitais.DÉCIO DA SILVAPresidente dos Conselhos de Administração da WEG, da Oxford e da WPA, membro do Conselho de Administração da Tigre e do Conselho Consultivo da HavanTema: Cultura de gestãoTítulo: Conselhos que todo líder deve levar em contaFicha: Empresário admirado por gestores públicos e privados do Brasil e do exterior, Décio da Silva é um defensor contumaz do tripé de preceitos que seu pai lhe transmitiu: visão de longo prazo, execução e pessoas. Décio leva para a Expogestão reflexões e ensinamentos sobre processos de decisão de investimentos, governança familiar, profissionalização da empresa WEG, papel do CEO e do presidente de conselho, além de passar a visão prática de quem já passou por todas estas experiências.SESSÃO: TRANSFORMAÇÃO DIGITAL E NOVOS NEGÓCIOSFERNANDO ULRICH (palestra 1)Economista, especialista de criptomoedas na XP Investimentos, conselheiro do Instituto Mises BrasilTítulo: Moedas digitais – a democratização da inovaçãoFicha: Considerado o maior especialista em criptomoedas do Brasil, Fernando Ulrich vislumbra nelas um potencial bem além de uma simples moeda digital. São, na verdade, uma invenção tecnologia disruptiva, capaz de formar e sustentar sistemas de pagamento globais, sem fronteiras, que funcionam em redes distribuídas e independentes dos sistemas financeiros tradicionais, com valores determinados livremente pela oferta e pela demanda. Como empresas dos mais diversos setores podem aprender com a experiência das que já aceitam moedas digitais em transações – a exemplo de Dell, Microsoft e Expedia? Por que o tema é tão polêmico no Brasil, a exemplo da Bitcoin? Estes serão alguns dos pontos levantados por ele na Expogestão.OLIVER CUNNINGHAM (palestra 2)Sócio na área de Estratégia & Operações em Serviços Financeiros da KPMGTítulo: Novos mapas mentais, novos modelos de negóciosFicha: Com vasta experiência em bancos, gestão de ativos, meios de pagamento, seguradoras e fundos de pensão, Oliver Cunningham defende que as inovações digitais disruptivas - a exemplo de modelos descentralizados de negócios, inteligência artificial, blockchain, moedas digitais, big data – causarão um impacto cuja magnitude ainda nem seja possível antever. E mais: quando somadas a alterações na curva demográfica, nos valores sociais e no comportamento dos clientes, os resultados serão ainda mais impressionantes. Nesse cenário, o desafio é criar novos mapas mentais que compreendam a mudança. Esses aspectos serão destacados ao longo da explanação do painelista.SESSÃO: CENÁRIOS - ECONOMIA & POLÍTICACARLOS ALBERTO PRIMO BRAGA (palestra 1)Mestre e doutor em Economia pela Universidade de Illinois, professor de Economia Política Internacional no IMD (Suíça), professor associado da Fundação Dom Cabral e ex-Diretor do Banco MundialTema: Cenário econômicoFicha: Braga traz em seu currículo experiências docentes em instituições acadêmicas de calibre, como a Universidade de São Paulo, a escola suíça de negócios International Institute for Management Development (IMD), eleita pela terceira vez consecutiva a melhor do mundo na categoria “open programmes” pelo Financial Times e o título de Professor Associado na prestigiosa Fundação Dom Cabral, além de ter passado por outras das melhores escolas de gestão do planeta, a exemplo da Universidade de Harvard, como aluno, palestrante ou professor convidado. Ex-Diretor de Relações Exteriores do Banco Mundial, com sede em Paris, tem no radar um profundo conhecimento de questões internacionais de impacto para a economia brasileira, além de navegar com maestria pelos fundamentos do quadro econômico nacional.RAFAEL CORTEZ (palestra 2)Sócio da Tendências Consultoria, doutor em Ciência Política pela USP, professor universitário, especialista em instituições brasileiras, política comparada e economia política.Tema: Cenário PolíticoFicha: Em meio a um cenário de transformações acirrado nos últimos anos, a transição política se tornou mais complexa e voltou a integrar o cerne da pauta do dia, a afetar a atividade profissional de todos e a indicar os rumos do país para 2019. Especialista em instituições brasileiras, política comparada e economia política, Rafael Cortez desvenda com perícia admirável o xadrez do jogo político e de suas inter-relações com a vida econômica brasileira. Que cenários políticos se delineiam no curto, no médio e no longo prazo e como impactam no cenário econômico, na tranquilidade dos mercados e, por decorrência, na vida das empresas? Como precificar os riscos políticos e as perspectivas que devem ser levadas em conta no desenvolvimento das estratégias corporativas, em meio à efervescência cotidiana da caixa de Pandora dos fatos políticos? Cortez é responsável por análise política na Tendências Consultoria Integrada, uma das maiores consultorias econômicas do país, referência em assuntos econômicos, financeiros e políticos.Porto Alegre, RSA NotíciaLançada programação da Expogestão 2018 em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-lancada-programacao-da-expogestao-2018-em-joinville-10158747Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-mega-sena-pode-pagar-r-48-milhoes-neste-sabado-10151428Mega-Sena pode pagar R$ 48 milhões neste sábado2018-02-03T10:35:18-02:002018-02-03T10:35:18-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Mega-Sena acumulada pode pagar um prêmio de R$ 48 milhões ao apostador que acertar as seis dezenas do concurso 2.010, que será realizado a partir das 20 horas deste sábado, 3.O sorteio será realizado no Caminhão da Sorte da Caixa que está estacionado em Macapá (AP). As apostas podem ser feitas até as 19 horas (horário de Brasília) deste sábado (3) em qualquer lotérica do País.Caso apenas um ganhador leve o prêmio da Mega-Sena e aplique todo o valor na poupança da Caixa, receberá mais de R$ 191 mil apenas em rendimentos mensais.A Mega-Sena paga milhões para o acertador dos seis números sorteados, informa em nota a Caixa. Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para apostar, basta marcar de 6 a 15 números do volante, podendo deixar que o sistema escolha os números (Surpresinha). O apostador pode concorrer com a mesma aposta por 2, 4 ou 8 concursos consecutivos (Teimosinha).Clientes com acesso ao internet banking Caixa também podem fazer suas apostas na Mega-Sena pelo seu computador pessoal, tablet ou smartphone. Para isso, basta ter conta corrente no banco e ser maior de 18 anos. O serviço funciona das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteios (quartas e sábados), quando as apostas se encerram às 19h, retornando às 21h para o concurso seguinte.Porto Alegre, RSA NotíciaMega-Sena pode pagar R$ 48 milhões neste sábadoA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-mega-sena-pode-pagar-r-48-milhoes-neste-sabado-10151428Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24064962Inaugurada expansão da fábrica da General Motors em JoinvilleExpectativa é de que unidade possa gerar, no futuro, 400 novos empregos diretos e indiretos2018-02-02T17:07:01-02:002018-02-02T17:07:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDiorgenes PandiniInaugurada expansão da fábrica da General Motors em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24064962Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-inaugurada-expansao-da-fabrica-da-general-motors-em-joinville-10143726Inaugurada expansão da fábrica da General Motors em JoinvilleExpectativa é de que unidade possa gerar, no futuro, 400 novos empregos diretos e indiretos2018-02-02T17:07:01-02:002018-02-02T17:07:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brInaugurada nesta sexta-feira (2), a expansão da fábrica da General Motors (GM) Mercosul, em Joinville - orçada em R$ 1,9 bilhão -, consolida os investimentos da multinacional em Santa Catarina. Em operação desde outubro de 2012, a unidade marca uma nova fase da empresa, dona da marca Chevrolet, que quadruplica de 15 mil para 62 mil metros quadrados sua área física para a produção de motores e cabeçotes na cidade.O valor investido é mais de cinco vezes o valor inicial da instalação da GM no município, na época de R$ 350 milhões. Com a nova estrutura, a empresa vai ampliar de seis para nove linhas de fabricação e projeta aumentar, a partir de 2021, a capacidade de produção anual de 120 mil para 420 mil motores, além de blocos e cabeçotes. No mesmo período, de forma gradual, devem ser criados cerca de 400 novos empregos diretos e indiretos na planta de Joinville, quase o dobro do número atual, que varia entre 230 e 240 funcionários.Foto: Diorgenes Pandini / Diário CatarinenseOs números foram apresentados pelo vice-presidente da General Motors Mercosul, Marcos Munhoz, na cerimônia de inauguração da área recém construída. O evento aconteceu às 10 horas e reuniu autoridades como o prefeito de Joinville, Udo Döhler, o governador do Estado, Raimundo Colombo, e o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima.Munhoz destaca que este investimento transforma a unidade da GM em Joinville na principal fábrica de motores da América do Sul. O espaço também receberá tecnologias de manufatura avançadas e é intitulada a fábrica mais sustentável da empresa no mundo. Para ele, um demonstrativo que a decisão de investir na cidade deu certo.— Todas as fábricas que a GM abre são longevas porque a gente pensa muito para selecionar onde investir e se você me permite uma figura de linguagem, fizemos o primeiro investimento em Joinville há cinco anos e talvez fosse um namoro, que de fato se transformou em um casamento. Esse segundo grande investimento mostra que a cidade queria nos receber, nós viemos e hoje retribuimos promovendo essa expansão — justifica.Entre os fatores que contribuem para a aplicação de recursos na GM do Norte catarinense pesam a logística, facilitada pela proximidade portuária e dos maiores clientes dos motores produzidos na cidade: as fábricas de Gravataí, no Rio Grande do Sul, e de Rosário, na Argentina. A mão de obra qualificada e a virtude metalmecânica também corroboram para um retorno satisfatório, conforme avaliação da multinacional.Vitrine para novos investidoresSolenidade de inauguração contou com a presença de autoridades e políticosFoto: Diorgenes Pandini / Diário CatarinensePara o prefeito de Joinville, Udo Döhler, o investimento bilionário da GM significa que a cidade está preparada para receber investidores de grande porte. Segundo ele, entre os atrativos de Joinville para a ampliação e instalação de novas unidades fabris destacam-se o suprimento de energia elétrica assegurado para os próximos 30 anos, o que permite triplicar a economia do Município. Ele cita ainda o suprimento de água, a capacidade portuária local e a licitação para o aeroporto industrial.— Hoje a cidade dentro da metalmecânica ela tem o seu ponto forte no segmento automotivo, com as indústrias que fabricam autopeças e blocos de motores, então essa ampliação, para Joinville, tem um significado muito especial e vai atrair novos investimentos. Isso não é só um desejo, sentimos no dia a dia pela procura de novos investidores e também por que acontece em um momento bom porque a cidade se preparou para essa expansão — completa.O governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, aponta a iniciativa de investimento da empresa no Estado como um dos exemplos dos empreendedores que tiveram coragem de desafiar a crise, ajudando na retomada do crescimento econômico. Colombo destaca ainda que a ampliação das atividades da GM demonstram o interesse da companhia em renovar sua parceria com Santa Catarina e Joinville.— Nós conseguimos alcançar o objetivo de ser o último estado a entrar na crise e ser o primeiro a sair dela, os números mostram que conseguimos atingir esse objetivo. Essa superação vem dos empreendedores que, como a GM, apostam no nosso estado e dão oportunidades aos catarinenses — salienta.Setor automotivo apresenta crescimentoEm sua participação na inauguração das novas instalações físicas da General Motors, o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima, apontou os números alcançados pelo setor automotivo no ano passado. Conforme o ministro, o segmento responsável por cerca de 1,6 milhão de postos de trabalho no país foi responsável por 22% do Produto Interno Bruto (PIB) Industrial do País.— A indústria automotiva é um dos principais empregadores e possui grande capacidade de dinamizar a economia nacional. Em 2017, percebemos como o segmento é estratégico para a retomada do crescimento econômico do país, foi ele o que mais colaborou para o crescimento dos 2,5% da produção industrial, após três anos consecutivos de retração — lembrou.Marcos Jorge de Lima ressaltou também que o Brasil conseguiu alcançar vendas recordes de veículos de passageiros para o exterior no ano passado e, segundo estatísticas do ministério, 2017 foi o ano que o país mais exportou veículos na história: 791 mil veículos para 83 mercados diferentes - crescimento de cerca de 40% com relação a 2016, dando otimismo ao setor para 2018.Leia Mais:GM cobra programa Rota 2030 de ministro, em JoinvilleGM vai inaugurar expansão de fábrica de Joinville nesta sexta-feiraPorto Alegre, RSA NotíciaInaugurada expansão da fábrica da General Motors em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-inaugurada-expansao-da-fabrica-da-general-motors-em-joinville-10143726Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24064166Governador autoriza licitação para construir novo portão de acesso no Porto de São Francisco do SulPrevisão é que novo portão terá mais três balanças rodoviárias eletrônicas2018-02-02T12:33:37-02:002018-02-02T12:33:37-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSJulio CavalheiroGovernador autoriza licitação para construir novo portão de acesso no Porto de São Francisco do SulA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24064166Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-governador-autoriza-licitacao-para-construir-novo-portao-de-acesso-no-porto-de-sao-francisco-do-sul-10140301Governador autoriza licitação para construir novo portão de acesso no Porto de São Francisco do SulPrevisão é que novo portão terá mais três balanças rodoviárias eletrônicas2018-02-02T12:33:37-02:002018-02-02T12:33:37-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO governador Raimundo Colombo assinou nesta sexta-feira, em São Francisco do Sul, no Litoral Norte do Estado, o edital para licitar as obras de construção do novo portão de acesso (gate-in) da SCPar Porto de São Francisco do Sul. A obra tem investimento orçado de R$ 4,7 milhões e irá permitir dobrar a capacidade de atuação do terminal portuário. — O investimento melhora a infraestrutura que é necessária pelo aumento de movimentação de cargas no porto. Isso faz com que tenhamos um resultado melhor na operação — disse Colombo.Atualmente, o porto possui um acesso com duas balanças e o novo portão terá mais três balanças rodoviárias eletrônicas. O prazo para a execução da obra é de nove meses. — Outro Gate não é simplesmente outro portão, é outro acesso. Hoje nós temos um acesso com duas balanças e a partir da conclusão dessa obra vamos ter mais uma entrada com três balanças, ou seja, cinco balanças. Vai mais do que duplicar nossa capacidade de operação. É uma nova era para o Porto — explicou o diretor presidente do SCPar Porto de São Francisco do Sul, Luís Henrique Furtado.Além disso, o Porto de São Francisco do Sul tem previsto muitos investimentos além da implantação de oito torres de iluminação e a troca de todo o sistema elétrico no pátio externo, obra com 5% já executada, está entre as mudanças mais significativas com investimento previsto de R$ 9,7 milhões.— Nossa previsão é investir 140 milhões no quinquênio, tudo para melhorar a capacidade operacional do porto. Esses investimentos compreendem obras, melhorias em berços de atração dos navios, iluminação e pavimentação. Foto: Julio Cavalheiro / Secom,DivulgaçãoO diretor presidente da SCPar Porto de São Francisco do Sul, Gabriel Ribeiro Vieira destacou ainda que a nova administração do porto iniciou a condução dos trabalhos no dia 11 de janeiro e garantiu ainda que haverá uma atenção aos pedidos dos servidores e funcionários. Outro aporte financeiro de R$ 8 milhões será destinado à obra do aterro do Berço 201. A atual área alagada está localizada dentro do pátio de circulação de mercadorias e depois de executada vai ampliar a operação no local.O ano de 2017 foi marcado por retomada na movimentação do Porto de São Francisco do Sul, segundo com maior fluxo de movimentação em cargas não conteinerizadas do Brasil. Entre exportação e importação, foram registrados 12.188,865 toneladas com 17% superior a de 2016. Para este ano a expectativa ampliar as cargas em 10%.SCPar Porto de São Francisco do SulEm dezembro de 2017 foi sancionada a lei que autorizou a extinção da autarquia Administração do Porto de São Francisco do Sul. A partir de então, o Governo do Estado de Santa Catarina criou a Sociedade de Propósito Específico (SPE) que passou a administrar o terminal portuário agora denominado de SCPar Porto de São Francisco do Sul e tem como diretor presidente, Luís Henrique Furtado. A SPE também é subsidiária da empresa estadual SCPar, assim como a SCPar Porto de Imbituba, criada para administrar o porto do Litoral Sul desde 2012.— Com essa nova estrutura jurídica ficamos habilitados a fazer esses investimentos e trazer essa melhoria operacional e funcional para o Porto de São Francisco. Com isso, ganha Santa Catarina porque é um vetor importante para o nosso desenvolvimento — concluiu o governador.Porto Alegre, RSA NotíciaGovernador autoriza licitação para construir novo portão de acesso no Porto de São Francisco do SulA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-governador-autoriza-licitacao-para-construir-novo-portao-de-acesso-no-porto-de-sao-francisco-do-sul-10140301Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24052171Produtores de leite do Oeste se qualificam para buscar mercado exteriorA região tem 38 propriedades que contam com certificação sanitária, o maior número em Santa Catarina2018-01-27T08:00:06-02:002018-01-27T08:00:06-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSTarla WolskiProdutores de leite do Oeste se qualificam para buscar mercado exteriorA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24052171Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-produtores-de-leite-do-oeste-se-qualificam-para-buscar-mercado-exterior-10134642Produtores de leite do Oeste se qualificam para buscar mercado exteriorA região tem 38 propriedades que contam com certificação sanitária, o maior número em Santa Catarina2018-01-27T08:00:06-02:002018-01-27T08:00:06-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brDe olho no planejamento do Estado para começar a exportar leite nos próximos anos, o produtor Nilsom Rosalem convenceu a filha mais velha e o genro a ficarem na propriedade, refez as contas e decidiu com a família investir mais no setor. Ele sabe que apesar de a demanda internacional e o maior consumo dependerem de esforço técnico e da vontade política, a ponta mais importante do novo passo recai sobre ele e os outros 60 mil produtores de leite espalhados em Santa Catarina.A família de Nilsom tem 60 bovinos na propriedade na Linha Tiradentes, em Pinhalzinho, a 55 quilômetros de Chapecó. Trinta deles são vacas holandesas que produzem 600 litros de leite por dia, 18 mil por mês. A propriedade de 24 hectares é uma das que estão em procedimento na região para viabilizar a certificação de propriedade livre de brucelose e tuberculose, requisitos sanitários exigidos para exportação. O Estado já é livre da febre aftosa sem vacinação.Na região, assistida pela Cooperativa Regional Itaipu, são 38 propriedades com certificação sanitária entre as mais de duas mil que produzem.– Parece pouco, mas é a região do Estado com maior número de (propriedades) certificados, conforme nos apresentou relatório da Cidasc (Companhia Integrada para o Desenvolvimento da Agropecuária) – argumenta o engenheiro agrônomo e responsável pela área de bovinos de leite da Itaipu, André Balestrini.Os poucos certificados têm explicação. A primeira é que não há lei que obrigue a certificação para venda de leite e de carne bovina no mercado interno, apenas uma instrução normativa federal (62), publicada em 29 de dezembro de 2011 e em vigor desde 2016 para controle das duas doenças sanitárias.Segundo a normativa, todo produtor de leite deveria ter certificação de propriedade livre de brucelose e tuberculose bovina, além de respeitar os limites de células somáticas e bacterianas que influenciam na qualidade do leite. Porém, a própria Embrapa atesta que nem todos os produtores seguem a normativa, por não ter força de lei. Quem segue, ganha a mais por litro de leite acima do padrão, uma forma de os laticínios exigirem qualidade e incentivarem o produtor a agregar valor ao produto.Exames e controle de doenças sanitáriasO outro porém está no preço e na burocracia dos exames. Para obter o certificado de área livre de brucelose e tuberculose, o produtor precisa fazer dois exames em cada animal, ao custo aproximado de R$ 20 por cabeça. O exame de sangue vai identificar se o bovino tem brucelose e o teste de sensibilidade, se está com a bactéria causadora da tuberculose.Em caso de positivo para as doenças, o animal deve ser descartado para abate sanitário.– Já tivemos produtores que descartaram todo o rebanho. Um animal transmitiu para o outro e contaminou todos – ressalta o engenheiro André. Ele defende que a certificação de área livre das doenças também deve ser exigida para gado de corte, não só de leite, já que as doenças sanitárias podem atingir a todos, sem distinção de raça.Para certificação, a propriedade precisa fazer dois exames num intervalo de seis meses. Depois, o exame passa a ser anual, valendo o atestado pelo mesmo prazo.Outro aspecto que está sendo levado muito a sério pelo produtor Nilson, além da certificação, é o controle diário da qualidade do leite, principalmente a contagem de células somáticas e bacterianas. As primeiras não podem ultrapassar 400 mil/ml e as outras 100 mil/ml. Na propriedade dele, ambas não passam de 20 mil/ml.– Temos sempre que melhorar a qualidade, até porque é também uma garantia de melhora no preço. Se conseguirmos exportar, com certeza vão nos pagar mais – projeta.Além da sanidade do rebanho, o Estado precisa investir em melhoramento genético e superar a ineficiência logística que tem na situação precária das rodovias um dos maiores entraves.Investimentos para competirPara aumentar a renda e a produtividade dos animais, a família de Nilsom Rosalem estipulou metas ousadas e investimentos maiores na produção e na qualidade do leite. A busca é por competitividade.O primeiro investimento é no novo sistema de manejo e alimentação dos animais: o compost barn, sistema que prevê o confinamento dos animais em barracões forrados de maravalha ou serragem, tendo a silagem, o feno e a ração como alimentos. O sistema que custará R$ 140 mil, é baseado no bem-estar animal e promete aumentar a produção de três a cinco litros por vaca.