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Negócios04/08/2016 | 07h01

Confira como as empresas da região Norte de SC participam das Olimpíadas

Indústrias como Ciser, Docol, Tuper, Tupy e Tigre forneceram soluções para as obras e Malwee é uma das marcas de moda com produtos licenciados

Confira como as empresas da região Norte de SC participam das Olimpíadas /Divulgação
Tubos estruturais da Tuper estão presentes em várias obras Foto: Divulgação

A construção da estrutura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 mobilizou empresas por todo o País. Na região Norte de Santa Catarina, pelo menos cinco empresas participam com produtos utilizados nas edificações: Ciser, Docol, Tigre e Tupy, em Joinville, e Tuper, em São Bento do Sul.

Já a Malwee, de Jaraguá do Sul, é uma das marcas de moda com produtos licenciados para o evento, com camisetas e jaquetas alusivas aos jogos. Confira abaixo como as empresas da região contribuem com a infraestrutura da maior competição esportiva do planeta.

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Ciser

Parafusos, porcas e arruelas da Ciser, a maior empresa de fixadores na América Latina, estão presentes em estruturas metálicas de obras das construtoras que ganharam a concorrência para os jogos, como arenas multiuso, Arena Olímpica, complexo aquático, o Centro Olímpico de Tênis, Centro Olímpico de Handebol, Velódromo e o Centro de Transmissão Internacional. Somente em uma única obra foram usadas cerca de 24 mil unidades de um único tipo de fixador, explica o gerente de gestão vendas e marketing, Flávio Mandelli.

Os produtos da Ciser também compõem as soluções de empresas responsáveis pelo fornecimento de detectores de metais (portáteis e portais). A Ciser já participou de obras para a Copa do Mundo de 2014, como o Estádio do Maracanã e Mineirão.

Docol

Principal exportadora de metais sanitários da América Latina, a Docol forneceu metais para 11 de 12 estádios da Copa do Mundo de 2014. Agora, para as Olimpíadas, a empresa produziu cerca de 10 mil itens, como torneiras, chuveiros e acabamentos para válvulas de descarga. No Parque Olímpico, localizado na Barra da Tijuca, coração das principais competições, as três arenas, o Centro Olímpico de Tênis e o Centro Internacional de Transmissões (IBC) receberam itens da marca.

Produtos com sensores para economizar água, linhas voltadas para pessoas com necessidades especiais e itens antivandalismo estão entre as características das soluções para as Olimpíadas. Outros projetos que não estão ligados diretamente às competições, mas fazem parte do legado olímpico também contam com produtos Docol - Parque Madureira, Museu do Amanhã e ampliação do aeroporto do Galeão.

Tigre

Com experiência nos Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro, em 2007, e na Copa do Mundo de 2014, a Tigre chega para as Olimpíadas com produtos diversos, entre eles grelhas, ralos, tubos e conexões. As soluções da empresa líder no segmento no País estão no Condomínio Ilha Pura, composto de 32 prédios para acomodação dos atletas, nas instalações do Comitê Olímpico e em todas as arenas.

As vendas para as obras das Olimpíadas colaboraram para que conseguíssemos, nos últimos anos, atingir nossos objetivos de vendas nos segmentos de construção formal, minimizando os efeitos da crise, especialmente em 2015 explica o gerente nacional de Vendas, Vinicius Miranda de Castro.

Tuper

Uma das maiores processadoras de aço do Brasil, a Tuper esteve na Copa do Mundo de 2014 e também está nas Olimpíadas participando de obras importantes. É o caso do Terminal Alvorada, na Barra da Tijuca, onde foram utilizados tubos estruturais da empresa em parte da estrutura de cobertura, totalizando 493 toneladas de material. Os tubos também estão presentes em parte da estrutura auxiliar da cobertura do estádio do Engenhão e na estrutura de cobertura do Estádio Olímpico Aquático.

No Velódromo, as 203 toneladas de tubos estruturais foram aplicadas em parte da estrutura da cobertura. Já a Arena do Futuro teve sua cobertura e fechamento lateral executados com aproximadamente 24 mil m2 de telhas de aço da Tuper, para compor o sistema de cobertura termoacústico da obra.

Tupy

A Tupy está presente em obras da Vila dos Atletas e do Parque Olímpico, com o fornecimento de conexões para redes e dispositivos de combate a incêndio (sprinklers). As conexões de ferro foram uma especificação do Comitê Olímpico Internacional, seguida pelo consórcio de empresas responsável pelas obras.

O Museu do Amanhã, localizado na Zona Portuária do Rio de Janeiro, também recebeu conexões Tupy, nas redes de incêndio e instalações de gás. A obra está inclusa no projeto de revitalização de toda a área portuária do Rio de Janeiro. O Aeroporto Tom Jobim é outra construção que recebeu as conexões da indústria na rede de instalação de incêndio e hidráulica.

Devido ao porte e importância das obras, a Tupy informou que um engenheiro de aplicação acompanhou de perto as etapas que envolveram a instalação dos produtos da marca.

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