Rubens: Jovem de Barra Velha é eleita melhor bailarina do Prêmio Desterro, em Florianópolis  - Cultura e Variedades - A Notícia

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Orelhada05/09/2017 | 05h30Atualizada em 05/09/2017 | 05h30

Rubens: Jovem de Barra Velha é eleita melhor bailarina do Prêmio Desterro, em Florianópolis 

Barbara Mel Pereira foi premiada com a coreografia Insight. Confira outros representantes de Joinville e região que se destacaram na oitava edição do festival de dança de Florianópolis

Rubens: Jovem de Barra Velha é eleita melhor bailarina do Prêmio Desterro, em Florianópolis  Claudio Etge/Divulgação
Barbara Mel Pereira, do Grupo de Dança Camila Lorenzetti, de Barra Velha Foto: Claudio Etge / Divulgação

O Norte catarinense se deu bem no Prêmio Desterro – 8° Festival de Dança de Florianópolis, que terminou ontem após cinco dias de disputas e exibições no CIC e no Shopping Iguatemi. 


Além de nove premiações em seis categorias (confira abaixo), a região emplacou a melhor bailarina do festival: Barbara Mel Pereira (foto), do Grupo de Dança Camila Lorenzetti, de Barra Velha, escolhida entre 15 indicadas.

Já o Programa Dançando na Escola, da Escola Municipal Governador Pedro Ivo Campos, de Joinville, e a Associação Parafolclórica Angelina Blahobrazoff, de Balneário Piçarras, foram indicados ao Prêmio Destaque, que escolhe o melhor grupo do evento.

Paulo Roberto Zanchin Junior, do grupo joinvilense Fernando Lima A.Z. Arte, também concorreu a melhor bailarino. Mais de 1,3 mil bailarinos de 105 grupos de dez Estados passaram neste ano pelo Prêmio Desterro, que distribuiu R$ 22 mil entre os vencedores da mostra oficial.

Confira outras colunas de Rubens Herbst.
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Premiação

Balé clássico – solo feminino – júnior
1° lugar: Insight, de Sandra Klaumam. Grupo de Dança Camila Lorenzetti, de Barra Velha (coreografia Barbara Mel Pereira).

Dança contemporânea – solo masculino – adulto
1° lugar: Rastros, de Fernando Lima. Grupo Fernando Lima A.Z. Arte, de Joinville (coreografia por Paulo Roberto Zanchin Junior).

Danças populares – conjunto – júnior
1° lugar: Cavalhada, uma Luta de Mouros e Cristãos, de Elisiane Wiggers. Programa Dançando na Escola, da Escola Municipal Governador Pedro Ivo Campos, de Joinville.
2° lugar: Ceili to the Beat, de Sabrina Carvalho. Stúdio ¿S¿ Escola de Dança, de Joinville
3° lugar: Toca a Zabumba e o Ganzá, é o Coco que Vai Começar!, de Patricia Dalchau e Luan Maikon Sisenando. Fundação Municipal de Cultura de Araquari.

Danças populares – duo – júnior
1° lugar: É Folia!, de Patricia Dalchau. Fundação Municipal de Cultura de Araquari.
2° lugar: Leprechaun, de Sabrina Carvalho. Stúdio ¿S¿ Escola de Dança, de Joinville.

Danças populares – duo – adulto
2° lugar: Tucuxi, o Boto Galanteador, de Jessé Cruz. Grupo Fernando Lima A.Z. Arte, de Joinville.

Danças populares – conjunto – adulto
2° lugar: Dias e Noites de Moscou, de Angelina Blahobrazoff. Associação Parafolclórica Angelina Blahobrazoff, de Balneário Piçarras.

Patrocínio
No sábado, uma boa notícia chegou ao Instituto de Pesquisa pela Arte em Movimento (Impar), de Joinville: o projeto da oficina de vivência em música, inscrito em nome do professor Fábio Cabelo, que estava em primeiro na lista de suplentes na categoria música, passou para o grupo dos aprovados.

A entidade já tinha outras duas propostas aprovadas na primeira etapa do edital, as oficinas de dança e de teatro. Na conta final, são sete turmas do Arte para Todos – atendendo a cerca de cem crianças, adolescentes e adultos com deficiência intelectual ou transtorno mental – patrocinadas pelo Elisabete Anderle.


Onda boa

Exposição Prancha em Cores abre nesta terça-feira, no Shopping Mueller Foto: Divulgação / Divulgação


– A prancha de surfe tem uma curva única e inspiradora, e o valor que ela representa para um surfista é algo quase como o Sol para um dia de verão.
Por essa frase, o dileto leitor já imagina de onde vem a inspiração para o artista Tom Veiga o faz em pranchas de surfe, devidamente exemplificado na foto abaixo. São apenas amostras da exposição Prancha em Cores, que fica até o dia 28 no Shopping Mueller, em Joinville.
Nesta terça-feira, às 19 horas, ele fala ao público sobre esse trabalho, que é totalmente artesanal e utiliza um spray especial, permitindo que as pranchas caiam no mar. Curitibano radicado em Garopaba, Veiga já exportou trabalhos para mais de 30 países e expôs no Brasil, Argentina, França, Espanha, Estados Unidos e Japão.


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