- Aumenta porque a vaca não vai precisar se deslocar para se alimentar como fazia no pasto. Sem se locomover, a vaca come de 30% a 40% menos, porém tendo menos desgaste físico de locomoção, ela aumentará a produção – explica o engenheiro André.A meta da família Rosalem é confinar 50 animais, aumentando em 40% o rebanho e 100% a produção em um ano e meio. Com isso, os atuais 18 mil litros por mês se tornariam 40 mil.Hoje, a família tem na atividade leiteira o principal sustendo de três gerações que moram na casa. É claro que o preço do litro de leite ainda não agrada: R$ 1,11 o litro, somando as bonificações de qualidade do leite.- Estamos investindo, prevendo a melhora no preços, porque hoje o custo é alto para manter a produção. De cada R$ 1,11 são R$ 0,90 para custos. Sobram só R$ 0,21 para investir.- O preço ruim é devido à alta importação, o aumento da produção e a queda no consumo no país. Neste cenário, a exportação se torna a válvula de escape. Porém, por enquanto, o produtor está investindo sem saber quanto vai receber (a mais pela exportação) – analisa André.Produção em alta* O leite já é o terceiro item mais importante na composição do Valor Bruto de Produção (VBP) – o total pago aos agricultores – da agropecuária estadual, atrás de aves e suínos. Em 2017, respondeu por R$ 3,5 bilhões do resultado de R$ 29,6 bilhões, conforme a Epagri.* Em 2016, Santa Catarina se tornou o quarto maior produtor do país ao ultrapassar Goiás, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Nos últimos 10 anos, Santa Catarina saltou de 1,7 bilhão de litros produzidos para 3,1 bilhão.* A maior parte da produção catarinense (77%) se concentra no Oeste. Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul lideram o ranking no país.Números do leite no EstadoR$ 3,5 bilhões comercializados em 20173,1 bilhão de litros produzidos em 10 anos77% da produção está no Oeste60 mil produtoresQuarto maior produtor do paísProdução família Rosalem24 hectares de área total9 hectares de pastagem30 vacas em produção600 litros de leite por dia18 mil litros por mêsInvestimento de R$ 140 mil em sistema de pastagemFaturamento de R$ 1,11 ao litro de leiteDesafios para exportaçãoMelhoramento genéticoSanidade do rebanhoEficiência logísticaPorto Alegre, RSA NotíciaProdutores de leite do Oeste se qualificam para buscar mercado exteriorA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-produtores-de-leite-do-oeste-se-qualificam-para-buscar-mercado-exterior-10134642Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24052193Agronegócio de Joinville desperta para novas vocaçõesAlém do tradicional cultivo de arroz, comunidade rural da cidade investe em novas culturas, como a piscicultura, e expande seus horizontes de negócios2018-01-27T06:00:01-02:002018-01-27T06:00:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSCleber GomesAgronegócio de Joinville desperta para novas vocaçõesA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24052193Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-agronegocio-de-joinville-desperta-para-novas-vocacoes-10134645Agronegócio de Joinville desperta para novas vocaçõesAlém do tradicional cultivo de arroz, comunidade rural da cidade investe em novas culturas, como a piscicultura, e expande seus horizontes de negócios2018-01-27T06:00:01-02:002018-01-27T06:00:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brQuando se fala de agronegócio em Joinville, não dá para negar, o arroz ainda é o cultivo mais importante da agricultura local, contudo, a estabilização na produção do grão vem despertando novas vocações para o homem do campo. Dona da maior população rural de Santa Catarina, com mais de 17,4 mil habitantes (IBGE), a cidade reúne quase dois mil produtores rurais, parte deles com investimentos que vão muito além do arroz.Ganham espaço cada vez maiores mercados como a bovinocultura, a piscicultura, a apicultura e a plantação de palmeira real e pupunha. Também se sobressaem o setor granjeiro e do turismo rural, além do cultivo da banana, do aipim, da olericultura e da floricultura, em recuperação pós-crise e responsável por dar à Joinville a alcunha de cidade das flores. Para se ter uma ideia, o município mantém ao lado de Corupá, uma das maiores áreas plantadas de flores do Estado, são ao menos 210 hectares e produção anual de cerca de 1,2 milhão de mudas.A diversificação e o impulso dessas atividades crescem à medida que o arroz mantém estável sua área de plantação e quantidade de produção, apesar de seguir com maior evidência nas propriedades rurais joinvilenses - composta por ao menos 350 produtores. Prova disso são os dados colhidos pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDRural) e da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), que mostram que nos últimos dez anos a produtividade do arroz irrigado manteve índices aproximados.Em 2008, segundo o órgão municipal foram produzidas 22.550 toneladas do cereal em três mil hectares. Enquanto em 2017, a produção chegou a 19.020 toneladas em uma área de 3,1 mil hectares informados nos dados da gerência regional da Epagri. Esse resultado torna a cidade a terceira maior produtora de arroz do Norte catarinense, atrás de Guaramirim e Massaranduba. A produção da região corresponde a pelo menos 25% do total produzido no Estado - segundo maior produtor nacional do grão e, que, só no ano passado teve valor bruto de produção avaliado em R$ 1 bilhão.Estimativas da Epagri demonstram que neste ano o total produzido deve manter o mesmo patamar dos anos anteriores, mas o rendimento financeiro deve ser menor. Isso se dá porque na safra de 2017, por exemplo, o preço da saca abriu em R$ 45 e, neste ano, a R$ 33, abaixo do valor mínimo brasileiro (R$ 36), de acordo com o gerente regional da estatal em Joinville, Hector Silvio Haverroth.— Se a produção atual for mantida, por conta do preço, o produtor pode ter uma quebra de até 30% no faturamento — analisa.Na avaliação dele, essa dinâmica dos fatores pode influir na expectativa do agricultor em continuar na atividade ou migrar para outros cultivos. Alguns dos produtores, por exemplo, acabam arrendando o terreno para terceiros e passam a se dedicar a outros cultivos.Investimento na pisciculturaProdutor rural inicia produção de lambaris em propriedade rural do municípioFoto: Cleber Gomes / EspecialA decisão de arrendar o arrozal foi uma das iniciativas tomadas pelo agricultor Valério Schiochet em sua propriedade, na Estrada do Salto 2, no interior do município. Ele concedeu para terceiros o controle de cerca de oito hectares da plantação e passou a se dedicar ao setor da piscicultura, no qual a cidade também é um dos destaques estaduais. São 202 hectares de lâmina d’água usados por piscicultores no município, parcela significativa dos 854,70 hectares somados em 11 municípios da região. A área joinvilense chega a produzir 1.710 toneladas de peixes anualmente, principalmente a tilápia.O investimento de Valério é feito em um setor que tem espaço ainda maior para crescimento, uma vez que o projeto de criação de lambaris, que desenvolve há dois anos, é pioneiro no município. Segundo ele, a espécie é nativa da região, tem demanda de consumo e serve como alternativa à monocultura, garantindo fonte renda e alimento. A expectativa dele é de que o investimento renda retorno de cerca de seis toneladas do peixe por ano.— Tradicionalmente joinville foi o berço da piscicultura no estado e esse mercado se expandiu e, em termos de assistência técnica e de capacitação houve melhorias. Especificamente essa produção de lambari é um projeto ainda em desenvolvimento, na qual a intenção é produzir, beneficiar e comercializar o peixe congelado, que, já neste ano, deve ter produção próxima do projetado — destaca.O indicativo de acerto no negócio resulta de investimentos feitos em 12 tanques no local e em uma sociedade em Balneário Camboriú para o beneficiamento dos lambaris, seguindo ao final para a comercialização. Os números do Estado também corroboram para a perspectiva, como destacado pela atual Síntese da Agricultura, que apontou crescimento de 1% na produção de peixes de água doce em 2016 com relação ao ano anterior. Nos anos imediatamente anteriores a elevação chegou a variar de 6% a 8%.Em termos financeiros, a piscicultura profissional em Santa Catarina gerou mais de R$ 133 milhões na safra de 2016, considerando o preço de venda em aproximadamente R$ 4,50 por quilo do pescado. A quantia é decorrente de 29.637 toneladas movimentadas por produtores comerciais. Em contrapartida, o incremento poderia ser maior, devido a entraves que ainda limitam o avanço da atividade por conta da falta de licenciamento ambiental e o custo da mesma.Na mesma propriedade outros exemplos de cultivo, parte deles em ascensão, como o caso da plantação de palmeira real e pupunha, são destaque. Há ainda investimento na utilização de tecnologias inovadoras para o campo, que permitem o feitio de produtos diversos para aproveitamento e venda, como farinha de batata doce e de banana - um dos três maiores itens cultivados no interior do município. Em 2016, por exemplo, a bananicultura registrou pelo menos 700 hectares de área plantada e 12.580 toneladas colhidas na cidade, com valor da produção alcançando R$ 6.647.058,40.MERCADOS EM EXPANSÃOPlantação de arroz estagnou e provoca o desenvolvimento de novas culturas na cidadeFoto: Cleber Gomes / Agencia RBSAs palmeiras têm na região Norte a maior plantação no Estado, com estimativa de 4.024 hectares e 19.199.160 hastes. O destaque a nível estadual decorre principalmente da cultura voltada para o palmito (pupunha, palmeira real e imperial), ampliada por substituição de áreas arroz, banana ou pastagens que não viabilizam mais seu cultivo seja por falta de máquinas e mão de obra, seja pela busca de novas fontes de renda nas propriedades.Na cidade, este cultivo vem aumentando ano a ano, sendo que atualmente a área de plantação varia em torno 395 hectares com rendimento de 5,0 toneladas a cada dez mil metros quadrados conforme a Epagri. Esse total coloca Joinville na terceira posição regional na área plantada, abaixo dos municípios de Garuva (400 ha) e Massaranduba (2.000 ha).Considerando o somatório dos diferentes tipos de palmáceas, por exemplo, o crescimento é bastante visível nos dados da SDRural. Há dez anos a cidade contava com 200 hectares de área plantada ante 600 hectares informados à prefeitura no ano passado. A administração municipal contabiliza ainda cerca de, no mínimo, 85 produtores dedicados a atividade.Outros destaques importantes no agronegócio local são as produções de aipim descascado, o desenvolvimento da apicultura e o número de agroindústrias, que chega a mais de 70. No caso do aipim, Joinville mantém aproximadamente 360 hectares de área, a maior dentre os municípios da região, e 6.500 toneladas ao ano, atrás apenas de Jaraguá do Sul, que lidera a produção com 7.000 (t). Já a apicultura vem conquistando destaque nos últimos anos e conta hoje com cerca de 180 apicultores no município, que juntos registram coleta aproximada de 120 mil kg de mel ao ano. Em 2017 foram produzidos 107.043 kg do líquido, quase cinco vezes maior que em 2016 (22.425 kg), porém abaixo dos 121.145kg produzidos em 2014.A importância do setor para a região é refletida ainda no reconhecimento nacional que Joinville vem conquistando nesse mercado. Entre os dias 16 e 19 de maio, a cidade receberá o 22º Congresso Brasileiro de Apicultura e o 8º Congresso Brasileiro de Meliponicultura, no Complexo Expoville. O evento deve contar com mais de 2,5 mil pessoas de todo o país.Produção AnimalA 38ª Síntese Anual da Agricultura de Santa Catarina, divulgada neste mês pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa) da Epagri, demonstra que 60% do valor bruto de produção (VBP) dos principais produtos da agropecuária catarinense são decorrentes da produção animal. A área foi responsável por movimentar R$ 17.8 bilhões dos R$ 29.57 bilhões estimados em 2017.Dentre os dez principais produtos da agropecuária do Estado no ano passado, metade é proveniente do setor: frangos, suínos e bovinos para abate, além do leite e ovos de galinha. Apesar de pequena participação estadual, Joinville é apontada no relatório como origem de 5,60 milhões das 896,81 milhões de aves produzidas em Santa Catarina e destinadas ao abate em 2016.Os dados coletados pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) denotam ainda que, no mesmo ano, o Estado produziu e destinou ao abate 609,7 mil bovinos. Destes, 9.122 foram produzidos na microrregião de Joinville. Já em 2017, entre janeiro e novembro, o rebanho bovino na cidade bateu a marca de 14.773 cabeças. Os suínos têm população menor: 1,6 mil unidades informadas.Outro destaque é a produção leiteira atingida dois anos antes, quando os produtores locais contabilizaram 30,8 milhões de litros produzidos, total 16,2% maior que o registrado em 2011 (26,5 milhões). O último levantamento, preliminar, mostra que, em território catarinense, o leite movimentou R$ 3.5 bilhões em VBP no ano passado.APOSTA ACOMPANHA CRESCIMENTO DO MERCADOAviário Kortmann mantém atividade em funcionamento há mais de 50 anos na produção de ovosFoto: Cleber Gomes / EspecialOs ovos de galinha também tiveram representatividade crescente no período. Em 2017, foram contabilizados pela Síntese, R$ 943.398 milhões de VBP, quantia 13,6% superior ao gerado um ano antes, de R$ 830.137 milhões. O produto é a aposta de duas granjas joinvilenses, que acompanharam o crescimento do mercado consumidor nas últimas décadas. O investimento também apresenta potencial de retorno frente a outros itens da produção animal.Proprietário do Aviário Kortmann, Ademir Kortmann, conta que o pai começou a se dedicar a produção de ovos há mais de 50 anos no município, atividade que atualmente ele dá sequência, chegando a produzir cerca de 630 mil unidades na granja da família. A aposta no produto, segundo ele, deve continuar forte devido a demanda pelo produto, que se intensificou na mesa dos catarinenses.— Vendemos para cerca de 35 supermercados somente na cidade e percebemos que houve crescimento significativo de demanda, tanto é que ampliou o número de concorrentes nas prateleiras. Decidimos manter nossa produção porque aumentá-la não significa redução de custos e é possível trabalhar com qualidade e preço diferenciados — aponta.Na avaliação do granjeiro, o período da crise somado com os desdobramentos da operação carne fraca também influenciaram positivamente para os resultados alcançados pelos produtores de ovos. Isso se deve ao fato de o alimento substituir a proteína da carne, além de ter preço menor. As perspectivas de continuidade no crescimento dos negócios também são boas, conforme o produtor.— É um produto que ainda tem espaço para crescer porque o consumo de ovos no Brasil ainda é inferior a quantidade verificada em países mais desenvolvidos, como o Japão, por exemplo. Outras limitações também estão sendo superadas, como o fim da imagem de que o ovo era vilão para a saúde, havendo estudos que mostram seus benefícios — salienta.A opinião é compartilhada por Diego Lembeck, da Ovos Canela, responsável por produzir em sua propriedade, na localidade de Rio Bonito, mais de 180 mil ovos por dia. Segundo ele, de seis anos para cá a mudança no setor foi ampla e impactou diretamente na participação da empresa nas regiões do Planalto Norte, Vale do Itajaí e Grande Florianópolis. O estabelecimento dobrou há três anos o total da produção diária no aviário.Pequenos produtores, mais diversidadeNa visão de George Livramento, Coordenador de Assistência Técnica e Extensão Rural da Epagri, a grande quantidade de pequenas propriedades rurais potencializa a diversidade de negócios vindos do campo, em Joinville. Para ele, o setor tem espaço para ampliar ainda mais sua participação econômica no município investindo em novas tecnologias.— O Agronegócio de Joinville é bem diversificado e essa característica prevalece não só por porque as propriedades são pequenas e muito parceladas, mas porque as famílias que moram nesses locais garantem sua renda por meio da agricultura. Então, de alguma maneira elas mantém uma atividade ou migram para outras para continuarem na área rural — aponta.Livramento destaca ainda que, além disso, o desenvolvimento de novas culturas se intensifica por conta da localização privilegiada da cidade. Ele considera que a proximidade dos mercados consumidores aos produtores joinvilenses ajuda a contrapor as interferências climáticas na região, que prejudicam determinados cultivos.— Apesar de manter certas limitações tecnológicas, Joinville tem a seu favor uma localização privilegiada que serve de incentivo para a continuidade das produções rurais. Esse potencial é explorado, principalmente porque a própria cidade tem uma boa demanda de compradores, assim como Curitiba que é outro grande consumidor — justifica.SETOR PRIMÁRIO PASSA POR REESTRUTURAÇÃOA Secretaria de Desenvolvimento Rural de Joinville (SDRURAL) ressalta que, nos últimos anos, o setor agropecuário do município já vem passando por uma profunda reestruturação. Para o órgão, a mudança é decorrente da modernização dos sistemas produtivos e abertura do mercado internacional - fatores que põem à prova o modelo tradicional do cultivo joinvilense.Hoje, dos quase dois mil produtores rurais ativos no município, apontado no Cadastro de Contribuintes do Estado de Santa Catarina, menos da metade deles emitem nota fiscal de venda dos produtos. Os entraves para a formalização desses produtores envolvem desafios e dificuldades ligadas principalmente à comercialização, legislação ambiental e sanitária e a crise do cooperativismo. São obstáculos ainda a escala de produção e o alto custo dos insumos.A administração municipal afirma que, por conta disso, ampliou o foco nas respectivas cadeias produtivas da cidade com a criação, no ano passado, da SDRURAL em sucessão à extinta Fundação Municipal de Desenvolvimento Rural 25 de Julho. Entre os focos do órgão estão a gestão das ameaças e das oportunidades provocadas pelas evoluções do setor.‘A Secretaria tem a finalidade de desenvolver políticas de desenvolvimento Rural do Município de Joinville, com amplo trabalho em favor da promoção econômica, social, educacional e cultural da população rural, por meio da realização de estudos, extensão rural, pesquisas e programas que atendam seus objetivos’, sentencia.Porto Alegre, RSA NotíciaAgronegócio de Joinville desperta para novas vocaçõesA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-agronegocio-de-joinville-desperta-para-novas-vocacoes-10134645Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24051406SC liderou geração de emprego no Brasil em 2017Puxado por indústria, Estado criou 29 mil vagas após dois anos de saldos negativos2018-01-26T12:15:36-02:002018-01-26T12:15:36-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarco FaveroSC liderou geração de emprego no Brasil em 2017A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24051406Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-sc-liderougeracao-de-emprego-no-brasil-em-2017-10134406SC liderou geração de emprego no Brasil em 2017Puxado por indústria, Estado criou 29 mil vagas após dois anos de saldos negativos2018-01-26T12:15:36-02:002018-01-26T12:15:36-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brNão é que a economia esteja pujante, mas há sinais de que, pouco a pouco, caminha-se no sentido da recuperação. Com atividade econômica diversificada, SC vem retomando o crescimento mais rapidamente que outros Estados. Prova disso é que foi o que mais gerou empregos em 2017, saldo de 29.441 postos de trabalho formais, conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado nesta sexta-feira, 26, pelo Ministério do Trabalho. SC foi na contramão do Brasil, que fechou 20,8 mil vagas, e o cenário catarinense foi muito melhor que nos anos anteriores. Em 2016 o Estado fechou 32,7 mil postos, e em 2015 bateu recorde negativo ao encerrar 58,6 mil. No entanto, o resultado de 2017 ainda é tímido comparado com os anos pré-crise. Para se ter uma ideia, o saldo do ano passado foi o terceiro pior da série histórica do Caged, que começa em 2002. Em 2014, que esteve longe de ter um grande saldo, SC criou 53 mil postos.Ao longo de todo o ano passado, a alta foi puxada pela indústria que, de janeiro a dezembro gerou 12,4 mil vagas. A seguir aparecem os serviços, com 11,1 mil e comércio, com 8,7 mil. Foi um contexto diferente do observado em nível nacional, no qual a indústria teve a segunda maior redução entre os setores (-19,9 mil), atrás apenas da construção civil (-104 mil). O comércio foi o líder em criação de empregos no Brasil em 2017 ao gerar 40 mil vagas.Dentre as unidades da federação que tiveram redução no número de vagas formais, os líderes foram Rio de Janeiro (-92.192 postos), Alagoas (-8.255 postos) e Rio Grande do Sul (-8.173 postos). Do lado oposto, entre asque mais geraram empregos, depois de SC aparecem Goiás (25.370 postos) e Minas Gerais (24.296 postos). Em dezembro, foram fechadas 22,2 mil vagas em SC. O saldo negativo é comum no mês devido à sazonalidade: há término de contratos temporários de trabalho para o comércio.Porto Alegre, RSA NotíciaSC liderou geração de emprego no Brasil em 2017A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-sc-liderougeracao-de-emprego-no-brasil-em-2017-10134406Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24043234PIS/Pasep: começam os pagamentos para quem tem 60 anos e não é correntista da Caixa ou do Banco do BrasilQuem tem mais de 60 anos e é correntista dessas duas instituições financeiras começou a receber o benefício na segunda-feira. Agora, é a vez dos beneficiários sem contas nesses bancos2018-01-24T08:12:11-02:002018-01-24T08:12:11-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSA NotíciaPIS/Pasep: começam os pagamentos para quem tem 60 anos e não é correntista da Caixa ou do Banco do BrasilA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24043234Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-pis-pasep-comecam-os-pagamentos-para-quem-tem-60-anos-e-nao-e-correntista-da-caixa-ou-do-banco-do-brasil-10130079PIS/Pasep: começam os pagamentos para quem tem 60 anos e não é correntista da Caixa ou do Banco do BrasilQuem tem mais de 60 anos e é correntista dessas duas instituições financeiras começou a receber o benefício na segunda-feira. Agora, é a vez dos beneficiários sem contas nesses bancos2018-01-24T08:12:11-02:002018-01-24T08:12:11-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brIdosos com 60 anos e direito a receber cotas do PIS/Pasep, mas sem conta no Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal, começam a receber nesta quarta-feira (24). Para os correntistas das duas instituições financeiras, o dinheiro entrou diretamente na conta na noite de segunda-feira (22).Esta nova etapa de saques beneficia mais de 4,5 milhões de cotistas do PIS e do Pasep que poderão efetuar o saque de R$ 7,8 bilhões. Em 2017, o governo havia reduzido a idade de 70 para 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres), mas a demanda ficou abaixo do esperado. Por isso, a idade de acesso foi novamente reduzida. Tem direito a receber valores quem trabalhou com carteira assinada entre 1971 e 1988 e ainda não havia sacado o dinheiro. Quem pode sacar- Homens e mulheres a partir de 60 anos têm direito ao saque de cotas dos dois programas. - Trabalhador cadastrado no Fundo até 4 de outubro de 1988 que ainda não retirou o saldo total de cotas na conta individual de participação. - Herdeiros de cotistas que comprovem sua condição. Onde consultar se você tem saldo disponível- No site da Caixa ou Banco do Brasil Como fazer o saquePIS - Caixa Federal- Quem tem até R$ 1,5 mil a receber poderá retirar o valor apenas com a Senha Cidadão, nos terminais de autoatendimento da Caixa. - Quem tem entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil pode fazer o saque com o Cartão do Cidadão.