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Festival de Dança de Joinville21/07/2017 | 20h01Atualizada em 21/07/2017 | 20h12

Mostra Contemporânea de Dança terá cinco apresentações em Joinville

Evento paralelo do Festival de Dança tem sua primeira apresentação neste sábado, às 17 horas

Mostra Contemporânea de Dança terá cinco apresentações em Joinville Renato Mangolin/Divulgação
Mostra é a oportunidade de estas companhias estarem diante de um público ¿qualificado¿ Foto: Renato Mangolin / Divulgação

Festival de Dança de Joinville reserva um momento de sua programação para espetáculos completos que possibilitam aprofundamento na discussão crítica e na pesquisa, na Mostra Contemporânea, que tem sua primeira apresentação neste sábado. 

Nesta edição, cinco apresentações foram escolhidas após a organização abrir seletiva especial para obras que tiveram estreia entre 2014 e 2017 – até o ano passado, os grupos eram convidados a partir de indicações da curadoria artística. 

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Além de possibilitar ao público assistir a trabalhos de diferentes gêneros que têm em sua marca o uso de novas linguagens cênicas, é também a oportunidade de estas companhias estarem diante de um público ¿qualificado¿. 

– Quem assiste à Mostra Contemporânea é porque realmente se interessa por dança–- analisa o presidente do Instituto Festival de Dança, Ely Diniz. 

A dificuldade de palco que essas companhias profissionais menores tem é imensa. De dançar para valer, recebendo cachê, com público, a parte técnica que precisa.

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Auto-matismos, da companhia Automatismo (CE)

Auto-matismos, da companhia Automatismo (CE) Foto: Alex Hermes / Divulgação

O trabalho foi contemplado no Edital Ateliê de Composição Coreográfica e Processos Criativos em Dança da Vila das Artes e é inspirado nas reflexões sobre a lógica da coexistência e a construção da performance que se dá no encontro entre ¿com-posições¿, segundo o diretor do grupo, Victor Macdowell.

Sábado, às 17 horas, no palco do Centreventos Cau Hansen. Gratuito.

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Non Stop, da Cia. Híbrida (RJ)

Non Stop, da Cia. Híbrida (RJ) Foto: renato mangolin / Divulgação

Considerado um dos melhores espetáculos de dança de 2015 pelo jornal O Globo, desenvolve-se a partir da discussão corpo versus máquina e da pesquisa sobre a circularidade nas danças urbanas. A obra ressignifica elementos dentro de diversos estilos, tais como o breaking e seus power moves e footworks; o fluxo contínuo dos slides, os braços de waackin¿, entre outros passos. A obra atua como lente de aumento, evidenciando o dançarino urbano, na sua movimentação, força e energia de corpo vigoroso e ¿sem limites¿. 

Sábado, 29 de julho, às 17 horas, no Teatro Juarez Machado. Gratuito.

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Porque somos Mutantes,da Cia. Fragmento de Dança (SP)

Porque somos Mutantes,da Cia. Fragmento de Dança (SP) Foto: Leo Lin / Divulgação

Tem como ponto de partida a obra do escultor e fotógrafo Jason Taylor para pesquisar um corpo impermanente, por onde transitam memórias e sentimentos. Também foram investigados procedimentos utilizados por estátuas vivas a fim de entender o que se passa entre pausa e movimento. O trabalho discute processos inevitáveis de transformação, nos quais se perde o registro do que somos. 

Sexta-feira, 28 de julho, às 17 horas, no Teatro Juarez Machado. Ingressos a R$ 22 no site Ticket Center e na bilheteria do Centreventos Cau Hansen.

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Escuta! Performance Urbana, da Cia. Híbrida (RJ)

Escuta! Performance Urbana, da Cia. Híbrida (RJ) Foto: Dorethee Elfring / Divulgação

A intervenção urbana ocorre no terminal central de Joinville como parte das Estratégias para Desembrutecer o Olhar, e busca responder a perguntas referentes ao impacto da dança. Na primeira, bailarinos misturados às demais pessoas propõem pausas em grupo, passos isolados, juntos, misturados, de modo a gerar um estranhamento e, quem sabe, acordar aquele que passa bem ao lado. Na segunda, com fones no ouvido e desplugados de qualquer aparelho, oferecem a possibilidade de um contato, que se dá pela extremidade do fone.

Sexta-feira, às 18 horas, no terminal central. Gratuito.

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O Crivo, do grupo Ateliê do Gesto (GO) 

O Crivo, do grupo Ateliê do Gesto (GO) Foto: Lu Barcelos / Divulgação

Inspiradas em três contos de Guimarães Rosa, a literatura e a dança dialogam a partir destas histórias e suas imagens: o rio, do conto A Terceira Margem do Rio; em ¿e¿ do título do conto Nada e a Nossa Condição; e, de O Espelho, o próprio objeto é a imagem escolhida.

Quarta-feira, 26 de julho, às 17 horas, no Teatro Juarez Machado. Ingressos a R$ 22 no site Ticket Center e na bilheteria do Centreventos Cau Hansen.

 
 

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