Escola do Teatro Bolshoi forma a décima turma em Joinville - Anexo - Cultura e Variedades - A Notícia

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Arte14/12/2017 | 19h07Atualizada em 14/12/2017 | 19h07

Escola do Teatro Bolshoi forma a décima turma em Joinville

Para marcar a ocasião, estão programados eventos para os dias 15, 16 e 17

Escola do Teatro Bolshoi forma a décima turma em Joinville Salmo Duarte/A Notícia
Foto: Salmo Duarte / A Notícia

Um marco no ensino da dança no Brasil. É assim que podem ser considerados os eventos que serão realizado nos dias 15, 16 e 17 deste, quando ocorre a 10ª Formatura da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil. Neste ano, 32 bailarinos se formam e recebem o certificado de profissionais da dança.

Para celebrar este momento, serão apresentadas duas noites de espetáculos, nos dias 15 e 16, às 20h, e no dia 17, às 10h30, a haverá a colação de grau. Os eventos ocorrem no Teatro Juarez Machado, em Joinville, e são exclusivos para convidados dos formandos.

Os formandos, para conquistar seus sonhos, dedicaram anos à arte e à dança, venceram barreiras e assumiram grandes responsabilidades ao se tornarem alunos do Bolshoi Brasil. Agora, uma nova fase se inicia e os desafios são outros, porém o diploma e os ensinamentos adquiridos na Escola Bolshoi certificam estes profissionais a lutarem por grandes conquistas. O espetáculo de gala da formatura consolida esta etapa.

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Além de variações de balés clássicos e contemporâneos, que fazem parte do repertório da Escola Bolshoi, uma nova coreografia foi criada e terá sua estreia na formatura, com os alunos de contemporâneo. O balé "... Que Saudades, Elis", do professor Amarildo Cassiano, da Escola Bolshoi, com cocriação dos intérpretes e formandos contemporâneos de 2017, é uma homenagem à cantora Elis Regina. Para o desenvolvimento da coreografia, a ideia foi centrar a pesquisa em como os conceitos criados pela artista poderiam se desenvolver nas interações entre os corpos, na ação da força, na energia. E o resultado se deu por um ano inteiro de muita pesquisa.

O desenvolvimento deste trabalho teve como aspecto importante o de não apenas criar uma coreografia, mas sim o de instrumentalizar o elenco de modo que a técnica de improvisação e composição pudesse ser posse de cada artista. Para o formando Marcos Vinicius, os compassos do balé têm um pouco da personalidade de cada aluno da turma.

— Elis foi uma fonte inspiradora, do início ao fim. E foi muito gratificante ver o resultado deste trabalho criado com tanta sensibilidade por nossa turma. Pesquisar Elis Regina nos trouxe o amor, a atração, a harmonia, a relação, a interação, enfim, conceitos relacionados ao movimento que ela transbordava — completa Marcos.


 

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