- Para os valores acima de R$ 3 mil, é preciso procurar as agências da Caixa. Documentos que precisam ser apresentadosQuem tem 60 anos ou mais, precisa apresentar um dos documentos abaixo:-Certidão de nascimento; - Certidão de casamento;- Certificado de reservista;- Carteira de identidade;- CTPS;- Título de eleitor.Pasep - Banco do Brasil- Beneficiários que não têm conta no Banco do Brasil precisam consultar o saldo e fazer uma transferência.Calendário- 8 de janeiro: começaram a receber as mulheres com 62 anos ou mais e homens com 65 anos ou mais- A partir de 22 de janeiro: crédito em conta corrente para idosos com idade a partir de 60 anos com conta na Caixa e BB- A partir de 24 de janeiro: saque para idosos com idade a partir de 60 anos- Em qualquer data: saque para aposentados, idosos com mais de 70 anos e herdeiros de cotistas falecidos.Leia mais:PIS/Pasep: catarinenses podem sacar R$ 427 milhões a partir desta quinta-feiraPorto Alegre, RSA NotíciaPIS/Pasep: começam os pagamentos para quem tem 60 anos e não é correntista da Caixa ou do Banco do BrasilA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-pis-pasep-comecam-os-pagamentos-para-quem-tem-60-anos-e-nao-e-correntista-da-caixa-ou-do-banco-do-brasil-10130079Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24025106Balança comercial de Joinville fecha com déficit de US$ 640 milhões Apesar do crescimento das exportações em relação a 2016, o cenário econômico está distante do período pré-crise 2018-01-16T06:00:01-02:002018-01-16T06:00:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSA NotíciaBalança comercial de Joinville fecha com déficit de US$ 640 milhões A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24025106Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-balanca-comercial-de-joinville-fecha-com-deficit-de-us-640-milhoes-10119390Balança comercial de Joinville fecha com déficit de US$ 640 milhões Apesar do crescimento das exportações em relação a 2016, o cenário econômico está distante do período pré-crise 2018-01-16T06:00:01-02:002018-01-16T06:00:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brDepois de seis anos consecutivos de queda, as exportações de Joinville alcançaram resultado positivo no ano passado. O total de vendas para o exterior atingiu US$ 1,07 bilhão, crescimento de 10% na comparação com os 12 meses de 2016 (US$ 970 milhões).Mesmo com a recuperação, o cenário ainda está distante do níveis pré-crise. Em 2010, por exemplo, as empresas joinvilenses conseguiam vender acima de US$ 1,7 bilhão para o mercado internacional e a balança comercial fechava no azul – desde 2011, a cidade importa mais do que exporta. No ano passado, foram importados US$ 1,71 bilhão, déficit de US$ 640 milhões. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que indica ainda elevação das importações depois de dois anos de queda. A alta em 2017 chega a 17% em relação ao acumulado nos 12 meses imediatamente anteriores, quando atingiu US$ 1,46 bilhão. A quantia também é 16% maior que o total de compras no exterior no início da década (US$ 1,47 bilhão), época em que a balança comercial da cidade operava com saldo positivo de US$ 231 milhões.Aumento nos custos da matéria-prima no mercado interno impacta setorFernanda Garcia, presidente do Núcleo de Negócios Internacionais da Associação Empresarial de Joinville (Acij), avalia que um dos fatores de maior relevância para o déficit da balança comercial é o aumento dos custos da matéria-prima no mercado interno, o que impacta diretamente no preço final do produto. Além disso, contribui o fato de Joinville ter mais empresas importadoras do que exportadoras de insumos e a própria economia brasileira.– Por conta do perfil das empresas joinvilenses, de fabricação e industrialização de produtos manufaturados de maior valor agregado, foi necessário buscar novas alternativas para não fecharem as portas diante do cenário econômico brasileiro. A maioria encontrou a solução em desenvolver fornecedor no exterior para manter o equilíbrio, mesmo sofrendo variação cambial. Isso se dá pelo fato de que produzir no Brasil custa muito caro. Algumas delas ainda comentam que muitos dos seus fornecedores brasileiros também foram forçados a importar, por não conseguirem competir com o valor praticado no mercado externo e do alto custo de produção no Brasil – explica.A desaceleração do consumo no mercado interno também é vista como influenciador, mas, na análise da especialista, demonstra oportunidade para que as empresas joinvilenses busquem entender a exportação, vista como uma chance de equilibrar o faturamento com as vendas nos mercados interno e externo.Sinal de recuperação, diz especialistaEspecialista em direito internacional, a advogada Maysa Fischer aponta que o déficit continuado na balança comercial joinvilense reflete o que acontece com o Brasil no mercado externo. Apesar do país ter registrado em 2017 o maior superávit comercial da história, US$ 67 bilhões, quase 20% maior do que em 2016, as importações foram de US$ 150 bilhões, 9,6% a mais que no mesmo período do ano passado conforme os dados do MDIC.A explicação está na escalada na importação de bens de capital, em especial máquinas e equipamentos, o que não ocorria desde março de 2013. O resultado, segundo ela, se mostra importante na retomada de investimentos produtivos.— Com este cenário, o Brasil e muito especialmente Joinville voltam a trilhar o bom e necessário caminho do arrojo produtivo, com foco na competitividade mediante à evolução tecnológica dos processos fabris, bem como com a racionalização do custo industrial e das despesas fixas e variáveis. O que na última linha contribui para a redução do custo Brasil, que é o maior inibidor da expansão da presença dos manufaturados brasileiros em outras regiões mundo a fora. Joinville é um centro manufatureiro por excelência com produtos world class, e o ânimo exportador que fortemente tomou conta dos negócios em 2017 deve permanecer em franco desenvolvimento — aposta Maysa.ACIJ trabalha na capacitação para o mercado internacionalParte da segurada nos investimentos ainda se dá pelo receio dos pequenos e médios empresários quando o assunto é exportação. De acordo com a presidente da Acij, Fernanda Garcia, entre os medos estão o entrave da cultura, o entendimento da operação e o desconhecimento do mercado internacional.— Muitos deles (empresários) ainda têm receio de exportar por acharem que terão que investir ou alterar seu produto para se adequar ao mercado exterior — acrescenta.Para sanar esse descompasso, o Núcleo de Negócios Internacionais da associação empresarial destaca a realização de trabalho de capacitação junto aos micro e pequenos empresários que desejam entrar no mercado externo. As expectativas também são positivas quanto ao crescimento na balança comercial brasileira neste ano. A explicação é de que as empresas estão confiantes em seus negócios, após as turbulências e aprendizados obtidos do ano passado.Relações comerciaisOs países da América seguiram em 2017 como os principais compradores dos produtos de Joinville, mantendo o resultado de um ano antes. Juntos, Estados Unidos, México e Argentina representaram quase metade da receita obtida pelas empresas de locais a partir de negócios realizados fora do país. A liderança na participação das exportações é ocupada pelos EUA, com fatia de 26,52%, decorrente dos cerca de US$ 284 milhões adquiridos em produtos. Já México e Argentina contabilizaram, na ordem, 14,24% e 8,2% de participação.Considerando as importações locais, os destaques são os mercados da China, do Chile e da Argentina, que, juntos, somaram 55,65% de participação, dentre os parceiros comerciais que venderam produtos para empresas da cidade no ano. Foram cerca de US$ 690 milhões em importações provenientes da China; US$ 148 milhões do Chile e US$ 114 milhões do país vizinho.O município mantém outros resultados importantes com negócios fechados no comércio europeu. O Reino Unido e a Itália aparecem como o quarto e quinto colocados entre os territórios com maior montante de compra, tendo exportado US$ 49 milhões e US$ 47 milhões em doze meses. No ramo das importações, a Alemanha é a quarta nação que mais forneceu (em valores) insumos para Joinville: US$ 88 milhões.Foto: Foto: Produtos em destaqueO balanço mostra que a lista dos principais itens de exportação de Joinville foi dominada, especialmente, pelos produtos manufaturados (US$ 1,04 bilhão), depois apareceram materiais básicos (US$ 13,7 milhões) e semimanufaturados (US$ 11,8 milhões). O destaque, em 2017, ficou por conta das peças destinadas aos motores de pistão de ignição por faísca (explosão) e compressão, com participação de 35,91% do total exportado – 185 mil toneladas. Na sequência apareceram as bombas de ar ou de vácuo, compressores de ar e exaustores, com parcela de 28,81% – 89 mil toneladas.Os manufaturados também lideraram os valores de importação: US$ 1,4 bilhão ante US$ 235 milhões dos semimanufaturados e US$ 45 milhões dos itens básicos. O cobre afinado e ligas de cobre, em formas brutas, somaram 8,45% de participação e 23,4 mil toneladas, enquanto os aquecedores elétricos de água e ambientes, além dos eletrotérmicos (secadores de cabelo, frisadores, aquecedores), alcançaram 5,81% e 23,2 mil toneladas.Segunda colocada neste indicador em 2016, a importação de automóveis de passageiros e outros veículos de uso misto e de corrida, por exemplo, teve queda de 83,52% de um ano ao outro, ficando na 28ª posição: reduziu as importações, em valores, dos US$ 107 milhões para US$ 17,6 milhões.Porto Alegre, RSA NotíciaBalança comercial de Joinville fecha com déficit de US$ 640 milhões A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-balanca-comercial-de-joinville-fecha-com-deficit-de-us-640-milhoes-10119390Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:22546850Indicador que reajusta o aluguel caiu: saiba como negociar com o proprietárioNos últimos oito anos, é a melhor oportunidade para tentar manter os valores congelados2018-01-15T09:55:44-02:002018-01-15T09:55:44-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDiego VaraIndicador que reajusta o aluguel caiu: saiba como negociar com o proprietárioA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:22546850Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-indicador-que-reajusta-o-aluguel-caiu-saiba-como-negociar-com-o-proprietario-10118901Indicador que reajusta o aluguel caiu: saiba como negociar com o proprietárioNos últimos oito anos, é a melhor oportunidade para tentar manter os valores congelados2018-01-15T09:55:44-02:002018-01-15T09:55:44-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPara quem paga aluguel, 2017 terminou com uma notícia esperançosa: o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), usado para reajustar a maioria dos contratos de locação de imóveis, teve deflação, algo que não acontecia desde 2009. O acumulado nos últimos 12 meses, fechados em dezembro, ficou negativo em 0,52%. Para se ter uma ideia da diferença, em 2016, no mesmo período, o IGP-M teve alta de 7,17%.Isso quer dizer que inquilinos que têm contratos vencendo precisam ficar atentos. Nos últimos oito anos, esta é a melhor oportunidade para tentar manter os valores do aluguel congelados. Para isso, é preciso negociar com a imobiliária ou com o dono do imóvel.– O IGP-M é o índice mais usado no reajuste do aluguel e, nos últimos anos, sempre tinha alta. Mas é preciso ver o que está no contrato, se é usado mesmo o IGP-M. E também conferir se o reajuste tem de seguir o índice, inclusive se este for negativo. Aí, pode baixar o aluguel – explica o corretor de imóveis Murialdo Crescencio.Demanda altaEssa deflação de 0,52% do IGP-M acumulada em 2017 deve ser usada nos contratos que sofrerão reajuste em janeiro, segundo o economista da Fundação Getulio Vargas (FGV) André Braz. Se o contrato for reajustado em fevereiro, o índice a ser usado deverá ser o acumulado dos 12 meses terminado em janeiro e, assim, sucessivamente. Mas ao longo do ano, o IGP-M não deve repetir em 2018 a taxa negativa de 2017. De acordo com a própria FGV, o IGP-M deve ficar mais alinhado ao Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem projeção de 4,2% neste ano.Ao longo de 2017, a demanda de imóveis ajudou a pressionar para baixo o preço do aluguel. Houve mais oferta do que interessados em alugar.– O preço médio dos aluguéis andou baixando por causa de uma dificuldade para se encontrar locador, isso também por causa da crise. Agora, o IGP-M negativo ajuda a forçar esses preços como estão. Só o fato de não subir já é uma economia importante – avalia Murialdo. PARA O ALUGUEL CABER NO BOLSO: VEJA COMO NEGOCIAR MELHORTEMPO E PACIÊNCIA– A pressa é inimiga para de quem busca a melhor oferta.– Além dos portais específicos de imóveis, barbadas surgem também nas redes sociais.– Faça acompanhamento diário, porque a oferta surge e desaparece rapidamente.INFORMAÇÃO É TUDO– É o que vai dar a você a condição de argumentar com propostas viáveis, tanto para um novo contrato quanto para renovar.– Por isso, analise os valores de aluguéis na região. Saiba a média de preços e perceba quais são os mais caros.– Depois, entre em contato com o dono do imóvel ou a imobiliária para conversar.– Os proprietários, na maioria, preferem reduzir um pouco a deixar o imóvel vazio e arcar com os custos.AVALIAR O VALOR– Confira o aluguel em relação ao preço do imóvel. Até 0,5% do valor de mercado é considerado adequado. (Exemplo: se o imóvel vale R$ 300 mil, o ideal é pagar até R$ 1,5 mil de aluguel).– Caso o valor pedido ultrapasse 0,7%, analise a situação. Se você já aluga, já comece o movimento para buscar uma baixa.UM POUCO MENOS– Ofereça menos do que é o ideal para você, não revele de primeira o quanto gostaria de pagar.– Exemplo: se o aluguel é R$ 1 mil, e o bom para você pagar é R$ 800, ofereça R$ 700. É na contraproposta que pode estar o ideal.PROPOR PARCERIA– Que tal incluir na renegociação a pintura do imóvel ou arrumar algo que precisa ser melhorado?– Se você ou algum familiar sabe mexer com a parte elétrica, por exemplo, pode valer a pena.– Você gastaria com material, por exemplo, e teria um desconto por 12 meses.QUANTO ANTES, MELHOR– Não deixe finalizar o período de contrato para pedir baixa.– Você fica sem prazo de negociação e acaba aceitando o que está previsto.– Antecipe a conversa com o proprietário ou a imobiliária em dois ou três meses.DÊ VALOR A SI MESMO– Na hora de renovar, não esconda as suas qualidades de inquilino.– Reforce que paga o aluguel em dia.– Destaque que, graças aos seus cuidados, o imóvel está em bom estado.– Não é exagero mostrar fotos que comprovem o quanto a propriedade está conservada.FIQUE ATENTO A ESTAS DICAS PARA ALUGARREAJUSTE– Normalmente, o contrato prevê um reajuste por ano com base no Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M).– Esse índice acumulado nos últimos 12 meses está em – 0,52%.CONHEÇA BEM– Teste o chuveiro, pias, descarga e toda a parte elétrica e hidráulica.– Vale perguntar ao síndico ou ao porteiro como é a vizinhança e a segurança.– É bom visitar mais de uma vez antes de locar. Prefira sempre durante o dia para ver melhor possíveis imperfeições.– Preste atenção durante a vistoria antes de começar a morar. Se não notar um dano já existente, pode acabar tendo de pagar por ele.GARANTIASAs principais garantias exigidas para a locação:– Fiador: um terceiro com imóvel, parente ou amigo, que se compromete a cobrir a parcela, caso o inquilino atrase o pagamento.– Seguro-fiança: costuma ser um pouco maior do que uma parcela do aluguel. O valor não é devolvido ao locatário e é pago no ato da entrega das chaves.IPTU, CONDOMÍNIO E TAXAS– IPTU é pago por quem mora de aluguel no imóvel, assim como o condomínio.– Mas algo pontual, como consertar um elevador, deve ser pago pelo dono. Mas sempre vale o que está no contrato.INFILTRAÇÕES E VAZAMENTOS– Quando é originado pelo inquilino, ele paga. Nas outras situações, quem paga é o proprietário.– Nunca faça obra por conta própria e sem autorização, também, por escrito.ANTES DE PARTIR– O locatário é obrigado a devolver o imóvel no estado que o recebeu.Porto Alegre, RSA NotíciaIndicador que reajusta o aluguel caiu: saiba como negociar com o proprietárioA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-indicador-que-reajusta-o-aluguel-caiu-saiba-como-negociar-com-o-proprietario-10118901Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23382982Saiba as melhores opções para investir o seu dinheiro em 2018Cenário de juros em queda torna a renda fixa menos atraente2018-01-14T05:01:01-02:002018-01-14T05:01:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSAdriana FranciosiSaiba as melhores opções para investir o seu dinheiro em 2018A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23382982Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-saiba-as-melhores-opcoes-para-investir-o-seu-dinheiro-em-2018-10117871Saiba as melhores opções para investir o seu dinheiro em 2018Cenário de juros em queda torna a renda fixa menos atraente2018-01-14T05:01:01-02:002018-01-14T05:01:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO ano de 2018, do ponto de vista econômico, começa de maneira bastante distinta dos anteriores: a inflação está abaixo da meta, a taxa básica de juros (Selic) atingiu o menor nível da história, com viés de baixa, a expectativa é de que o crescimento do PIB atinja a casa dos 3%, o que não acontecia desde 2013, e o desemprego também deve cair ao longo do ano, embora a tendência seja de permanecer na casa dos dois dígitos. A sucessão de boas notícias na macroeconomia, no entanto, exige uma mudança de olhar para quem tem dinheiro guardado e pretende investi-lo. Opções antes tentadoras agora já não oferecem a mesma rentabilidade. Diante desse quadro, especialistas em mercado financeiro garantem que chegou a hora de um "amadurecimento" do investidor brasileiro. Explica-se: nos últimos 25 anos, com a taxa Selic em patamares mais elevados, multiplicar o patrimônio não era tarefa difícil. Uma opção simples sempre foi apostar nos títulos públicos, que pagavam muito acima da inflação. Esse tempo, porém, está perto do fim.— Aquela coisa de qualquer aplicação pagar 1% ao mês já não existe mais — diz Annalisa Dal Zoto, sócia fundadora da empresa Par Mais, especialista em investimentos e planejamento financeiro.No atual cenário, a renda fixa fica menos atrativa, porém isso não significa que esse tipo de investimento esteja "morto", como apregoam alguns. Para Henrique Baggenstoss, da Manchester Investimentos, investimentos ligados à inflação mantêm atratividade, especialmente pensando no médio e longo prazo. Ele cita como exemplos alguns papéis públicos e as debêntures incentivadas.Outra opção que tem ganhado atratividade diante da queda da Selic são os fundos multimercados, em que são mescladas aplicações de vários tipos, como renda fixa, ações e câmbio.— Fundos multimercados serão cada vez mais parte das conversas sobre investimentos, pois tendem a se beneficiar de um ambiente de corte de juros e manutenção de uma taxa baixa por um período prolongado — diz Baggenstoss.O amadurecimento do investidor brasileiro também deve levar a um aumento das apostas em renda variável, como a bolsa de valores. Algumas projeções indicam que o Ibovespa possa atingir 89.000 pontos no final de 2018, o que consiste em um potencial de valorização de 16% em relação ao fechamento do último ano. O que também pode atrair mais interessados em 2018 são os fundos de ações, em que um escolhe as ações e aplica os recursos. O risco de perda existe, mas a chance de ganhos superiores no médio e longo prazo também é maior.— De 2010 a 2016 a bolsa caiu 40%. Mesmo assim, muitos gestores fizeram com o dinheiro rendesse mais de 100%. Para um leigo, é muito difícil saber qual empresa é boa. O ideal para isso é você botar em um fundo de ações — diz Annalisa Dal Zotto.Volatilidade eleitoralEm relação ao cenário estritamente econômico, a chance de sobressaltos em 2018 é considerada pequena pela maioria dos analistas. O fator que pode mexer com o mercado financeiro vem de fora: a política. Com eleições presidenciais marcadas para outubro, há chances de crescimento de candidatos vistos com maus olhos pelos investidores. Isso por si só já poderia frear um pouco do entusiasmo. E, como estamos falando de Brasil, nunca pode se destacar o surgimento de fatos novos que movimentem as placas tectônicas da economia, a exemplo do que aconteceu no dia da divulgação da gravação do empresário Joesley Batista com o presidente Michel Temer.