Conheça oito músicas que estão na cinebiografia "Elis" - Cultura e Variedades - A Notícia

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Clássicos da MPB23/11/2016 | 07h03Atualizada em 23/11/2016 | 11h33

Conheça oito músicas que estão na cinebiografia "Elis"

Estrelado por Andréia Horta,  filme estreia nesta quinta-feira 


Elis Regina em cena do especial "Elis Regina Carvalho Costa", dirigido por Daniel Filho para a Globo Foto: Ver Descrição / Ver Descrição

ARRASTÃO
Elis Regina tornou-se nacionalmente conhecida ao conquistar o primeiro lugar no 1º Festival da TV Excelsior com a música composta por Edu Lobo e Vinicius de Moraes. O filme recria o palco do Teatro Astoria, no Rio de Janeiro, do qual Elis, em 6 de abril de 1965, ergueu voo para conquistar o Brasil movendo seus braços como hélices, postura cênica aprendida no Beco das Garrafas com o amigo Lennie Dale. Foi gravada em um compacto.

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CINEMA OLYMPIA
A música composta por Caetano Veloso faz parte do disco Ela (1971). No filme, a gravação dessa faixa pulsante na qual se destaca a guitarra de Toninho Horta representa um momento de reciclagem no repertório de Elis, atendendo a sugestão de Nelson Motta, produtor do álbum, que lhe mostra como inspiração Gal Costa cantando Divino maravilhoso em disco de 1969 — a baiana também já havia gravado Cinema Olympia.

ATRÁS DA PORTA
A canção de Chico Buarque e Francis Hime fala de um relacionamento amoroso que se acaba dolorosamente. Como o de Elis Regina e Ronaldo Bôscoli, que rompiam o casamento naquele ano de 1972, quando a cantora gravou a música no disco Elis. No estúdio e na vida, seu novo companheiro passava a ser o pianista César Camargo Mariano, responsável pelos arranjos e por uma nova guinada na carreira da artista.

CABARÉ
A música gravada por Elis no disco homônimo de 1973 é de autoria de João Bosco e Aldir Blanc. No filme, a cantora a interpreta sob vaias no festival Phono 73, realizado em maio daquele ano, em São Paulo, com artistas da gravadora Phonogram (Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Jorge Ben, Raul Seixas e Os Mutantes, entre outros). Os protestos de parte da plateia se deviam ao fato de Elis ter se apresentado em 1972 — sob coação, destaca o roteiro — nas Olimpíadas do Exército.

COMO NOSSO PAIS / VELHA ROUPA COLORIDA / FASCINAÇÃO
Três canções do disco Falso brilhante (1976), também nome do antológico espetáculo que Elis apresentou entre 1975 e 1977. As duas primeiras são de Belchior — foram gravadas pelo compositor no clássico LP Alucinação (1976). Como nossos pais abre o filme, e Velha roupa colorida acompanha os créditos finais. A valsa Fascinação, que surge na trama num momento de volta por cima de Elis, é uma adaptação de Armando Louzada para uma música italiana do começo do século 20.


O BÊBADO E A EQUILIBRISTA
Um dos maiores sucessos na voz de Elis, a faixa de João Bosco e Aldir Blanc fala de um Brasil "Que sonha com a volta/ Do irmão do Henfil/ Com tanta gente que partiu/ Num rabo de foguete". O sociólogo Betinho, então exilado, é o irmão do Henfil citado. O longa mostra que a gravação da música por Elis, no disco Essa mulher (1979), marcou a reaproximação dela com Henfil, que havia criticado a cantora — inclusive com charge no Pasquim — por conta da apresentação dela para o Exército em 1972.

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