— Naquele dia o mercado despencou. E esse tipo de coisa é muito raro de acontecer em economias mais maduras — opina Annalisa.Os tipos de investimentosPoupançaInvestimento mais popular entre os brasileiros, é também o menos indicado por especialistas. No ano passado, a poupança teve o seu maior ganho real desde 2006: 3,88% Mesmo assim, ficou abaixo de outras opções igualmente conservadoras, como os títulos públicos. O rendimento da poupança é equivalente a 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR). Desde 2012, no entanto, uma nova regra passou a valer: toda vez que a Selic ficar abaixo de 8,5%, a correção anual das cadernetas deve ser limitada a um percentual equivalente a 70% dessa taxa mais a TR, que é calculada pelo BC. Títulos públicosNesse tipo de aplicação, você empresta seu dinheiro para o governo em troca de uma taxa de retorno. Há diversas modalidades, sendo a mais conhecida delas o Tesouro Direto. Podem ser pré ou pós-fixados. Como todo investimento em renda fixa, fica menos atrativo em um quadro de redução de juros. Continua sendo uma boa opção, no médio e longo prazo, no caso daqueles que levam em conta os índices de inflação. CDBModalidade em que você empresta dinheiro ao banco mediante uma taxa de retorno. Pode ou não haver percentuais previamente conhecidos. Geralmente utiliza como base o CDI, uma modalidade interbancária, como base. Tem perdido atratividade diante da queda consistente dos juros básicos.Debêntures incentivadasSão títulos de dívidas de empresas de capital aberto (negociadas em bolsa) ou fechado. Pagam ao investidor um valor pre-determinado até o vencimento. Para empresas, é um instrumento de captação de recursos. Para os investidores, o risco é relativamente baixo. Não há tributação de Imposto de Renda. É uma das apostas para o ano de 2018. Fundos multimercadosNesse tipo de investimento, o dinheiro é colocado nas mãos de um gestor, que reinveste em diversos mercados, como ações, renda fixa e câmbio. O controlador pode, por exemplo, investir no dólar australiano diante do iene japonês. Tem ganhado espaço diante do cenário de juros mais baixos. Segundo a investidora Annalisa Dal Zotto, uma taxa de administração justa está na casa dos 2% ao ano, além de 20% daquilo que exceder o rendimento do CDI. Fundos de açõesAqui, o investidor coloca seus recursos em uma carteira de ações, que é administrada por um gestor, com cobrança de uma taxa pre-determinada. Segundo a regulamentação federal atual, dois terços da carteira precisam estar em renda variável. Classifica-se, portanto, como um investimento de risco, que ao mesmo tempo pode dar taxas de retorno muito maiores. AçõesInvestimento direto nos papéis de uma empresa. Pode ser feito sem intermediários, porém exige conhecimento e acompanhamento do mercado. É um investimento de risco, sem garantias, mas que pode render um retorno muito mais alto em caso de acerto nos momentos de compra e venda dos papéis. CriptomoedasSão moedas virtuais que utilizam criptografia para garantir mais segurança às transações financeiras. A mais famosa delas é o Bitcoin, que fechou 2017 com valorização superior a 1.000%. A planejadora financeira Annalisa Dal Zotto, no entanto, não recomenda o investimento no Bitcoin, que ela acredita ser uma bolha que não deve tardar a estourar. Não há objeções, no entanto, a colocar uma parte menor de seu dinheiro em outras moedas virtuais. Na sexta-feira, a Comissão de Valores Mobiliários proibiu que as criptomoedas constem no portfólio dos fundos de investimento.Porto Alegre, RSA NotíciaSaiba as melhores opções para investir o seu dinheiro em 2018A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-saiba-as-melhores-opcoes-para-investir-o-seu-dinheiro-em-2018-10117871Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24022156Lote residual do Imposto de Renda vai beneficiar 6 mil catarinenses com R$ 9 milhõesCrédito será liberado pelo Leão nesta segunda-feira2018-01-13T12:29:27-02:002018-01-13T12:29:27-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFabrizio MottaLote residual do Imposto de Renda vai beneficiar 6 mil catarinenses com R$ 9 milhõesA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24022156Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-lote-residual-do-imposto-de-renda-vai-beneficiar-6-mil-catarinenses-com-r-9-milhoes-10118006Lote residual do Imposto de Renda vai beneficiar 6 mil catarinenses com R$ 9 milhõesCrédito será liberado pelo Leão nesta segunda-feira2018-01-13T12:29:27-02:002018-01-13T12:29:27-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO lote multiexercício de restituição do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF), que contempla as restituições residuais referentes aos anos de 2008 a 2017, está disponível para consulta desde a última segunda-feira, 8. O crédito bancário para 165.898 contribuintes, sendo 6.036 catarinenses, será realizado na próxima segunda-feira, 15, totalizando mais de R$ 310 milhões — sendo R$ 9,2 milhões para o Estado. Desse total, R$ 86 milhões referem-se ao quantitativo de contribuintes de que trata o Art. 69-A da Lei nº 9.784, de 1999, sendo 24.474 contribuintes idosos e 2.491 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na Internet (http://idg.receita.fazenda.gov.br), ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta ao sítio da Receita Federal, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e à situação cadastral no CPF. Com ele, será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF. Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. Foto: Receita Federal / DivulgaçãoLeia também:Novo relatório da Fatma aponta que 62,8% das praias de SC estão próprias para banho144 cidades de SC somam mais de 11,5 mil focos de Aedes aegypt em 2017Como escolher o melhor tipo de boia para o seu filhoPorto Alegre, RSA NotíciaLote residual do Imposto de Renda vai beneficiar 6 mil catarinenses com R$ 9 milhõesA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-lote-residual-do-imposto-de-renda-vai-beneficiar-6-mil-catarinenses-com-r-9-milhoes-10118006Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24021664Fechamento da Cristal Blumenau expõe momento de fragilidade do setor na cidadeFim das atividades da última das três empresas mais antigas que seguia aberta deixou cidade órfã em parte da produção de cristais2018-01-13T06:05:28-02:002018-01-13T06:05:28-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuis Carlos Kriewall FilhoFechamento da Cristal Blumenau expõe momento de fragilidade do setor na cidadeA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24021664Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-fechamento-da-cristal-blumenau-expoe-momento-de-fragilidade-do-setor-na-cidade-10117865Fechamento da Cristal Blumenau expõe momento de fragilidade do setor na cidadeFim das atividades da última das três empresas mais antigas que seguia aberta deixou cidade órfã em parte da produção de cristais2018-01-13T06:05:28-02:002018-01-13T06:05:28-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO forno já não faz calor. Dele emanavam os 1.200 graus Celsius necessários para transformar a matéria-prima em vidro. Desde a fundação da empresa em 1971, ele só havia parado por 30 dias na enchente de 2008. Coube ao foguista Ari Ribeiro Leite, 39 anos, extinguir o fogo que monitorou por duas décadas. Entre máquinas e esteiras paradas, três caixas de madeira guardam as últimas dúzias de taças de vinho, espumante e copos de cerveja feitas na fábrica, que nem chegaram a receber o corte e o polimento que dão forma à borda. O restante é deserto e silêncio no pátio da Cristal Blumenau, que encerrou as atividades no último dia 5.Não foi exatamente uma surpresa. Na década de 1980, auge do setor de cristal artesanal na cidade, três empresas concentravam praticamente toda a produção: Cristais Hering, Cristallerie Strauss e Cristal Blumenau. A fabricação empregava mais de 3 mil pessoas na cidade – hoje o número é de apenas 150. Desde a abertura do mercado para importações, porém, os tempos ficaram cada vez mais difíceis. Em 2009, a Cristais Hering anunciou o fim das atividades, à época com apenas 180 funcionários, sete vezes menos do que os 1,3 mil que chegou a ter nos dias mais brilhantes. Em junho de 2016 foi a vez da Cristallerie Strauss declarar falência e demitir 200 trabalhadores. Sem a Cristal Blumenau, a cidade não tem mais quem fabrique copos e taças de cristal, produtos que já foram uma das marcas da indústria local e funcionavam até como atrativo turístico e de compras. Das três empresas do ramo que mantêm atividade na cidade, duas, a Di Murano e Vidro House, produzem vasos e artigos de decoração. A terceira do setor, a Cristais Tavares, fabrica somente objetos de decoração e de vidro, como vasos de narguilé - mas não produz cristal. Apenas a Oxford, instalada desde 2010 em Pomerode, ainda faz essas taças e copos na região. Concorrência, dívidas e salários atrasados A Cristal Blumenau vinha com dificuldade para fechar as contas há algum tempo. Chegou a cogitar encerrar as atividades em 2005 e 2013. O advogado que representa a empresa, Rogério Luís Goulart de Lima, cita a concorrência com os produtos importados e as dívidas tributárias como os principais obstáculos para que a empresa continuasse viva. Segundo Lima, as dívidas passariam de R$ 10 milhões. O patrimônio, em um levantamento inicial, foi estimado em R$ 7 milhões – em caso de venda em leilão, o valor tende a baixar.– A meta agora é liberar os benefícios como seguro-desemprego, levantar o patrimônio, vender e quitar os débitos – explicou.Foto: Luis Carlos Kriewall Filho / EspecialOs funcionários vinham recebendo os salários de forma parcelada e terminaram 2017 sem receber os vencimentos de novembro, dezembro e o 13º. Uma reunião na sede da Cristal Blumenau na quinta-feira (foto) discutiu como será feita a liberação do seguro-desemprego, já que uma das exigências é a retirada do FGTS, benefício não depositado para parte dos trabalhadores. Os termos de rescisão serão definidos até o final de janeiro. Uma ação coletiva deve cobrar na Justiça os demais valores.O cristal está “no sangue” dos trabalhadoresO lapidador Ademir Regueira diz ter o cristal no sangue. Aprendeu o ofício aos 15 anos, na Cristais Hering. Em 2009, viu a empresa que assinou seu até então único registro na carteira de trabalho desativar a produção e foi trabalhar na Blumenau. Hoje, vê o filme se repetir. Conseguir vaga em uma das duas empresas do ramo remanescentes na cidade é uma esperança para os trabalhadores locais. No caso de Ademir, no entanto, essa possibilidade é remota porque as empresas que ficaram focam na produção de vasos e artigos de decoração, nicho em que a lapidação é atividade pouco utilizada, ao contrário do que ocorria com copos e taças.– Para continuar na área mesmo, só trabalhando em casa – lamenta.Foto: Luis Carlos Kriewall Filho / EspecialDeclínio vem dos importados e da não modernizaçãoO presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Vidros e Cristais de Blumenau (Sindicrip), José de Andrade, conta que, como o forno contínuo não pode ser desativado, na época de auge a Cristais Hering chegava a pagar funcionários nos fins de semana apenas para retirar o vidro do forno e jogá-lo fora, por não ter mercado capaz de absorver a produção. Como o setor caminhou de um patamar que hoje soa como ostentação ao momento atual, com as três principais empresas fechadas?Para o presidente do sindicato patronal, Antônio Marcos Schroth, dificuldades como o fato de as empresas pagarem Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) apesar de terem atividade praticamente artesanal e a falta de uma diferenciação clara entre vidro e cristal, que informe o consumidor e reconheça o chamado cristal puro, foram apontadas como obstáculos. Outra razão estaria na concorrência com os importados, sobretudo da China e do Leste Europeu. Após a abertura do mercado, eles passaram a ter produtos que, embora sem a mesma qualidade, competem com preços bem inferiores.No entanto, uma coisa é consenso entre quem acompanha a trajetória das empresas: o principal problema está na gestão e na não modernização das fábricas. Schroth avalia que dívidas e a falta de profissionalização e investimentos foram os pecados capitais. Enquanto no método artesanal são necessárias 10 pessoas para produzir 700 peças por dia, na indústria do exterior esse volume é alcançado em uma hora de trabalho de máquinas.Empresas remanescentes apostam no mercado de decoraçãoNem só de fragilidade vive o setor de cristais em Blumenau. Se por um lado as tradicionais empresas da década de 1980 fecharam as portas, por outro as remanescentes apostam no mercado de decoração para manter os produtos requisitados no mercado. A Cristais Di Murano, por exemplo, já nasceu, em 1999, com um perfil diferente das companheiras de ramo. Nada de produzir copos, taças ou jarras. O foco é a produção de vasos e peças grandes – de maior valor agregado – usadas para compor decorações de luxo. Com essa estratégia, a empresa conta com 46 funcionários e cerca de 1 mil peças produzidas ao mês. O diretor da Di Murano, Marcos Paulo Cavalli, até delimita certa separação entre a empresa e o setor mais tradicional de cristais.Foto: Luis Carlos Kriewall Filho / Especial– No fim acaba sendo a mesma matéria-prima, mas mercados diferentes. A gente se destacou pela identidade do produto, quem vê um cristal nosso já reconhece e quer aquele produto. Diferente do negócio de copos, que é algo mais engessado e mundial – compara.O setor é tão relevante para Blumenau que a cidade possui até um museu para mostrar detalhes da produção artesanal do cristal. O Glas Park é mantido pela empresa.– É muito importante para a divulgação da marca, porque recebemos visitas de turistas, visitantes de cruzeiros que estão no Litoral, mas ajuda muito culturalmente também, porque mantém viva a tradição da fabricação do cristal – explica Cavalli.Oxford adquiriu patrimônio da Strauss em dezembro e projeta investimentos no setorApesar do simbolismo do fechamento da última empresa que fabricava copos e taças de cristal em Blumenau, na região a situação pode não ser tão apocalíptica quanto parece. Enquanto as empresas mais antigas fecham, outros investidores ainda creem no potencial desse mercado, que hoje parece juntar os cacos. Tradicional fabricante de porcelana, a Oxford, de Pomerode, entrou no ramo de cristais em 2009 e obtém bons resultados com a venda justamente das linhas de peças de bar e mesa.Foto: Luis Carlos Kriewall Filho / EspecialEm dezembro de 2017, a Oxford comprou o prédio, as máquinas e a marca da blumenauense Strauss, tradicional fabricante de cristais fechada em 2016. Antônio Marcos Schroth, que além de presidente do sindicato patronal é diretor da Oxford, não antecipa qual será a estratégia da empresa, mas acredita que em um mês a companhia anuncie novos investimentos no setor de cristais.Pelo menos outros dois grupos de investidores também negociam para produzir na cidade: um deles em estágio inicial e outro com produção prevista para iniciar já em abril. Há quem aposte que até mesmo a lacuna dos copos e taças lisas de cristal seja preenchida em breve.Como ocorre na fabricação, será preciso lapidar as estratégias e a gestão para corrigir imperfeições que levaram as indústrias ao atual momento. E a esperança de ver ressurgir a força dos cristais blumenauenses pode inclusive beber da fonte que já ajudou um vizinho de mesa a reconquistar o protagonismo junto aos consumidores.– Não é o fim, existe espaço para novas ou outras empresas que já estão no ramo. Cinco anos atrás, dizia-se que o setor de cerâmica e porcelana tinha acabado. De lá para cá, novas empresas entraram no mercado e agora vivemos realidade de crescimento. Isso aconteceu a partir do momento que as empresas conseguiram mostrar que os produtos brasileiros são diferenciados em qualidade e principalmente em design. O caminho é ser reconhecido investindo em nosso diferencial, nas nossas marcas – aconselha Schroth.Leia mais::: Pedro Machado: Não adianta mais apontar culpados:: Pedro Machado: Após suspensão, Cristal Blumenau encerrará as atividades em definitivoPorto Alegre, RSA NotíciaFechamento da Cristal Blumenau expõe momento de fragilidade do setor na cidadeA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-fechamento-da-cristal-blumenau-expoe-momento-de-fragilidade-do-setor-na-cidade-10117865Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24015447Inflação fecha 2017 em 2,95%, a menor taxa anual desde 1998Variação menor dos preços da alimentos ajudou a conter a variação do IPCA, que pela primeira vez ficou abaixo do piso da meta2018-01-10T13:22:48-02:002018-01-10T13:22:48-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDiogo SallaberryInflação fecha 2017 em 2,95%, a menor taxa anual desde 1998A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24015447Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-inflacao-fecha-2017-em-2-95-a-menor-taxa-anual-desde-1998-10115219Inflação fecha 2017 em 2,95%, a menor taxa anual desde 1998Variação menor dos preços da alimentos ajudou a conter a variação do IPCA, que pela primeira vez ficou abaixo do piso da meta2018-01-10T13:22:48-02:002018-01-10T13:22:48-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPuxada pela queda no preço do alimentos, a inflação de 2017 fechou em 2,95%, a menor taxa registrada desde 1998, quando atingiu 1,65%. Com esse resultado, do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou abaixo do piso da meta de inflação definido pelo Banco Central, que é de 3%.Apesar de o índice de inflação ter registrado em dezembro alta de 0,44%, o nível mais elevado do ano, essa variação não foi suficiente para influenciar no resulto global de 2017. Como comparação, a taxa de inflação fechada de 2016 chegou a 6,29%, ou seja, 3,34 pontos percentuais acima do resultado do ano passado.Devido à boa safra registrada no país, os alimentos ajudaram a conter o aumento geral do IPCA. Os feijões do tipo carioca (-46,06%), mulatinho (-44,62%) e preto (-36,09%) foram os que apresentaram as menores variações. O açúcar cristal (-22,32%), as frutas (-16,52%), o leite em pó (-9,56%) e o longa vida (-8,44%) também apresentaram queda de preço no acumulado do ano. Em sentido contrário, os itens com impacto no orçamento das famílias que apresentaram as maiores altas foram gás de botijão (16%), taxa de água e esgoto (10,52%), energia elétrica (10,35%), gasolina (10,32%) e educação (7,11%). Conforme o IBGE, os preços dos combustíveis foram fortemente influenciados pela política de reajustes de preços da Petrobras que, no caso específico, do gás, chegou a 84,31%Porto Alegre, RSA NotíciaInflação fecha 2017 em 2,95%, a menor taxa anual desde 1998A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-inflacao-fecha-2017-em-2-95-a-menor-taxa-anual-desde-1998-10115219Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24011110Arrecadação de Santa Catarina cresce 9% em 2017Com R$ 22,6 bilhões, receita tributária de Santa Catarina superou a do ano anterior e voltou a registrar alta acima da inflação após queda2018-01-08T11:22:05-02:002018-01-08T11:22:05-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSArte DCArrecadação de Santa Catarina cresce 9% em 2017A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24011110Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-arrecadacao-de-santa-catarina-cresce-9-em-2017-10113242Arrecadação de Santa Catarina cresce 9% em 2017Com R$ 22,6 bilhões, receita tributária de Santa Catarina superou a do ano anterior e voltou a registrar alta acima da inflação após queda2018-01-08T11:22:05-02:002018-01-08T11:22:05-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA arrecadação de Santa Catarina voltou a crescer acima da inflação em 2017. A receita tributária própria – que considera ICMS, IPVA, ITCMD e outras taxas – alcançou R$ 22,6 bilhões no ano passado, alta nominal de 9% na comparação com 2016 e superior à inflação, estimada em 2,83% (IPCA) pelo mercado. É um sinal de alívio e reanimação da economia, ainda que tímida, após o Estado registrar queda real em 2016, quando a receita cresceu apenas 3,5% num contexto de inflação de 6,29%.Antes da crise, entretanto, o incremento era de dois dígitos ao ano, como em 2014, quando houve alta de 11,19%. Para 2018, a estimativa é de crescimento de 7,8%.— Dá para comemorar porque a receita está reagindo, o que é bom. Mas não com muito vigor, porque estamos partindo de uma base muito depreciada, de uma queda. A recuperação é um bom sinal, mas não é suficiente — avalia o professor do departamento de Administração da Esag/Udesc Arlindo Carvalho da Rocha.O economista também defende que, a despeito da grave recessão atravessada pelo país, não aconteceu um debate sério sobre o gasto governamental. Mesmo em Santa Catarina, onde não houve “um governo tão ruim” quanto em outras regiões.O desempenho da arrecadação própria, considerado “satisfatório” pela secretaria de Estado da Fazenda, foi melhor do que o dos vizinhos gaúchos. No Rio Grande do Sul, a alta foi de 4,85% e a previsão para este ano é de crescer somente 1,48%. A reportagem também pediu os dados do Paraná, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.Principal tributo do Estado, o ICMS teve um crescimento real de 11% em 2017 e alcançou R$ 19,11 bilhões. Na avaliação do secretário de Estado da Fazenda, Renato Lacerda, o resultado é consequência de um esforço fiscal contra a sonegação. Houve 275 operações no ano com o objetivo de recuperar impostos e regularizar empresas, número recorde.— Nos últimos anos, a Fazenda de Santa Catarina investiu muito em recursos tecnológicos para consolidar as atividades de inteligência fiscal, aumentando o controle sobre o contribuinte — diz Lacerda.Foto: Arte DCDestaque para os setores têxtil, de embalagens e varejoEm 2017, os setores que apresentaram os maiores crescimentos no ICMS foram o têxtil (27,9%), o de embalagens (22,2%) e o de redes de lojas (15,9%). De 15 segmentos, apenas o de energia apresentou recuo no recolhimento, de 4,3%. No entanto, é um número que preocupa a Fazenda, já que o segmento é o segundo mais importante para a arrecadação desse tributo e representa uma fatia de 12%. Os combustíveis, principal fonte de ICMS, com 19% do total recolhido, também são alvo de inquietações:— Esse crescimento abaixo da média (dos combustíveis) e, no caso da energia, negativo, são algumas das principais questões em pauta nas discussões da administração tributária catarinense: novas tecnologias derrubaram a arrecadação do segmento de telecomunicações nos últimos anos e substituirão combustíveis fósseis e até mesmo energia elétrica no curto prazo — observa o secretário.Leia mais notícias de EconomiaPorto Alegre, RSA NotíciaArrecadação de Santa Catarina cresce 9% em 2017A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-arrecadacao-de-santa-catarina-cresce-9-em-2017-10113242Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-pagamento-do-pis-pasep-para-trabalhadores-com-mais-de-60-anos-comeca-no-dia-24-10113237Pagamento do PIS/Pasep para trabalhadores com mais de 60 anos começa no dia 24Saques beneficiam mais de milhões e pessoas2018-01-08T11:06:07-02:002018-01-08T11:06:07-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brComeça no dia 24 de janeiro o pagamento das cotas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) para pessoas com mais de 60 anos que trabalharam com carteira assinada antes da Constituição de 1988. A informação foi divulgada nesta segunda-feira pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.O crédito em conta automático para os beneficiários com conta corrente ou poupança individual na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil será feito na noite do dia 22 de janeiro. Segundo o ministério, essa nova etapa de saques beneficia mais de 4,5 milhões de cotistas do PIS e do Pasep, que poderão efetuar o saque de R$ 7,8 bilhões disponíveis nas instituições financeiras.O pagamento das cotas do PIS/Pasep para homens com mais de 65 anos e mulheres com mais de 62 anos, assim como para os demais cotistas com mais de 70 anos, aposentados e herdeiros, será retomado a partir desta segunda-feira, nas agências e canais da Caixa e do Banco do Brasil.Em dezembro do ano passado, o presidente Michel Temer assinou a medida provisória (MP) 813/17 que reduz para 60 anos a idade mínima para o saque das cotas do PIS/Pasep. Em agosto, o governo já tinha editado outra MP (797/17) liberando o saque para homens a partir de 65 anos e para mulheres a partir de 62 anos. Até o fim de 2017, R$ 2,2 bilhões foram retirados de 1,6 milhão de contas.Desde a criação do PIS/Pasep, em 1971, o saque total só podia ser feito quando o trabalhador completava 70 anos, se aposentasse ou tivesse doença grave ou invalidez. As medidas provisórias flexibilizaram as restrições.Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição daquele ano passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).É possível, por meio dos sites www.caixa.gov.br/cotaspis e www.bb.com.br/pasep, consultar se há saldo disponível para saque. Nas páginas, o trabalhador pode visualizar a data de início do pagamento e os canais disponíveis, além da melhor opção de pagamento, antes de se dirigir a um dos canais oferecidos.PagamentoOs herdeiros de cotistas falecidos também podem sacar os recursos. Eles deverão comparecer a qualquer agência da Caixa e do Banco do Brasil portando o documento oficial de identificação e o documento que comprove sua condição de beneficiário legal para fazer o saque.O saque poderá ser feito por outra pessoa que não seja o beneficiário, mediante procuração particular, com firma reconhecida, ou por instrumento público que contenha outorga de poderes para solicitação e saque de valores do PIS/Pasep.O saque será autorizado após a confirmação do direito nas agências bancárias. No caso do PIS, os pagamentos das cotas com valor até R$ 1,5 mil podem ser feitos no Autoatendimento da Caixa apenas com a senha do Cartão Cidadão. Caso tenha o cartão, o trabalhador poderá fazer o saque nas casas lotéricas e Caixa Aqui, mediante ainda a apresentação de documento oficial de identificação com foto.Os saques de valores até R$ 3 mil podem ser feitos no Autoatendimento, lotéricas e Caixa Aqui com o Cartão do Cidadão, senha e documento de identificação. Os valores acima de R$ 3 mil devem ser sacados nas agências, apenas mediante apresentação do documento de identificação.O saque das cotas do Pasep pode ser feito nas agências do Banco do Brasil, com apresentação de documento de identificação oficial com foto. Para aqueles que têm saldo de cotas no valor de até R$ 2,5 mil, está disponível solução para envio a outra instituição financeira, sem custos, pela internet ou pelos terminais de autoatendimento do banco.Porto Alegre, RSA NotíciaPagamento do PIS/Pasep para trabalhadores com mais de 60 anos começa no dia 24A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-pagamento-do-pis-pasep-para-trabalhadores-com-mais-de-60-anos-comeca-no-dia-24-10113237Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24008163Verão começa com movimento maior para 53% dos donos de bares e restaurantes em SCConsultados pela Abrasel logo após o Réveillon, empresários catarinenses ainda afirmam que gasto médio dos consumidores também aumentou em relação ao ano passado2018-01-06T03:10:01-02:002018-01-06T03:10:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarco FaveroVerão começa com movimento maior para 53% dos donos de bares e restaurantes em SCA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24008163Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-verao-comeca-com-movimento-maior-para-53-dos-donos-de-bares-e-restaurantes-em-sc-10111595Verão começa com movimento maior para 53% dos donos de bares e restaurantes em SCConsultados pela Abrasel logo após o Réveillon, empresários catarinenses ainda afirmam que gasto médio dos consumidores também aumentou em relação ao ano passado2018-01-06T03:10:01-02:002018-01-06T03:10:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brVindos de uma temporada de 2016 para 2017 com muita expectativa e pouco resultado, os donos de bares e restaurantes do litoral catarinense agora voltam a se animar com as vendas nesta virada de ano. É o que aparece na primeira etapa da pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) de Santa Catarina, que consultou empresários de 117 estabelecimentos impactados pelo turismo no Estado, obtida com exclusividade pelo Diário Catarinense. Além de maior movimento, os proprietários percebem um maior gasto médio dos turistas com alimentação e bebidas fora de casa. Se na pesquisa do último verão o movimento foi melhor somente para 6,2% dos entrevistados, neste ano 53% dos donos de bares e restaurantes já dizem notar maior fluxo de visitantes na semana após o Réveillon. Ainda que de forma mais tímida, os consumidores também desembolsaram mais pelas refeições na avaliação de 36% do segmento consultado, que no ano anterior eram apenas 10%. Por esse motivo, o presidente da Abrasel em SC, Raphael Dabdab, acredita que a recuperação em relação ao último ano será gradual.— A perda de poder aquisitivo do consumidor foi real e a recomposição do poder de compra vai ser lenta. Além disso, a própria crise faz com que as pessoas passem a pesquisar e ser mais criteriosas com os gastos, principalmente aqueles com lazer. Vamos ter uma retomada, mas acredito que não será como antes — analisa o representante da entidade, que lança nesta semana o aplicativo gratuito Portal Gastronômico Abrasel SC com uma lista de estabelecimentos catarinenses mais próximos dos viajantes. Já na visão do presidente da Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares, e Similares de Santa Catarina, Estanislau Bresolin, o cenário positivo apontado pela pesquisa é justificado exatamente pelo maior gasto dos visitantes com comida e bebida. Para ele, a motivação com os gastos vem da percepção do público, em especial de uma nacionalidade específica, a respeito da manutenção dos valores dos cardápios de um ano para o outro. — O fator preponderante é o aumento do tíquete-médio, já que as pessoas estão com um pouco mais de poder aquisitivo: pedindo mais pratos e dividindo menos as porções, por exemplo. Os preços se mantiveram e isso, inclusive, a gente ouviu muito dos argentinos. Para eles, a inflação aumentou. Aqui, está estabilizada, o que nos permitiu fazer poucos ajustes — garante.O sindicalista acrescenta que a taxa de ocupação de hotéis e pousadas na Grande Florianópolis também subiu entre o Natal e o Ano-novo: 94,59% (no ano passado o percentual foi de 89,03%). A expectativa de melhora contínua até o final da temporada, quando devem chegar 1,5 milhão de hermanos, conforme projeção da Santa Catarina Turismo (Santur), é positiva para 68,1% dos proprietários de bares e restaurantes litorâneos. Até lá, a Abrasel deve divulgar a segunda etapa do levantamento. Segundo Dabdab, além da situação econômica do país, o clima quente e seco dos últimos dias, a campanha de divulgação do Ministério do Turismo O Sul É Meu Destino e os feriados prolongados propiciaram esse quadro. Em Florianópolis, tal perspectiva foi de 55,8%, enquanto no litoral Norte ficou em 86,7%.O revés da pesquisa frente ao mesmo período do ano passado foi o trânsito e a segurança _ 66,7% e 33,3% dos consultados disseram que esses quesitos apresentaram piora, respectivamente. No litoral Norte, os percentuais foram menores: 60% e 13,3%.!function(e,t,s,i){var n="InfogramEmbeds",o=e.getElementsByTagName("script"),d=o[0],r=/^http:/.test(e.location)?"http:":"https:";if(/^\/{2}/.test(i)&&(i=r+i),window[n]&&window[n].initialized)window[n].process&&window[n].process();else if(!e.getElementById(s)){var a=e.createElement("script");a.async=1,a.id=s,a.src=i,d.parentNode.insertBefore(a,d)}}(document,0,"infogram-async","https://e.infogram.com/js/dist/embed-loader-min.js");Abrasel/IFSCInfogramOperação aumentadaA perspectiva positiva traduziu-se em investimento para uma parcela dos proprietários de bares e restaurantes do Estado, como o Amalfi Ristorante, em Florianópolis. Depois de um ano com as portas abertas, a casa especializada em frutos do mar adquiriu outro ponto em frente ao restaurante para passar a oferecer um café e um empório com produtos próprios, além de espaço para crianças e animais de estimação dos visitantes. O gerente do estabelecimento, Fábio Henrique Land, explica a decisão.— Faltou espaço no restaurante, então decidimos ampliar para atender melhor o nosso cliente e também para poder oferecer uma experiência completa. A decisão foi tomada em cima do resultado do primeiro ano e da expectativa para este, que já é melhor que o anterior — salienta. Para o líder do grupo de pesquisa em gestão do turismo do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), Tiago Savi Mondo, esse posicionamento do empresariado é respaldado por uma mudança de comportamento do turista de massa. No raciocínio do professor, se há duas décadas os turistas de temporada que vinham ao Estado para passar o verão cozinhavam na casa ou no apartamento que alugavam, agora eles permitem-se maior investimento em gastronomia. — Essa era uma época em que a economia do turismo não era forte, não se tinha consumo de equipamentos turísticos. Mas hoje o setor de alimentos e bebidas está inserido na cadeia produtiva do turismo. Santa Catarina vem conseguindo atender bem à demanda em oferta e qualidade — avalia. Mondo, que também atuou no levantamento da Abrasel, participou de outra pesquisa no ano passado, quando foram avaliados os comentários de turistas em bares e restaurantes no TripAdvisor (site de recomendação de viajantes). Como resultado, Florianópolis teve nota média equiparada às demais capitais do país, exceto São Paulo, que se sobressai nesse cenário. Restaurante de Santo Antônio de Lisboa, em Florianópolis, ampliou as operações com café, espaço pet e kids, além de empórioFoto: Marco Favero / Diário CatarinenseCadeia produtiva do turismoOutro investimento comum desse segmento nesta época do ano consiste na contratação de mão de obra. Dos entrevistados pela Abrasel, 74,3% têm novos empregados temporários, o que se traduz em sete vagas por estabelecimento. Somente na Grande Florianópolis, foram gerados 14 mil postos de trabalho nas contas de Dabdab, que acredita que a alimentação fora de casa responda por 5,2% do Produto Interno Bruto (PIB) da capital e 5% do Estado. Tudo isso, na visão do presidente da Associação Brasileira dos Agentes de Viagem (Abav) em SC, Eduardo Loch, incrementa a arrecadação do turismo catarinense, que também pode ser revertida em investimentos aos moradores. Ele defende que o poder público continue investindo com mais vigor na divulgação dos destinos para impulsionar as transações feitas tanto por operadoras de turismo, quanto por ferramentas mais recentes tais como o Airbnb, que foca no aluguel de hospedagem por temporada. — As cidades ainda precisam ver de forma diferente a atividade turística. Enxergar que não está trazendo renda só ao hoteleiro, ao agente de viagem, mas também a quem aluga a propriedade e ao município como um todo, que deve retornar a renda ao cidadão em educação, saúde e segurança. Um bom exemplo nesse sentido é Portugal, que investiu em registros históricos de pontos turísticos, em pacotes de passeio das praias do Algarve à Serra da Estrela e em campos de golfe, por exemplo, e agora vive uma boa fase econômica, além de ter ganhado o prêmio máximo do turismo [Word Travel Awards] — comenta. Leia também:Órgãos creditam piora na balneabilidade das praias em SC às chuvas da última semanaAprenda a preparar uma clássica e deliciosa caipirinha de cachaçaDecreto que limita colocação na areia das praias de São Francisco do Sul causa polêmicaPorto Alegre, RSA NotíciaVerão começa com movimento maior para 53% dos donos de bares e restaurantes em SCA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-verao-comeca-com-movimento-maior-para-53-dos-donos-de-bares-e-restaurantes-em-sc-10111595Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24008578Faturamento do comércio cai 3,6% entre o Natal de 2016 e 2017 em JoinvilleApesar do resultado negativo, gasto médio com presentes teve aumento de 18,6%2018-01-05T16:56:43-02:002018-01-05T16:56:43-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSAlex PompeuFaturamento do comércio cai 3,6% entre o Natal de 2016 e 2017 em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24008578Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-faturamento-do-comercio-cai-3-6-entre-o-natal-de-2016-e-2017-em-joinville-10111699Faturamento do comércio cai 3,6% entre o Natal de 2016 e 2017 em JoinvilleApesar do resultado negativo, gasto médio com presentes teve aumento de 18,6%2018-01-05T16:56:43-02:002018-01-05T16:56:43-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPassadas as festas de fim de ano, o momento é de contabilizar os resultados do período para o comércio. O Natal, principal data para o varejo do ano, teve variação negativa em Joinville em 2017 com relação a mesma data no ano anterior, de 3,6%. Quando consideradas as vendas de dezembro diante dos demais meses do ano, foi contabilizado acréscimo: 21,3%.Confira mais notícias de Joinville e regiãoEm Santa Catarina, no comparativo de um Natal para o outro, houve crescimento de 2,1% no faturamento dos lojistas. Já no contraponto com os meses de movimentação normal, os comerciantes tiveram aumento expressivo, de 26,4% nas vendas. Segundo os dados da Fecomércio-SC, apesar da retração verificada no período natalino na cidade mais populosa do Estado, as compras para a data em dezembro último, tiveram ticket médio nominal superior aos últimos dois anos.O total investido por consumidor com presentes foi de R$ 295,60 no município, em 2017. O valor é maior que o registrado nos natais de 2016, com ticket médio de R$ 249,22 e, de 2015, de R$ 180,28. No balanço estadual, o ticket médio ficou em R$ 317,33. A quantia gasta com presentes é 33,1% superior ao Natal de 2016, quando a média foi de R$ 238,44.A pesquisa de resultado de vendas foi feita com 402 empresas nas cidades de Joinville, Florianópolis, Chapecó, Itajaí, Blumenau, Lages e Criciúma e considerou ainda o investimento dos empresários na contratação de temporários. Nesse indicador, Joinville apareceu ao lado de Criciúma como a cidade em que as empresas menos contrataram no período (23,9% do total). No compilado das cidades, a média geral atingiu 32,3%.Porto Alegre, RSA NotíciaFaturamento do comércio cai 3,6% entre o Natal de 2016 e 2017 em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-faturamento-do-comercio-cai-3-6-entre-o-natal-de-2016-e-2017-em-joinville-10111699Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24006485São Bento do Sul ganhará salas de cinema em 2018Empresa recebeu aprovação para financiamento via BNDES para esta e outras três cidades do interior de Santa Catarina2018-01-04T17:01:20-02:002018-01-04T17:01:20-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgaçãoSão Bento do Sul ganhará salas de cinema em 2018A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24006485Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-sao-bento-do-sul-ganhara-salas-de-cinema-em-2018-10110686São Bento do Sul ganhará salas de cinema em 2018Empresa recebeu aprovação para financiamento via BNDES para esta e outras três cidades do interior de Santa Catarina2018-01-04T17:01:20-02:002018-01-04T17:01:20-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brSão Bento do Sul, no Planalto Norte de Santa Catarina, ganhará salas de cinema em 2018. O investimento será da rede Cine Gracher, de Brusque, que teve o financiamento de R$ 6,3 milhões aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na última semana do ano passado. Este valor contempla a implantação de cinemas em São Bento e em Indaial, no Vale do Itajaí, a serem inauguradas no primeiro semestre deste ano. Todos os cinemas serão construídos dentro da Havan, megastore que também nasceu em Brusque e atualmente tem unidades em todo o País. A loja de São Bento do Sul será construída às margens da SC-418, próximo ao trevo da Oxford. O projeto, inicialmente, conta com três salas, mas há uma adequação sendo estudada para que sejam quatro, a exemplo do modelo a ser implantando em Indaial. Segundo o proprietário da rede de cinemas, Sandro Gracher, as cidades escolhidas pela rede são aquelas que, apesar de ainda não terem cinema, têm público e poder aquisitivo para consumir esse tipo de lazer. – São cidades com 130 a 140 mil habitantes, com uma região em potencial ao redor, de pequenas cidades que, juntas, formam uma população de 300 mil pessoas – avalia ele.Os recursos alocados para a construção dos cinemas são provenientes do Programa BNDES para o Desenvolvimento da Economia da Cultura (Procult) – R$ 1,05 milhão – e do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) – R$ 5,25 milhões –, por meio do Programa Cinema Mais Perto de Você (PCPV). Segundo Sandro, a rede planeja também para este ano a abertura de cinemas em Joaçaba e em Porto Belo, e na mato-grossense Lucas do Rio Verde. Atualmente, a rede de cinema tem salas em Brusque e Porto União (SC) e em Arapongas e Pato Branco (PR).Porto Alegre, RSA NotíciaSão Bento do Sul ganhará salas de cinema em 2018A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-sao-bento-do-sul-ganhara-salas-de-cinema-em-2018-10110686Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24005527Conheça os carros mais vendidos em 2017 no BrasilChevrolet Onix liderou as vendas no mercado brasileiro pelo terceiro ano consecutivo2018-01-04T09:21:26-02:002018-01-04T09:21:26-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPriscila Nunes / EspecialConheça os carros mais vendidos em 2017 no BrasilA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24005527Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-conheca-os-carros-mais-vendidos-em-2017-no-brasil-10110383Conheça os carros mais vendidos em 2017 no BrasilChevrolet Onix liderou as vendas no mercado brasileiro pelo terceiro ano consecutivo2018-01-04T09:21:26-02:002018-01-04T09:21:26-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO desempenho da produção, vendas e exportações de veículos em 2017 será divulgado pela Anfavea – a entidade dos fabricantes – nesta sexta-feira (5). Os resultados serão positivos na relação com o ano anterior. Os melhores números serão das vendas externas com crescimento próximo de 50%.Foto: Volkswagen / DivulgaçãoO Chevrolet Onix foi o modelo mais vendido no pais pelo terceiro ano consecutivo. O hatch montado em Gravataí (RS) foi o único que superou em todos os meses 10 mil emplacamentos. O mercado ignorou o resultado negativo do teste do Latin NCap, as vendas continuaram em alta e, em determinados meses, o Onix vendeu o dobro do segundo colocado e mesmo em relação a soma de registros somados do segundo e terceiro colocados. De janeiro a dezembro de 2017 o Onix vendeu 188.633 unidades, 83.119 unidades à frente do Hyundai HB20 (105.544) e quase 94 mil sobre o terceiro,o Ford Ka (93.742). O sucesso do hatch compacto também puxou as vendas da General Motors que por 27 meses lidera o mercado brasileiro. O HB20 e o Ka se revesaram na segunda posição, que também foi ocupada pelo Renault Kwid, logo após o seu lançamento, em setembro com mais de 10 mil unidades, volume não repetido no mês seguinte. Quatro meses no mercado, o Renault fechou o ano na 36ª posição.Preferido pelos brasileiros é montado em GravataíFoto: General Motors / DivulgaçãoAs vendas do Ka cresceram durante o ano e o hatch Ford, que até apareceu em segundo lugar, fechou 2017 em terceiro nos emplacamentos com 94.896 unidades. Foi seguido pelo Volkswagen Gol em quarto e o Chevrolet Prisma em quinto. O irmão do Onix foi o sedã mais vendido, seguido pelo Toyota Corolla, segundo do segmento e líder entre os modelos três volumes médios.Corolla, mais registros do que modelos popularesFoto: A Fiat Strada alternou com a irmã Toro a preferencia entre as picapes. No resultado acumulado do ano a Strada levou a melhor e ficou na oitava posição à frente da Toro, em décimo, VW Saveiro 14º e Toyota Hylux, 19º. Foto: No segmento mais disputado e com maior número de lançamentos, o de utilitários esportivos, o Jeep Compass, o mais vendido, ficou em 11º na geral seguido pelo Honda H-RV, o 12º, Hyundai Creta, o 16º, Jeep Renegade, 18º, Nissan Kicks, 22 º, e o Ford EcoSport, 25º.Jeep Compass, líder dos utilitários esportivosFoto: Dos 25 modelos mais vendidos, cinco foram Volkswagen, quatro Fiat e Toyota, três Hyundai, dois Chevrolet, Ford e Jeep, e um Honda, Nissan e Renault. Como grupo, o FCA – Fiat Chrysler, foi o primeiro com seis modelos.Renovado, Renault Sandero avançou no rankingFoto: Posição modelo unidades1º - Chevrolet Onix – 188.6632º - Hyundai HB20 – 105.5443º - Ford Ka – 94.8964º - VW Gol – 73.9215º - Chevrolet Prisma – 68.9916º - Renault Sandero – 67.3497º - Toyota Corolla – 66.1958º - Fiat Strada – 54.8669º - Fiat Mobi – 54.27110- Fiat Toro – 50.73011- Jeep Compass - 4919512- Honda HR_V – 47.78113- VW Fox – 43.14314- VW Saveiro – 42.44315- Toyota Etios Hatch – 41.99116- Hyundai Creta – 41.62817- VW Voyage – 40.82218- Jeep Renegade – 38.34319- Toyota Hylux – 34.37220- Fiat Uno – 34.33221- VW uP – 34.16322- Nissan Kicks – 34.46523- Hyundai HB20S – 32.23224- Toyota Etios sedã – 31.39325- Ford EcoSport – 31.189Leia as últimas notíciasPorto Alegre, RSA NotíciaConheça os carros mais vendidos em 2017 no BrasilA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-conheca-os-carros-mais-vendidos-em-2017-no-brasil-10110383Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24004975Construtora de Joinville investe em 'home clubs' no Litoral NorteSomado, valor geral de vendas (VGV) de dois residenciais chega a R$ 250 milhões2018-01-03T19:26:48-02:002018-01-03T19:26:48-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSRôggaConstrutora de Joinville investe em 'home clubs' no Litoral NorteA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24004975Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-construtora-de-joinville-investe-em-home-clubs-no-litoral-norte-10109911Construtora de Joinville investe em 'home clubs' no Litoral NorteSomado, valor geral de vendas (VGV) de dois residenciais chega a R$ 250 milhões2018-01-03T19:26:48-02:002018-01-03T19:26:48-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Rôgga Empreendimentos, de Joinville, entrega até a segunda quinzena de janeiro o Velutti Home Club, em Penha, com duas torres e 150 apartamentos. O imóvel é o segundo entregue pela construtora no Litoral Norte catarinense em um período de 60 dias. Recentemente, a empresa entregou as chaves do Bali Beach Home Club, hoje o maior empreendimento imobiliário de Balneário Piçarras, com 324 unidades. Somado, o valor geral de vendas (VGV) dos dois residenciais é de aproximadamente R$ 250 milhões.Confira mais notícias de Joinville e regiãoOs investimentos na região na modalidade home club, tendência do mercado por causa da segurança e comodidade, serão o foco da construtora ao longo de 2018. Além dos 474 novos apartamentos entregues entre dezembro e janeiro, ambos com 100% de comercialização, está previsto ainda no mês que vem o pré-lançamento do Venice, em Balneário Piçarras. O empreendimento terá cerca de 200 apartamentos, e o VGV estimado é de R$ 110 milhões. Um quarto condomínio, localizado na praia Alegre, em Penha, está em execução e tem previsão de entrega para 2020. O Itacolomi deve contar com 280 unidades e tem VGV estimado em R$ 130 milhões.De acordo com a avaliação do presidente da construtora, Vilson Buss, os investimentos terão impacto direto na economia no Litoral Norte. Entre eles, o aumento no número de empregos formais no ramo de construção civil, a arrecadação dos municípios com o Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e o comércio.– Na região, um volume de entrega de apartamentos desse porte, quase 500 somente entre dezembro e janeiro, movimenta vários setores econômicos. Um dos maiores beneficiários é o comércio de móveis e decoração porque calculamos, em média, R$ 100 mil por apartamento em mobília e design, o que já injeta em torno de R$ 50 milhões na economia local – estima o empresário.Porto Alegre, RSA NotíciaConstrutora de Joinville investe em 'home clubs' no Litoral NorteA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-construtora-de-joinville-investe-em-home-clubs-no-litoral-norte-10109911Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24001585Tarifa branca pode baratear conta de luz a partir desta segunda-feiraAntes de optar pela mudança, consumidor deve avaliar o próprio perfil para evitar pagar mais2018-01-01T20:32:33-02:002018-01-01T20:32:33-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSJessé GiottiTarifa branca pode baratear conta de luz a partir desta segunda-feiraA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24001585Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-tarifa-branca-pode-baratear-conta-de-luz-a-partir-desta-segunda-feira-10108371Tarifa branca pode baratear conta de luz a partir desta segunda-feiraAntes de optar pela mudança, consumidor deve avaliar o próprio perfil para evitar pagar mais2018-01-01T20:32:33-02:002018-01-01T20:32:33-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA partir desta segunda-feira, uma nova modalidade tarifária de energia elétrica estará disponível para consumidores com média mensal superior a 500 quilowatt/hora (kWh) e para novas ligações. É a tarifa branca, que mostra a variação do valor da energia conforme o dia e o horário do consumo e será oferecida para unidades consumidoras atendidas em baixa tensão, como residências e pequenos comércios. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), todas as distribuidoras do país deverão atender aos pedidos de adesão à tarifa branca das novas ligações e dos consumidores com média mensal superior a 500 kWh. Com a opção, o consumidor terá a possibilidade de pagar valores diferentes em função da hora e do dia da semana em que a energia elétrica é consumida. Se o consumidor usar a energia elétrica nos períodos de menor demanda, como pela manhã, início da tarde e de madrugada, por exemplo, o valor pago pela energia consumida será menor.Se o consumidor, porém, achar que a tarifa branca não apresenta vantagem, ele pode solicitar sua volta à tarifa convencional. A distribuidora terá 30 dias para atender o pedido. Todavia, se voltar à tarifa branca, o consumidor terá um período de carência de 180 dias. Por isso, é importante que, antes de optar pela tarifa branca, o consumidor examine seu perfil de consumo para ver qual tarifa lhe atende melhor.De acordo com a Aneel, a tarifa branca não é recomendada para quem concentra o consumo nos períodos de ponta e intermediário, porque o valor da fatura pode subir. Para ter certeza do próprio perfil, o consumidor deve comparar suas contas com a aplicação das duas tarifas. Isso é possível por meio de simulação com base nos hábitos de consumo e equipamentos.A tarifa branca não se aplica aos consumidores residenciais classificados como baixa renda, beneficiários de descontos previstos em Lei, e à iluminação pública. Para mais informações sobre a tarifa branca, o consumidor pode consultar o site da Aneel.Confira notícias da Grande FlorianópolisPorto Alegre, RSA NotíciaTarifa branca pode baratear conta de luz a partir desta segunda-feiraA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-tarifa-branca-pode-baratear-conta-de-luz-a-partir-desta-segunda-feira-10108371Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24000571Caixa eleva para R$ 300 milhões estimativa do prêmio da Mega Sena da Virada As apostas se encerram no início da tarde deste domingo (31)2017-12-31T14:07:15-02:002017-12-31T14:07:15-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPorthus JuniorCaixa eleva para R$ 300 milhões estimativa do prêmio da Mega Sena da Virada A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24000571Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-caixa-eleva-para-r-300-milhoes-estimativa-do-premio-da-mega-sena-da-virada-10107906Caixa eleva para R$ 300 milhões estimativa do prêmio da Mega Sena da Virada As apostas se encerram no início da tarde deste domingo (31)2017-12-31T14:07:15-02:002017-12-31T14:07:15-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO valor mínimo a ser pago aos ganhadores da Mega-Sena da Virada aumentou de R$ 280 milhões para R$ 300 milhores, de acordo com nova estimativa da Caixa Econômica Federal. O sorteio ocorre a partir das 20h50min (horário de Brasília) deste domingo (31). É o maior valor pago na história das loterias brasileiras.De acordo com a Caixa Econômica Federal, se aplicados integralmente em uma caderneta de poupança, os R$ 300 milhões renderiam cerca de R$ 1,3 milhão mensais. O valor total é o suficiente para comprar 130 imóveis de R$ 2,3 milhões cada ou 20 iates de luxo.Segundo a Caixa, a quantidade de bilhetes vendidos superou as expectativas horas antes do encerramento das apostas, que terminou às 14h. O sorteio será transmitido ao vivo, pelas principais emissoras de TV do país.Leia mais: O que você faria com R$ 280 milhões?Porto Alegre, RSA NotíciaCaixa eleva para R$ 300 milhões estimativa do prêmio da Mega Sena da Virada A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-caixa-eleva-para-r-300-milhoes-estimativa-do-premio-da-mega-sena-da-virada-10107906Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23989738Número de famílias endividadas cai 6,4% em JoinvilleSegundo levantamento da Fecomércio, atualmente, 44% dos consumidores joinvilenses estão inadimplentes2017-12-28T07:30:01-02:002017-12-28T07:30:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSClaudia BaartschNúmero de famílias endividadas cai 6,4% em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23989738Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-numero-de-familias-endividadas-cai-6-4-em-joinville-10102789Número de famílias endividadas cai 6,4% em JoinvilleSegundo levantamento da Fecomércio, atualmente, 44% dos consumidores joinvilenses estão inadimplentes2017-12-28T07:30:01-02:002017-12-28T07:30:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO total de famílias joinvilenses endividadas caiu 6,4 pontos percentuais nos últimos 12 meses, conforme aponta a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência dos Consumidores (Peic), da Fecomércio/SC. Hoje, são 44% os consumidores de Joinville que estão inadimplentes, número elevado, mas sensivelmente menor que os 50,4% registrados em dezembro passado. A quantidade de pessoas com contas em atraso também baixou, de 21,1% para 18,9%, no comparativo entre o último mês de cada ano.O resultado segue, em maior grau, uma tendência registrada também em âmbito estadual do nível da saúde financeira dos catarinenses. No período houve retração de 1,6 p.p no número de famílias no Estado em situação de inadimplência, passando de 59% em dezembro de 2016 para 57,4% atualmente. No entanto, o conjunto de consumidores com contas atrasadas aumentou de 21,1% para 21,6%, em Santa Catarina.Quando considerado o mês passado, a tendência de queda continua mantida no número de inadimplentes na região. Em novembro, Joinville mantinha 47,9% em situação de inadimplência e 19,5% com contas vencidas por mais de um dia útil. No Estado esse total era de 58,2% e 21% nos dois indicadores.A leve melhora na qualidade do endividamento das famílias, tanto em Joinville quanto no Estado, reflete ainda no índice que considera aqueles que não terão como pagar as dívidas no próximo mês. No município, o percentual de potenciais futuros inadimplentes caiu de 14% há um ano para 11,2% agora. Entre os municípios catarinenses, a variação do indicador foi menor: 11,9% para os atuais 10,9%.Segundo Luciano Córdova, economista da Fecomércio/SC, os dados são reflexos de uma melhora no nível de renda das famílias e na retomada, ainda que contida, dos empregos.— Isso impacta diretamente na queda do número de famílias com contas em atraso devido ao poder de compra e de quitação das dívidas. Porém, o total de 18,9% das famílias com contas em atraso ainda é elevado se comparado com 2013 e 2014, antes do auge da crise econômica, em que esse índice girava em torno de 11% a 12% — pondera.A avaliação é parecida com a da economista Jani Floriano, da Universidade da Região de Joinville (Univille). Conforme ela, os dois fatores principais para a queda no número de inadimplentes são a redução do nível de consumo das famílias, provocado pelo desemprego, e a política de redução de dívidas com o cartão de crédito implantadas pelo governo federal.— Com o desemprego em alta se consome menos e consequentemente se contrai menos dívidas, esse é o principal fator. Outro reflexo é a mudança no rotativo do cartão de crédito, que com mais de 30 dias de atraso, os bancos são obrigados a oferecerem linhas de crédito mais baratas, trocando uma dívida mais cara por outra mais barata e possível de pagar. Isso reduz o grau de inadimplência — aponta.Os vilõesFoto: Diogo Zanatta / EspecialO cartão de crédito é o vilão das contas, em Joinville, de acordo com o Peic. Ele é apontado por 52,4% dos consumidores como o principal agente dos endividamentos na cidade. Na sequência entre as modalidades em que as famílias declaram ter dívidas aparecem os carnês (43,2%) e o financiamento de veículos (40,3%).Os tipos de dívidas mais frequentes seguem a mesma ordem verificada há um ano, quando o cartão de crédito foi citado por 48,1% dos entrevistados na cidade. Os carnês e o financiamento de carro foram, respectivamente, elencados por 46,3% e 37,6% na ocasião.De um dezembro ao outro, a parcela da renda das famílias joinvilenses destinada a honrar dívidas também variou e de forma negativa no município. Enquanto no ano passado os habitantes tinham, em média, 29,4% de renda comprometida com os débitos acumulados, hoje o índice corresponde a 31,2% do salário. A taxa demonstra ainda crescimento de 1% para 5,1% a quantidade de consumidores em que o compromisso com dívidas é maior que a metade da renda familiar.Tempo para quitação de contas em atraso aumentaOutro indicador aponta crescimento no tempo que as famílias permanecem com contas em atraso, que, no período, passou de 63,5 dias para 67,2 dias. Dentre os endividados o período de comprometimento com dívidas também é maior, elevando de 9,8 para 10,1 meses.— Quanto ao tempo médio para o pagamento das contas em atraso, de pouco mais de dois meses, ainda é um número considerado estável e não gera risco de descontrole para quitá-las. Quando esse tempo supera os 90 dias, o índice começa a preocupar — salienta Luciano Córdova, da Fecomércio.Leia mais notícias de Joinville e região.Para a economista Jani Floriano, com a retomada dos empregos na cidade é natural que haja aumento no poder de compra e consumo, refletindo, por exemplo, no comércio, que oferece opções de parcelamento dos produtos. Em contrapartida, destaca que é preciso considerar essa retomada também como alerta. — Para as pessoas que retomaram o poder de consumo, é importante manter o controle dos gastos, uma vez que, havendo descontrole, o consumidor pode voltar a inflar a lista de inadimplentes — demonstra.OS NÚMEROS (%)Percentual de famílias endividadasJOINVILLESituação das famílias / meses consideradosEndividadas: dez 2016: 50,4% / nov 2017: 47,9% / dez 2017: 44%.Dívidas ou contas em atraso: dez 2016: 21,1% / nov 2017: 19,5% / dez 2017: 18,9%.Não terão condições de pagar/potenciais inadimplentes: dez 2016: 14% / nov 2017: 12,7% / dez 2017: 11,2%.SANTA CATARINASituação das famílias / meses consideradosEndividadas: dez 2016: 59,0% / nov 2017: 58,2% / dez 2017: 57,4%.Dívidas ou contas em atraso: dez 2016: 21,1% / nov 2017: 21,0% / dez 2017: 21,6%.Não terão condições de pagar/potenciais inadimplentes: dez 2016: 11,9% / nov 2017: 11,6% / dez 2017: 10,9%.FONTE: Fecomércio/SCPorto Alegre, RSA NotíciaNúmero de famílias endividadas cai 6,4% em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-numero-de-familias-endividadas-cai-6-4-em-joinville-10102789Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23994523Joinville lidera geração de empregos em SC em 2017Entre janeiro e novembro foram criados 7,6 mil novas vagas no município2017-12-27T16:56:54-02:002017-12-27T16:56:54-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSSalmo DuarteJoinville lidera geração de empregos em SC em 2017A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23994523Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-joinville-lidera-geracao-de-empregos-em-sc-em-2017-10105181Joinville lidera geração de empregos em SC em 2017Entre janeiro e novembro foram criados 7,6 mil novas vagas no município2017-12-27T16:56:54-02:002017-12-27T16:56:54-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brJoinville se mantém no topo entre os municípios catarinenses que mais geraram empregos em Santa Catarina, em 2017, conforme apontam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem. A abertura de 513 novas vagas, em Novembro, somada ao saldo positivo acumulado até outubro, refletem na criação de 7.567 postos de trabalho neste ano no município.Confira mais notícias de Joinville e RegiãoA vice-liderança é ocupada por Blumenau, com 3.527 ocupações criadas. Já a capital, Florianópolis, tem desempenho oposto, registrando saldo negativo de 4.614 empregos desde janeiro.Empresários avaliam retomada na geração de empregos em JoinvilleO saldo joinvilense é decorrente de 77.196 mil admissões e 69.629 desligamentos, o que mantém Joinville na segunda posição no ranking nacional de municípios com maior abertura de vagas no ano. A lista é liderada por São Paulo (SP). A sequência demonstra ainda continuidade na recuperação dos empregos perdidos nos últimos dois anos, quando houve fechamento de 13.256 vagas na cidade.Comércio e indústria são destaquesO setor de serviços é líder na geração de postos de trabalho, em Joinville, no ano, com 3.307 empregos criados. Na sequência aparecem a indústria, com 3.030, e o comércio, com 824 postos. Em contrapartida, o agronegócio apresenta a variação mais lenta entre os setores, tendo registrado 33 novas vagas no período. Os números ainda podem apresentar variação.Desempenho estadualEm Novembro, Santa Catarina criou 4,9 mil vagas de trabalho formais, sendo 126 intermitentes - nova modalidade em que se recebe por hora ou dia trabalhado. O saldo deixou o Estado na vice-liderança nacional na geração de empregos no mês. No país, o saldo foi negativo: menos 12,3 mil postos de trabalho.Pequenas empresas sustentaram a maior criação de empregos de SC em 2017 Em nível estadual, o número representou o melhor resultado para Novembro desde 2014, quando o Estado registrou a abertura de 8,4 mil vagas. O total, no entanto, ainda é muito distante dos níveis pré-crise. No 11º mês de 2013, por exemplo, haviam sido geradas quase dez mil vagas.O bom resultado em solo catarinense é puxado pelo comércio (+5.090 vagas), seguido dos setores de serviços (+1.592) e da agropecuária (+908). Já a indústria da transformação teve o pior resultado, com menos 1,4 mil empregos. tFrom:cms -->Porto Alegre, RSA NotíciaJoinville lidera geração de empregos em SC em 2017A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-joinville-lidera-geracao-de-empregos-em-sc-em-2017-10105181Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23993449Produtores catarinenses esperam colher 65,8 mil toneladas de uva entre fevereiro e marçoSafra da fruta deve se igualar a registrada nos mesmos meses de 20172017-12-27T08:35:30-02:002017-12-27T08:35:30-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMonica CorrêaProdutores catarinenses esperam colher 65,8 mil toneladas de uva entre fevereiro e marçoA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23993449Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-produtores-catarinenses-esperam-colher-65-8-mil-toneladas-de-uva-entre-fevereiro-e-marco-10104849Produtores catarinenses esperam colher 65,8 mil toneladas de uva entre fevereiro e marçoSafra da fruta deve se igualar a registrada nos mesmos meses de 20172017-12-27T08:35:30-02:002017-12-27T08:35:30-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brUma geada tardia no último mês de setembro não foi capaz de abalar a expectativa dos produtores com a safra da uva de 2018. Mesmo com essa intempérie, a previsão do setor é ter uma colheita produtiva em fevereiro e março. Segundo números da Secretaria de Agricultura e Pesca de Santa Catarina, o Estado 4,7 mil hectares de uva plantados. Dessa área, devem ser colhidos 65,8 mil toneladas com 35 mil de uvas de mesa e o restante para vinhos e sucos. Em vinhos de mesa a expectativa é de produção de 14,8 milhões de litros, além de seis milhões de litros de sucos, 230 mil litros de espumantes e 180 mil litros de vinhos finos.A safra a ser colhida, segundo o secretário-adjunto de Agricultura e Pesca, Airton Spies, deve igualar a de 2017, mas superior a de 2016, onde houve uma perda de 50%:_ A atual safra está correndo com normalidade. Tivemos uma pequena geada tardia em pontos isolados que chegou a queimar os cachos de uva jovens, mas é uma perda que não caracteriza impacto no total. Temos previsão de La Niña nos próximos meses, isso significa menos chuva para a nossa região, com isso terá mais sol, o que pode resultar em uma uva de excelente qualidade.As uvas finas são produzidas em Santa Catarina na região de São Joaquim e Água Doce. Já as uva de mesa se concentram na região do Vale do Rio do Peixe, em cidade como Videira, Pinheiro Preto e Tangará.Leia mais:Vinícolas de Santa Catarina esperam aumento de 20% nas vendas neste final de anoGoverno suspende exportação de pescado brasileiro aos países da União EuropeiaPorto Alegre, RSA NotíciaProdutores catarinenses esperam colher 65,8 mil toneladas de uva entre fevereiro e marçoA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-produtores-catarinenses-esperam-colher-65-8-mil-toneladas-de-uva-entre-fevereiro-e-marco-10104849Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23993429Vinícolas de Santa Catarina esperam aumento de 20% nas vendas neste final de anoPara empresários, resultado consolida o mercado2017-12-27T08:30:41-02:002017-12-27T08:30:41-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLeo MunhozVinícolas de Santa Catarina esperam aumento de 20% nas vendas neste final de anoA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23993429Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-vinicolas-de-santa-catarina-esperam-aumento-de-20-nas-vendas-neste-final-de-ano-10104847Vinícolas de Santa Catarina esperam aumento de 20% nas vendas neste final de anoPara empresários, resultado consolida o mercado2017-12-27T08:30:41-02:002017-12-27T08:30:41-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEnquanto a maioria dos setores dá 2017 como encerrado, alguns ainda contam com os últimos dias do ano para aumentar o faturamento. Um deles é o de produção de espumantes. Depois de um período em que a venda de vinhos foi abaixo do esperado, a bebida que embala as festas de Natal e Réveillon veio para equilibrar. Estimativa do Sindicato da Indústria de Vinhos de Santa Catarina (Sindivinho) aponta para um alta de 20% nas vendas neste final de ano em comparação com 2016. Para Mauricio Grando, presidente do Sindivinho e dono Villaggio Grando, de Àgua Doce, a expectativa era de crescimento de até 35%, mas o resultado atual é considerado positivo. Nos últimos dez anos, as vendas tiveram um aumento médio entre 14% e 18%:– Aquilo que o vinho não andou este ano, a espumante andou. O resultado não vem para salvar, mas sim para consolidar o mercado.Na Vinícola Suzin, em São Joaquim, o espumante representa 30% da produção. Sem revelar números, o sócio-proprietário e presidente da Associação Catarinense de Produtores de Vinhos Finos de Altitude, Everson Suzin, afirma que o resultado deve ficar acima da expectativa: – Este ano está melhor. Em 2016, pegamos um período de desânimo na economia. Agora, vivemos uma retomada do crescimento, e isso pode ajudar.Os mesmos resultados, entretanto, não se confirmaram na Vinícola Monte Agudo, também de São Joaquim. A empresa teve um final de ano considerado ruim pela diretora comercial, Patricia Ferraz. As vendas ficaram até 50% abaixo de 2017:– As empresas que antes compravam para presentear clientes e funcionários optaram por outros produtos de preço menor. Isso reflete bastante a crise econômica. Última semana para buscar resultadosAté o final de semana, os produtores e vendedores de espumantes ainda esperam aumentar o resultado. Na Santa Adega, em Florianópolis, as vendas devem se igualar a 2016, segundo o dono do estabelecimento, Celso Ricardo Gromowski. Durante o ano, o crescimento mensal foi de 30% em geral. Até ontem os resultados de espumantes para Natal e Réveillon ainda estavam abaixo do esperado, mas ele conta com os próximos dias para melhorar os índices.– Temos uma expectativa boa de vender nos próximos dias. Minha meta era ter um crescimento de 20%, mas não sei se vamos atingir. Talvez a gente chegue a 10%. Senti desse ano que a economia estava retomando, mas o pessoal ainda está deixando para a último hora e pensando bastante no custo-benefício na hora da compra – afirma o empresário.Leia mais:Produtores catarinenses esperam colher 65,8 mil toneladas de uva entre fevereiro e marçoGoverno suspende exportação de pescado brasileiro aos países da União EuropeiaPorto Alegre, RSA NotíciaVinícolas de Santa Catarina esperam aumento de 20% nas vendas neste final de anoA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-vinicolas-de-santa-catarina-esperam-aumento-de-20-nas-vendas-neste-final-de-ano-10104847Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23990503Confira os horários do comércio no feriado de NatalLojas de rua, shopping centers e hipermercados atendem com programação especial2017-12-23T14:20:33-02:002017-12-23T14:20:33-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSSalmo DuarteConfira os horários do comércio no feriado de NatalA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23990503Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-confira-os-horarios-do-comercio-no-feriado-de-natal-10103309Confira os horários do comércio no feriado de NatalLojas de rua, shopping centers e hipermercados atendem com programação especial2017-12-23T14:20:33-02:002017-12-23T14:20:33-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brComércio de rua23/12 (sábado): Das 9 às 22 horas24/12 (domingo): Das 9 às 13 horas25/12 (segunda-feira): Fechado26 a 29/12: (terça a sexta-feira): Horário normal 30/12 (sábado): Até as 13 horas31/12 (domingo): Fechado1º/01/2018 (segunda-feira): Fechado2/01/2018 (terça-feira): A partir das 14 horasLojas de shopping23/12 (sábado): Das 10 às 23 horas24/12 (domingo): Das 10 às 16 horas25/12 (segunda-feira): Lojas comerciais fechadas26 a 30/12 (terça-feira a sábado) - Das 10 às 22 horas31/12 (domingo): Lojas comerciais fechadas1º/01 (segunda-feira): Lojas comerciais fechadas2/01 (terça-feira): A partir das 14 horasHipermercadosAngeloni:23/12: Unidade Atiradores (Supermercado e Farmácia): das 8h às 23 horas.Unidade João Colin (Supermercado e Farmácia): das 8h à meia-noite.24/12: As duas unidades funcionam das 8 às 18 horas.25/12: As duas unidades estarão fechadasBig Big Anita Garibaldi 24/12: 8 às 18 horas. 25/12: Fechado.Big América24/12: 8 às 18 horas.  25/12: Fechado.Bistek23/12: 7h30 às 22 horas.24/12: 7h às 18 horas.25/12: Fechado.Fort Atacadista23/12: até meia-noite.24/12: até as 18 horas.25/12: fechado.Porto Alegre, RSA NotíciaConfira os horários do comércio no feriado de NatalA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-confira-os-horarios-do-comercio-no-feriado-de-natal-10103309Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23988320Até 29 de dezembro, é possível usar o Imposto de Renda para fazer o bem: saiba comoAté 8% do IR devido pode ser destinado a instituições e projetos sociais2017-12-22T10:31:36-02:002017-12-22T10:31:36-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSA NotíciaAté 29 de dezembro, é possível usar o Imposto de Renda para fazer o bem: saiba comoA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23988320Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-ate-29-de-dezembro-e-possivel-usar-o-imposto-de-renda-para-fazer-o-bem-saiba-como-10102191Até 29 de dezembro, é possível usar o Imposto de Renda para fazer o bem: saiba comoAté 8% do IR devido pode ser destinado a instituições e projetos sociais2017-12-22T10:31:36-02:002017-12-22T10:31:36-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brQuem declara Imposto de Renda tem oportunidade de fechar 2017 fazendo uma boa ação. Até 29 de dezembro, pessoas físicas e jurídicas podem escolher instituições e projetos da área da cultura, saúde e esporte que promovem a inclusão e transformação social. Todo cidadão que paga Imposto de Renda e declara pelo formulário completo pode destinar valores equivalente a até 8% do IR devido, escolhendo uma instituição de preferência. Isso é possível devido as leis federais de incentivo, que permitem doação apoio a iniciativas sociais.ação do Imposto de Renda 2018/2017, informar à receita. É importante guardar todos os comprovantes de doação, com os valores exatos envolvidos.- Todo o valor incentivado e declarado à Receita retorna, seja em forma de restituição para quem é tributado na fonte, seja pelo abatimento ao imposto a pagar, caso dos autônomos, e sempre os valores são corrigidos pela Taxa Selic - explica Renato Paixão, diretor da VR Projetos, que presta consultoria na utilização dos recursos do imposto de renda captados via leis de incentivo.Vale ressaltar que essas doações não abatem a base de cálculo do imposto devido pelo contribuinte, apenas destina a essas instituições parte do que seria pago ao governo. Paixão afirma que a maioria das pessoas desconhece essa possibilidade ou não sabe exatamente como fazer. A empresa criou o IR do Bem, uma plataforma onde o cidadão pode selecionar projetos para destinar parte do seu imposto devido, também disponível em aplicativos para dispositivos móveis. O programa permite calcular o valor que poderá ser destinado e escolher os projetos que quer ajudar. Após, recebe o número de uma conta corrente para fazer a doação.A VR estima que os projetos de Porto Alegre e Região Metropolitana têm potencial de angariar aproximadamente R$ 204 milhões via projetos incentivados, mas apenas uma pequena fatia dos recursos efetivamente é destinada. CONHEÇA OS INCENTIVOS - Fundo da Criança e do Adolescente (Funcriança): destinado a viabilizar o Estatuto da Criança e do Adolescente e políticas para o atendimento infantojuvenil. Permite aos contribuintes pessoa-física do Imposto de Renda deduzir o valor das doações em até 6%.Mais informações neste site. - Lei do Esporte: viabiliza patrocínio e doações para a realização de projetos esportivos e paradesportivos, tanto por pessoas físicas quanto jurídicas. Pessoas físicas podem descontar até 6% do IR devido.Mais informações neste site. - Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet): permite às pessoas físicas deduzirem até 6% do Imposto de Renda, e pessoas jurídicas, até 4%, e destinarem esta verba para a realização de projetos culturais.Mais informações neste site. - Pronas e Pronon: permitem que pessoas físicas e jurídicas destinem 1% do seu IR para projetos nas áreas de pessoas com deficiência e oncologia.Mais informações neste site. - Leis Estaduais e municipais: no Rio Grande do Sul, há o Pró-Cultura RS, que permite dedução do ICMS devido por parte de empresas. A prefeitura da Capital tem a Lei de Incentivo ao Esporte. Mais informações neste site. - Lei do Audiovisual: permite abatimento do valor incentivado até o limite de 4% do Imposto de Renda devido pela Pessoa Jurídica e 6% pela Pessoa Física para produção e difusão de projetos do audiovisual. Mais informações neste site. Fontes: VR Projetos, Portal IR do Bem, Secretaria Estadual da Cultura, Governo Federal.Leia mais notícias no Espaço do TrabalhadorPorto Alegre, RSA NotíciaAté 29 de dezembro, é possível usar o Imposto de Renda para fazer o bem: saiba comoA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-ate-29-de-dezembro-e-possivel-usar-o-imposto-de-renda-para-fazer-o-bem-saiba-como-10102191Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23092168Pedidos de aposentadoria crescem 29,2% em um ano em Santa CatarinaAumento está relacionado com possibilidade de reforma na previdência, dizem analistas2017-12-22T08:31:48-02:002017-12-22T08:31:48-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDiogo SallaberryPedidos de aposentadoria crescem 29,2% em um ano em Santa CatarinaA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23092168Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-pedidos-de-aposentadoria-crescem-29-2-em-um-ano-em-santa-catarina-10102106Pedidos de aposentadoria crescem 29,2% em um ano em Santa CatarinaAumento está relacionado com possibilidade de reforma na previdência, dizem analistas2017-12-22T08:31:48-02:002017-12-22T08:31:48-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO medo da aprovação da reforma da Previdência tem gerado uma explosão no número de pedidos de aposentadoria em Santa Catarina. Dados fornecidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mostram que houve um aumento de 29,22% nos requerimentos no período de um ano. A comparação é entre os meses de janeiro e outubro de 2016 com o mesmo intervalo de tempo deste ano. Em relação aos dez primeiros meses de 2013, há cinco anos, o crescimento é ainda maior: 60,9%. Se forem consideradas todas as solicitações de benefícios da Previdência, que considera auxílios doenças, pensões e auxílios sociais, houve crescimento de 11,31%.Outro dado que ajuda a entender essa "corrida pela aposentadoria" refere-se aos tipos de pedidos. O que mais cresceu no período foi justamente o por tempo de contribuição, que sofreria os maiores impactos caso a reforma seja aprovada.Para o economista José Álvaro Cardoso, supervisor técnico do Dieese-SC, existe uma clara relação entre o aumento de pedidos e a possibilidade de aprovação da reforma. Ele lembra ainda que os últimos três anos foram marcados por uma crise econômica brutal, o que também contribuiu para o maior volume de requerimentos.— Na falta de uma saída coletiva e com a dificuldade de bloquear o avanço da reforma, as pessoas acabam adotando atitudes individuais — diz.!function(e,t,s,i){var n="InfogramEmbeds",o=e.getElementsByTagName("script"),d=o[0],r=/^http:/.test(e.location)?"http:":"https:";if(/^\/{2}/.test(i)&&(i=r+i),window[n]&&window[n].initialized)window[n].process&&window[n].process();else if(!e.getElementById(s)){var a=e.createElement("script");a.async=1,a.id=s,a.src=i,d.parentNode.insertBefore(a,d)}}(document,0,"infogram-async","https://e.infogram.com/js/dist/embed-loader-min.js");Requerimentos de aposentadoria em SCInfogramAinda segundo Cardoso, houve um movimento bastante semelhante na década de 1990, antes da entrada em vigor do fator previdenciário, no governo de Fernando Henrique Cardoso. Outra consequência desse movimento, diz o economista, é que muitas empresas estão preferindo demitir pessoas que já possuem os pré-requisitos para se aposentar nas regras atuais:— É uma forma de poupar os empregos de quem ainda não pode (se aposentar). Em muitas vezes, esse desligamento é negociado.Advogada diz que procura aumentou desde dezembroNa manhã de terça-feira, a advogada previdenciária Juliana Simentcoski foi à agência do INSS no bairro Capoeiras, em Florianópolis. Ela estava com a documentação de um cliente que havia dado entrada no pedido de aposentadoria, mas que não tinha tido parte do tempo de trabalho reconhecido pelo sistema previdenciário.A advogada conta que, desde dezembro do ano passado, o volume de trabalho aumentou vertiginosamente e que a maioria dos que estão entrados com os requerimentos são de pessoas que já possuem os requisitos para se aposentar por tempo de contribuição.— Esse ano foi bem corrido. O pessoal está querendo garantir o benefício — diz.Também na terça-feira, o professor Sergio Luis, de 57 anos, estava na sala de espera da agência do INSS no centro de Florianópolis. Ele conta que o INSS não reconhece 12 anos em que ele trabalhou na profissão. Nos seus cálculos, já poderia estar aposentado há três anos.— Trabalho há 37 anos. Espero que eles reconheçam, senão a única saída vai ser entrar na Justiça — conta. Greve represou requerimentosNa visão do INSS, parte do aumento registrado em 2016 se deve ao fato de que ocorreu uma greve dos servidores em 2015. Com isso, várias requerimentos ficaram represados e só foram analisados no ano seguinte. Ao mesmo tempo, lembra que também foi no ano de 2015 em que foi aprovada a forma de cálculo 85/95, o que também elevou um pouco o número de pedidos.Por último, o órgão ressalta que "há uma tendência de crescimento na concessão de benefícios ao longo dos anos em função do próprio envelhecimento. populacional" e que "os cidadãos que já implementaram as condições para a aposentaria não precisam apressar esse processo por receio da reforma, pois poderão optar pela regra que lhes for mais vantajosa".O que muda?Hoje, é possível se aposentar por idade (65 anos para homens e 60 para mulheres), tendo um mínimo de 15 anos de contribuição; por tempo de contribuição (35 anos para homens e 30 para mulheres) e pela regra 85/95 (quando a soma da idade mais o tempo de contribuição chega a 85 anos para mulheres e 95 anos para homens). Com a nova regra, será estipulada uma idade mínima geral de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, com exceção para professores (60 anos para homens e mulheres) e policiais (55 anos para ambos os sexos). O teto da aposentadoria do INSS só será concedido para quem contribuir por 40 anos. Também haverá uma regra de transição para quem estiver perto de se aposentar por tempo de contribuição.Entrevista com Leonardo Secchi, professor da Udesc e especialista em políticas públicasFoto: Divulgação - UdescFoto: Existe uma relação no aumento do números de pedidos com a possibilidade de reforma da previdência? Sim, em grande parte. Há um crescimento orgânico dos pedidos de aposentadoria devido ao envelhecimento da população brasileira, mas a expectativa de reforma da previdência causou um pico de solicitações. A reforma elaborada pelo governo Temer pode trazer prejuízos para os trabalhadores que estão prestes a se aposentar. Então, para o indivíduo é melhor aposentar dentro do atual regime, do que ser pego de surpresa pelo novo modelo.O senhor crê que esse número deva continuar subindo nos próximos meses?Acredito que sim. Até no primeiro semestre de 2018, quando saberemos se o novo modelo será implementado ou não. Essa correria de solicitações de aposentadorias deve cessar depois da aprovação ou rejeição da Reforma da Previdência no Congresso Nacional. Leia as últimas notíciasPorto Alegre, RSA NotíciaPedidos de aposentadoria crescem 29,2% em um ano em Santa CatarinaA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-pedidos-de-aposentadoria-crescem-29-2-em-um-ano-em-santa-catarina-10102106Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23985815Venda de veículos novos cresce pelo sétimo mês consecutivo no Norte de SCResultado, no ano, é 12,19% maior do que no mesmo período de 20162017-12-21T07:02:29-02:002017-12-21T07:02:29-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSAgência RBSVenda de veículos novos cresce pelo sétimo mês consecutivo no Norte de SCA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23985815Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-venda-de-veiculos-novos-cresce-pelo-setimo-mes-consecutivo-no-norte-de-sc-10100351Venda de veículos novos cresce pelo sétimo mês consecutivo no Norte de SCResultado, no ano, é 12,19% maior do que no mesmo período de 20162017-12-21T07:02:29-02:002017-12-21T07:02:29-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA venda de veículos novos cresceu pelo sétimo mês consecutivo no Norte de Santa Catarina. Na última alta, em novembro, foram emplacadas 2,54 mil unidades, 21,3% a mais do que no mesmo período do ano passado. Desde maio não há resultado negativo nesta comparação.Confira mais notícias da Região Norte de SCNo acumulado do ano, o mercado _ considerando automóveis, comerciais leves, motos, caminhões e ônibus, a região registrou acréscimo de 12,19% em relação aos 11 meses de 2016, a maior variação do Estado. Na sequência aparecem o Vale do Itajaí e o Oeste, com aumento no volumes de venda de 10,88% e 8,93%, respectivamente. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Santa Catarina (Fenabrave-SC).O crescimento do Norte catarinense, entre este ano e o outro, é superior ao acréscimo registrado no Estado e no país. Em Santa Catarina, o incremento nas vendas chega a 8,69%, resultantes de 140.203 veículos novos vendidos de janeiro a novembro, frente a 128.993 no mesmo período de 2016. A nível nacional também houve elevação, porém mais contida, de 1,38% _ de 2.875.727 para 2.915.525 unidades.Para o presidente da Fenabrave-SC, Júlio Schroeder, o caminho de recuperação econômica e dos empregos em diversos setores têm impacto no resultado das concessionárias. No entanto, a quantidade de automóveis vendidos ainda é menor do que em 2014 _ anterior ao momento de maior instabilidade político-econômico do Brasil. Naquele ano, foram 38.158 unidades comercializadas somente na região Norte, de janeiro a novembro._ Os números podem variar de um mês para o outro e, em novembro, na região, ficou cerca de 20% acima do mesmo período do ano passado. A tendência é de que dezembro permaneça forte nas vendas e as montadoras esperam elevação de 10% a 12% para o setor em 2018. Mas imagino que apenas em 2021 o mercado retome ao patamar de vendas anterior à crise - avalia.Foto: VARIAÇÃO OSCILA EM 12 MESESA alta nas vendas na região Norte foi registrada em nove dos 11 meses do ano, com exceção de fevereiro e abril, em que os resultados no ano passado foram superiores. Já em outubro, com saída de 2.669 novos veículos, o aumento no volume de vendas atingiu 30,39% com relação ao mesmo mês de 20, de 2.047 veículos.No comparativo de novembro deste ano com novembro de 2016, o crescimento também foi elevado: 21,32%. Em números totais foram 2.549 automóveis comercializados mês passado contra os 2.101 vendidos há 12 meses.Atualmente a frota circulante em território catarinense é de 4,8 milhões de veículos, sendo que 630 mil estão concentrados nas cidades de Joinville, Jaraguá do Sul, Canoinhas, Mafra e São Bento do Sul. Ambas as cidades têm frota superior aos 30 mil veículos.Foto:Porto Alegre, RSA NotíciaVenda de veículos novos cresce pelo sétimo mês consecutivo no Norte de SCA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-venda-de-veiculos-novos-cresce-pelo-setimo-mes-consecutivo-no-norte-de-sc-10100351Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23980234Segurança e estradas de Santa Catarina terão menos dinheiro em 2018Lei Orçamentária aprovada nesta quarta prevê redução de 56% na verba para o Deinfra e baixa de 10% nos repasses ao fundo de melhoria da PM2017-12-20T22:17:36-02:002017-12-20T22:17:36-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSRoni RigonSegurança e estradas de Santa Catarina terão menos dinheiro em 2018A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23980234Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-seguranca-e-estradas-de-santa-catarina-terao-menos-dinheiro-em-2018-10100833Segurança e estradas de Santa Catarina terão menos dinheiro em 2018Lei Orçamentária aprovada nesta quarta prevê redução de 56% na verba para o Deinfra e baixa de 10% nos repasses ao fundo de melhoria da PM2017-12-20T22:17:36-02:002017-12-20T22:17:36-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEm 2018, a segurança pública e as estradas catarinenses terão menos dinheiro à disposição. Isso porque a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2018, aprovada na noite desta quarta-feira pela Assembleia Legislativa do Estado (Alesc), prevê cortes substanciais nessas duas áreas. Ao todo, o Estado prevê um gasto de R$ 26,4 bilhões no ano que vem, aumento de 2,5% em relação à projeção de despesas para 2017, bastante inferior à variação entre 2016 e este ano.Entre os maiores cortes figura o do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), que sairá de um orçamento previsto de R$ 985,7 milhões neste ano para R$ 433,1 milhões em 2018, recuo de 56%. O Deinfra ainda não sabe em que áreas fará cortes e, portanto, não soube informar quais serviços podem ser afetados. O órgão informou que fará uma reunião na primeira quinzena de janeiro para definir onde haverá eliminação de gastos para se adequar "à nova realidade". Já na segurança pública dois fundos receberão menos dinheiro: o de melhoria da Polícia Militar (menos R$ 149 milhões ou redução de 10%) e o de melhoria da segurança pública (menos R$ 55 milhões ou encolhimento de 17%). O fundo da PM é utilizado para custeio - combustível, fardamento, alimentação e munição, por exemplo - e para investimentos,. O da segurança, por sua vez, serve a todo tipo de investimento, como aquisição de tecnologia, viaturas e armamentos. Questionada sobre como as reduções irão afetar a segurança, a PM limitou-se a informar, por meio da assessoria de imprensa, que ainda não foi oficialmente notificada do corte. Já a secretaria de Segurança Pública (SSP) afirmou que, "com a renegociação da dívida dos Estados esse corte já era esperado".A secretaria de Estado da Fazenda, uma das pastas que elaboram o orçamento, alega que há pouca margem de manobra em relação às despesas estaduais, e que não está cortando despesa, mas "desvinculando":— Sou obrigado a pagar a folha, sou obrigado a pagar a dívida, tenho que colocar 14% na saúde, 25% na educação. Eu tenho muitas receitas vinculadas. Mas no ano passado saiu uma emenda (EC 93) que possibilita a desvinculação de algumas receitas (DRE). Quando saiu a DRE, nós tiramos 30% de vários fundos, juntamos isso, trouxemos para fazer a gestão, então podemos botar na saúde, na segurança. Esse dinheiro vai para o cofre, mas se o Estado acha que isso tem que voltar para a segurança, isso volta — afirma o secretário de Estado da Fazenda, Renato Lacerda.O Estado ainda precisa lidar com outros mínimos exigidos por lei, os duodécimos dos poderes. Em SC, um percentual fixo da Receita Líquida Disponível (RLD) do Estado é compartilhado com Tribunal de Justiça (TJSC), Ministério Público (MPSC), Fundação da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Tribunal de Contas (TCE) e Alesc. Em razão dessa amarra legal, apesar do aperto financeiro, todas essas instituições receberão no ano que vem mais dinheiro que em 2017. O TJSC, por exemplo, terá a sua disposição R$ 113 milhões a mais, e o orçamento do MPSC vai ficar R$ 41,5 milhões mais gordo. Em 2015, um projeto de lei de autoria do deputado estadual Gelson Merisio (PSD) tentou acabar com essa forma de destinar verba aos poderes. Com a resistência que sofreu, no entanto, a proposta não foi adiante. Para cumprir os mínimos exigidos na Constituição Federal, a Saúde e a Educação terão aumentos em suas verbas. O Fundo Estadual de Saúde contará com 6% de alta, e a secretaria de Estado da Educação terá 8% a mais disponível. Com isso, a pasta da saúde receberá 14.01% da receita estadual, enquanto o obrigatório é 14%. Já a Educação ficará com 25,02%, também próximo da exigência legal, de 25%. Emendas impositivasA novidade em relação ao orçamento de 2018 são as emendas parlamentares impositivas, aprovadas pela Alesc. Pela primeira vez, os 40 deputados estaduais tiveram direito de escolher a forma de gerenciar R$ 200 milhões do orçamento já previsto do Estado, ou seja, não representam um gasto extra. Metade disso será dentro da saúde, 25% na educação e os 25% restantes em pastas diversas. É parecido com o que já ocorre em nível federal, com a diferença de que em Santa Catarina há vinculação com pastas específicas e teto. Cada deputado podia submeter até 35 emendas para usar no máximo R$ 5 milhões. Ao todo, foram aprovadas 1337 emendas impositivas. Na prática, esse tipo de emenda permite que o parlamentar promova melhorias junto a sua base eleitoral.Porto Alegre, RSA NotíciaSegurança e estradas de Santa Catarina terão menos dinheiro em 2018A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-seguranca-e-estradas-de-santa-catarina-terao-menos-dinheiro-em-2018-10100833Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23984975Colônias de férias movimentam economia de escolas no verão em JoinvilleCom o aumento da necessidade das famílias, elas são a solução para pais que precisam trabalhar neste período. Confira opções em Joinville2017-12-20T20:09:40-02:002017-12-20T20:09:40-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSSalmo DuarteColônias de férias movimentam economia de escolas no verão em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23984975Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-colonias-de-ferias-movimentam-economia-de-escolas-no-verao-em-joinville-10100560Colônias de férias movimentam economia de escolas no verão em JoinvilleCom o aumento da necessidade das famílias, elas são a solução para pais que precisam trabalhar neste período. Confira opções em Joinville2017-12-20T20:09:40-02:002017-12-20T20:09:40-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO total dos dias das férias de verão escolares e do recesso de fim de ano dos trabalhadores são uma conta que não fecha e, invariavelmente, os pais precisam buscar soluções de lugares onde os filhos possam ficar quando retornam ao trabalho. Essa demanda encontra, a cada ano, mais opções em Joinville, com escolas e espaços culturais que abrem as portas antecipadamente com ofertas de colônias de férias. Em média, os pais desembolsarão entre R$ 25 e R$ 55 por dia no primeiro mês de 2018 para garantir a segurança e o lazer das crianças. Para os proprietários das instituições de ensino, é a chance de movimentar o caixa e captar novos clientes.— Foi a colônia de férias que manteve a escola aberta no primeiro ano de funcionamento, que é o mais difícil. Movimentou muito a parte econômica — conta o empresário Rodrigo Kalegari Feldhaus, proprietário do Espaço Cultural Traços e Atos.Segundo ele, não havia intenção de oferecer este plantão quando o espaço cultural foi aberto mas, já no primeiro semestre, houve uma percepção da demanda. O mesmo ocorreu em outra escola de artes e idiomas, o Grupo AZ Arte. A pedido dos pais do alunos, há quatro anos há "plantão" nos meses de julho, dezembro e janeiro, com as atividades oferecidas durante o ano adaptadas ao clima das férias.— Há famílias que buscam a colônia de férias para que as crianças possam brincar porque, em casa, tem muito acesso à internet, à televisão. Na nossa programação, elas tem contato com brincadeiras que muitas vezes nem conheciam, como pular corda e elástico, fazer corrida de saco, jogar queimada — afirma a proprietária do AZ Arte, Sheila Melatti. Em escolas de educação infantil, os pedidos dos pais também tem motivado a abertura dos portões mais cedo no início do ano. Para isso, há também o trabalho de pensar atividades que façam com que, apesar da estrutura ser a mesma, não pareça que o ano escolar já começou. No CEI Kindergarten Internacional, que atenderá pela primeira vez nas férias, as oficinas artísticas dividirão espaço da programação com banhos de mangueira e contação de histórias.— A criança precisa se sentir de férias e aproveitar este período para brincar — avalia a proprietária do CEI,Mariana Fernandes.Confira opções de colônias de férias em Joinville:Sesc JoinvillePeríodo: 08 de janeiro a 26 de janeiro, das 7h30 às 17h30Local: Sesc Joinville (rua Itaiópolis, 470, América).Faixa Etária: 3 a 11 anos (turmas divididas por idade).Atividades: jogos, brincadeiras cantadas, oficinas lúdicas, palestras e exposições educativas, teatro, dança, cinema, esportes e jogos cooperativos, jogos de tabuleiro e desafios, brincadeiras temáticas, contação de histórias, gincana, caçadas, passeios, festas temáticas, quiz recreativo, passeios temáticos.Valores: entre R$ 115 (meio período) e R$ 245 (integral) por semana. Comerciários e empresas conveniadas tem descontos. Períodos maiores de cinco dias tem descontos de 10%. Inscrições: até 20 de janeiro de 2018, de segunda a sexta-feira, das 8 às 22 horas, sábado, das 9 às 15 horas e domingo, das 9 às 13 horas, na Central de Relacionamento com o Cliente da Unidade JoinvilleAZ ArtePeríodo: 30 de janeiro a 2 de fevereiro.Local: Grupo AZ Arte (rua Paraná, 390, Anita Garibaldi).Faixa etária: 3 a 11 anos.Atividades: artesanato, brincadeira com água ao ar livre, contação de histórias, culinária, dança, desfile de fantasias, festa das cores, gincanas, pintura e show de talentos. Valores: R$ 125 (com jantar e café da manhã da noite do soninho inclusos).Inscrições: pelo e-mail contato@grupoazarte.com.br e a partir de 10 de janeiro, pelo telefone (47) 3025-3425 ou na secretaria da escola. Traços e AtosPeríodo: de 8 de janeiro a 9 de fevereiro, das 7h30 às 18 horas. Local: Espaço Cultural Traços e Atos (rua Presidente Affonso Penna, 925, Bucarein).Faixa etária: 3 a 13 anos.Atividades: oficinas de artes, pintura, escultura, desenho, marcenaria, teatro, ballet, hip hop, música, jardinagem, artes marciais, ginásica divertida, contação de histórias, jogos e brincadeiras.Valores: de R$ 60 (meio período avulso) a R$ 550 (duas semanas em período integral), dependendo do pacote escolhido. Inscrições: na secretaria da escola, pelos telefones (47) 3227-9040 e (47) 99286-6263 ou pelo e-mail contato@tracoseatos.com.brCEI Kinder InternacionalPeríodo: 15 a 19 de janeiro, das 7h30 às 17h30.Local: CEI Kinder Internacional (rua Max Colin, 155, Centro).Faixa etária: de 6 meses a 6 anos.Atividades: oficinas de artes, culinária e música, brincadeiras com água, contação de histórias e jogos recreativos. Valores: de R$ 60 (meio período avulso) a R$ 350 (período integral), dependendo do pacote escolhido. Inclui lanche da manhã, almoço (para o período integral) e lanche da tarde.Inscrições: 8 de janeiro, na escola e pelo telefone (47) 3028-7822.Arte Maior Escola de MúsicaPeríodo: de 29 janeiro a 1º de fevereiro, das 14 às 18 horas.Local: Arte Maior Escola de Música (rua Lages, 59, Centro).Faixa etária: de 4 a 12 anos.Atividades: jogos musicais, percussão corporal, prática rítmica, DJ, canto coral, sonorização de histórias, confecção de instrumentos musicais e apresentações musicais, entre outros.Valores: de R$ 60 a R$ 190, dependendo do pacote escolhido. Alunos da escola ganham 20% de desconto.Inscrições: via site da escola ou pelo telefone (47) 3028-8814.Mundo da Lua DiversõesPeríodo: 8 a 26 de janeiro, das 8 às 12 horas e das 13 às 17 horasLocal: Mundo da Lua Diversões, anexo ao Hipermercado BIG Beira-rio (rua Orestes Guimarães, 720, América).Faixa etária: de 2 a 13 anos.Atividades: brincadeiras, oficinas e jogos, além do acesso livre aos brinquedos.Valores: R$ 25 por período.Inscrições: não há. Informações e reservas pelos telefones (47) 3026-6847 e (47) 99919-8299Espaço do Parque PrudentePeríodo: a partir de 15 de janeiro, das 7h às 18h30. Local: Espaço do Parque Prudente (rua Presidente Prudente de Moraes, 1265, Santo Antônio).Faixa etária: de 1 ano e meio a 6 anos. Atividades: brincadeiras lúdicas, piquenique, jogos e teatro de fantoches. Valores: R$ 30 (meio período) e R$ 50 (integral). Desconto a partir de cinco dias.Inscrições: a partir de 10 de janeiro, pelo telefone 3028-0240.Porto Alegre, RSA NotíciaColônias de férias movimentam economia de escolas no verão em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-colonias-de-ferias-movimentam-economia-de-escolas-no-verao-em-joinville-10100560Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23980186Segunda parcela do 13º tem de ser paga até esta quarta-feira; tire suas dúvidasNa segunda etapa de pagamento são feitos os descontos do Imposto de Renda e da Previdência2017-12-20T11:22:33-02:002017-12-20T11:22:33-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgaçãoSegunda parcela do 13º tem de ser paga até esta quarta-feira; tire suas dúvidasA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23980186Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-segunda-parcela-do-13-tem-de-ser-paga-ate-esta-quarta-feira-tire-suas-duvidas-10100149Segunda parcela do 13º tem de ser paga até esta quarta-feira; tire suas dúvidasNa segunda etapa de pagamento são feitos os descontos do Imposto de Renda e da Previdência2017-12-20T11:22:33-02:002017-12-20T11:22:33-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA segunda parcela do 13º salário dos trabalhadores, valor que faz diferença nas contas de fim de ano, deve ser paga até esta quarta-feira (20) pelos empregadores. O chamado abono de Natal é pago em duas parcelas, com a primeira feita até o dia 30 de novembro.Segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), R$ 13 bilhões deve ser injetados na economia gaúcha com o 13º. Ainda segundo o estudo, até R$ 8 bilhões vão para o varejo. O Dieese estima que esta renda adicional recebida pelos beneficiados fique, em média, em R$ 2.251 no país. Os trabalhadores precisam ficar atentos, já que a segunda metade do 13º salário não vem cheia, como a primeira. Agora, ocorrem descontos do Imposto de Renda (IR) e da Previdência. Há, ainda, outros abatimentos, específicos, como pensão alimentícia e eventuais empréstimos consignados. De acordo com a Receita Federal, o cálculo do desconto do imposto é muito difícil de estar errado, mas deve ser sempre conferido, porque varia conforme o salário. Quanto ao desconto da Previdência, também existem diferenças entre quem está no INSS e os servidores públicos em regimes específicos _ municípios, Estados e União têm alíquotas próprias. A reforma trabalhista, em vigor há mais de um mês, não mudou o cenário do benefício. E se eu não receber o 13º?- Quem tiver carteira de trabalho assinada e não receber o 13º deve procurar o setor de recursos humanos da empresa e cobrar explicação sobre o que aconteceu.- O Ministério do Trabalho informa que o empregado pode fazer queixa junto às superintendências ou às gerências regionais do Trabalho e Emprego porque se trata de um direito não respeitado. Em Porto Alegre, a Superintendência fica na Avenida Mauá, 1.013, no Centro.- O atendimento é de segunda a quinta-feira, das 8h30min às 16h. Em outras cidades, é possível conferir os endereços no site bit.ly/2kakkma.- A partir de uma queixa, um auditor do Trabalho deverá ir à empresa para conferir a situação. Se confirmado o não pagamento, o empregador será multado. O QUE PESA NA HORA DOS DESCONTOSTrabalhadores da iniciativa privadaImposto de Renda- Quem ganha até R$ 1.903,99 está isento.- A partir desse valor, há alíquota escalonada de acordo com a renda: de 7,5% a 27,5%INSS: segue tabela conforme a remuneração- Até R$ 1.659,38: 8%- De R$ 1.659,39 até 2.765,66: 9%- De R$ 2.765,67 até 5.531,31: 11%Trabalhadores do serviço públicoImposto de Renda- Mesma faixa de isenção (até R$ 1.903,99) e igual alíquota percentual escalonada, entre 7,5% e 27,5% INSS ou regime próprio- Se o vínculo for no regime geral, segue o desconto do INSS: 8%, 9% ou 11%- Em regime próprio, vale regra e percentual definidos pelos municípios, Estados ou União.- No Rio Grande do Sul, a alíquota é de 14% sobre a remuneração/subsídio dos servidores ativos.- MP publicada em outubro definiu que os servidores federais têm alíquota de 11% (para salários até R$ 5.531,31) e de 14% (sobre a parcela de salário que superar R$ 5.531,31). Essa MP está sendo questionada na Justiça por entidades de servidores. Aposentados e pensionistas do INSSImposto de Renda- Fica isento quem ganha até R$ 1.903,99.- Quem tem moléstia grave também é isento.- A partir de 65 anos, o aposentado tem isenção maior e pode ter o valor restituído.- A partir de R$ 1.903,99, alíquota escalonada de 7,5% a 27,5%INSS- Não há recolhimento. Aposentados e pensionistas - serviço públicoImposto de Renda- Mesma faixa de isenção (até R$ 1.903,99) e igual alíquota percentual que vai de 7,5% a 27,5% INSS ou regime próprio- Pelo regime geral (INSS), não há recolhimento.- Aposentados em regimes próprios sofrem as regras de municípios, estados e União.- No Rio Grande do Sul, há o desconto da Previdência de 14% sobre a remuneração/subsídio dos servidores inativos e pensionistas por morte.- Os servidores federais aposentados que ganham até o teto do regime geral do INSS (R$ 5.531,31) são isentos. Quem ganha mais paga alíquota de 14% sobre o valor que supere R$ 5.531,31.Fonte: advogado especialista em Direito do Trabalho Claudio Amaral de Souza.Porto Alegre, RSA NotíciaSegunda parcela do 13º tem de ser paga até esta quarta-feira; tire suas dúvidasA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-segunda-parcela-do-13-tem-de-ser-paga-ate-esta-quarta-feira-tire-suas-duvidas-10100149Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23982961Falta de iluminação deixa entrega do contorno de Garuva para 2018Trecho que pretende desafogar trânsito em direção a Itapoá e Guaratuba (PR) será totalmente liberado quando postes do viaduto da BR-101, que serão licitados pelo Estado, forem instalados2017-12-20T05:43:33-02:002017-12-20T05:43:33-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSSalmo DuarteFalta de iluminação deixa entrega do contorno de Garuva para 2018A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23982961Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-falta-de-iluminacao-deixa-entrega-do-contorno-de-garuva-para-2018-10099609Falta de iluminação deixa entrega do contorno de Garuva para 2018Trecho que pretende desafogar trânsito em direção a Itapoá e Guaratuba (PR) será totalmente liberado quando postes do viaduto da BR-101, que serão licitados pelo Estado, forem instalados2017-12-20T05:43:33-02:002017-12-20T05:43:33-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brApesar de pronto, o contorno viário de Garuva não será liberado neste fim de ano, período de maior movimento de veículos em direção às praias de Itapoá e Guaratuba (PR). Uma determinação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) obriga que o tráfego seja autorizado somente quando a iluminação do elevado da BR-101 estiver concluída.O Contorno Sul inicia no Km 10 da BR-101 e termina na intersecção com a SC-417, na localidade de Palmital. A pavimentação e sinalização da estrada já foram concluídas, mas dois trechos ainda permanecem interditados: o viaduto e o trevo com a rodovia estadual. Quando for liberada, a via será alternativa para veículos pesados que seguem em direção ao Porto de Itapoá. Além disso, o acesso ao litoral também poderá ser feito sem passar pela área urbana de Garuva. Alguns moradores e trabalhadores da região já trafegam na estrada, mesmo sem a liberação total do trecho. O local, porém, é considerado perigoso porque está às escuras.– As pessoas que passam pela rótula (próximo ao viaduto) e param aqui no posto reclamam bastante. À noite, torna-se perigoso, já que fica bem escuro. Sem contar a volta que as pessoas precisam fazer para retornar – explica o operador de caixa, Lucas Katinske, 27 anos, que trabalha em um posto de combustível próximo ao acesso.A volta a que Lucas se refere é o trajeto que os motoristas precisam realizar ao sair do contorno para acessar a BR-101, no sentido Joinville. Como o viaduto está fechado, os carros trafegam até a entrada de Garuva para acessar o sentido Sul da rodovia. A escuridão no acesso próximo ao viaduto também dificulta a visibilidade dos moradores. Na rótula próxima ao elevado, há apenas um poste de energia da rede da avenida Celso Ramos.De acordo com o engenheiro Rodney Heyse, fiscal de obra do Deinfra, serão colocados 24 postes de iluminação na área do viaduto, na parte de cima e de baixo. As lâmpadas serão de LED e o investimento deve ser de aproximadamente R$ 250 mil. A colocação da iluminação depende do processo de licitação que deve ser iniciado em janeiro do próximo ano, após a dotação orçamentária. O procedimento será elaborado junto à Celesc e a expectativa é que a conclusão ocorra ainda no próximo ano.– O prazo licitatório geralmente demora 45 dias, mas, se tudo correr bem (se ninguém entrar com recurso, por exemplo), até fevereiro conseguimos iluminar – garante.Insegurança em viadutoA comerciante Marcia Pereira Gonçalves, 30 anos, possui um estabelecimento às margens do viaduto. Para ela, além da escuridão dificultar a visibilidade dos motoristas à noite, ainda possibilita a aglomeração de pessoas que utilizam o local para usar drogas ou dormir.Parte concluída do contorno viário de GaruvaFoto: Salmo Duarte / A Notícia– Às vezes, por conta da escuridão, junta bastante gente embaixo do viaduto. E também, quando liberar, vai ajudar os nossos clientes. Hoje, eles precisam dar uma volta grande, já que o viaduto não está liberado – afirma.Leia mais:Más condições da SC-417, entre Garuva e Itapoá chamam a atenção de motoristasGoverno estadual estuda concessionar estrada entre Itapoá e Garuva, Rodovia do Arroz eEstrada Dona Francisca na região de JoinvillePorto Alegre, RSA NotíciaFalta de iluminação deixa entrega do contorno de Garuva para 2018A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-falta-de-iluminacao-deixa-entrega-do-contorno-de-garuva-para-2018-10099609Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23982339Confira dicas para evitar problemas nas compras de Natal Procon de Santa Catarina dá orientações a consumidores de como garantir a troca do produto e evitar golpes2017-12-19T16:45:27-02:002017-12-19T16:45:27-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSProcon/SCConfira dicas para evitar problemas nas compras de Natal A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23982339Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-confira-dicas-para-evitar-problemas-nas-compras-de-natal-10099423Confira dicas para evitar problemas nas compras de Natal Procon de Santa Catarina dá orientações a consumidores de como garantir a troca do produto e evitar golpes2017-12-19T16:45:27-02:002017-12-19T16:45:27-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brCom a proximidade do Natal, o Procon de Santa Catarina divulgou algumas dicas para auxiliar os consumidores. O primeiro passo, segundo o órgão, é realizar uma pesquisa de preços dos itens que pretende adquirir, porque o valor de um mesmo produto pode variar bastante de um estabelecimento para outro. Outro cuidado importante é verificar a possibilidade de troca do presente, já que as lojas são obrigadas a efetuar a troca somente em caso de defeito, com prazo de até 30 dias para bens não duráveis, como os alimentos, e de 90 dias para os duráveis, como aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos, roupas e calçados.— O que a gente sempre pede ao consumidor é que ele informe que será um presente e já negocie a possibilidade de troca do produto diretamente com a loja e, se possível, faça constar na nota fiscal um prazo para essa troca — lembra o diretor do Procon/SC, Michael da Silva.Cada vez mais comuns, as compras pela internet também precisam ser acompanhadas de alguns cuidados, como verificar se o site no qual está realizando a compra é confiável, assim como no momento de confirmar o pagamento online. — Final de ano e também em promoções como Black Friday é preciso estar atento porque aparecem muitos sites oportunistas. Orientamos a verificar no rodapé da página se a empresa tem endereço e consultar, no site da Receita Federal, se o CNPJ está ativo. Na hora de pagar, conferir se há o cadeado na barra de endereços que indica ser um site seguro — orienta Michael da Silva.Com relação à compra de brinquedos para crianças e adolescentes, é recomendável também verificar a indicação de faixa etária do produto, além do selo de garantia do Inmetro que atesta a procedência e segurança do brinquedo.No caso das compras realizadas fora de um estabelecimento comercial físico, seja pela internet, telefone, catálogos ou a domicílio, o Código de Defesa do Consumidor garante o direito de arrependimento e dá o prazo de sete dias, a contar da data da entrega do produto, para o consumidor desistir da compra e receber seu dinheiro de volta, sem que tenha que arcar com qualquer custo, inclusive de frete e outras taxas.O produtos com garantia que apresentem defeitos devem ser encaminhados para assistência técnica, que tem o prazo de até 30 dias para trocar ou consertar o aparelho. Caso contrário, o consumidor tem direito ao dinheiro de volta.Qualquer problema, o consumidor deve primeiramente negociar uma solução direto com o estabelecimento ou fornecedor. Caso não seja resolvido, o Procon/SC está à disposição para auxiliar os consumidores que se sentirem lesados. As unidades estaduais do Procon/SC estarão abertas de 27 a 29 de dezembro e a partir de 3 de janeiro. O funcionamento das unidades municipais depende das Prefeituras de cada cidade.Catarinense reserva R$ 460 para presentes de Natal Florianópolis e Bal. Camboriú estão entre os principais destinos dos brasileiros para o verãoOperação Veraneio, lançada nesta segunda, terá 10 mil agentes em 61 cidades de SCDiárias para locação de imóveis na temporada em Balneário Camboriú podem chegar a R$ 1,9 milPorto Alegre, RSA NotíciaConfira dicas para evitar problemas nas compras de Natal A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-economia-confira-dicas-para-evitar-problemas-nas-compras-de-natal-10099423Change0Usable