Orelhada: Tem índio na Feira do Livro de Joinville - Anexo - Cultura e Variedades - A Notícia

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Cultura10/05/2017 | 05h00Atualizada em 11/05/2017 | 18h41

Orelhada: Tem índio na Feira do Livro de Joinville

Cristino Wapichana desenvolve uma série de projetos sociais e artísticos envolvendo os indígenas

Orelhada: Tem índio na Feira do Livro de Joinville Divulgação/Divulgação
Foto: Divulgação / Divulgação

O Brasil voltou a falar sobre a situação dos índios nos últimos dias, quando estouraram conflitos, denúncias, a exoneração do presidente da Funai e o reencontro de Sting com o cacique Raoni. Para os visitantes da Feira do Livro de Joinville, vem a calhar, portanto, a presença do escritor, contador de histórias, músico e cineasta Cristino Wapichana (foto). Com uma série de projetos sociais e artísticos envolvendo os povos indígenas – que o levaram a palestrar inclusive no exterior e a ser indicado ao Prêmio da Ordem do Mérito Cultural –, o influente roraimense virá para falar sobre o tema "O que vocês conhecem do indígena brasileiro?", nos dias 8 e 9 de junho.

Violão na estrada

Foto: Divulgação / Divulgação

Os violonistas do Quarteto Sambaqui, de Joinville, pegarão a estrada nesta semana para uma turnê por dez cidades do Estado. Com patrocínio do Simdec, o giro liga o popular ao erudito por meio de composições de autores catarinenses do século 19 e de nomes consagrados como Villa-Lobos, Pixinguinha e Ernesto Nazareth. A primeira parada é em Jaraguá do Sul, no CEU Mestre Manequinha, na sexta, às 20 horas. Na região, o grupo ainda se apresenta em São Chico (sábado, 19 horas, no Cine Teatro 10 de Novembro), em Balneário Piçarras (praça de Todas as Idades, dia 21, às 16h30) e em Itapoá (Casa da Cultura, dia 4, às 10 horas).

Confira outras notas do colunista Rubens Herbst.
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Lembrete aos passantes

Foto: aldo brasil / Arquivo Pessoal

Um poeta do dia a dia, do trânsito, dos espaços em branco anda espalhando "boas vibrações" em forma de haicais pelo Centro de Joinville. Uma das mensagens é essa da foto, deixada na praça da Biblioteca Pública, sob medida para estes tempos bicudos em que se declara guerra por qualquer bobagem. Gotas de poesia para almas menos apressadas.

Relação

Bailarinos, grupos e coreógrafos, anotem aí o dia 15 de maio na agenda, porque nessa data sai a lista dos selecionados para as mostras Competitiva e Meia-ponta do Festival de Dança de Joinville. O resultado será publicado nas redes sociais do Instituto Festival de Dança e também no site www.ifdj.com.br. A 35ª edição do evento está marcada para 18 a 29 de julho.

Show

Vale lembrar que o guitarrista blumenauense Mazin Silva faz a parada final da turnê pelo Estado no Sesc de Joinville, hoje, às 20 horas. Ao lado do baterista Jimmy Allan da Silva e do baixista Caio Fernando Fava Ferrarezi, ele apresenta o show Mazin por Inteiro, uma viagem instrumental voltada à música brasileira que repassa os principais momentos de seus 20 anos de carreira. A entrada é gratuita.

Frase

Foto: Divulgação / Ver Descrição

"Acho que Machado é um dos grandes nomes do século 19. Não acredito que se compare nem a (Charles) Dickens, (Honoré de) Balzac, Eça de Queiroz ou ao nosso (Benito Pérez) Galdós. São grandes escritores, mas estão abaixo nos quesitos riqueza, crítica e análise da sociedade e versatilidade. Não chegam aos pés."

Antonio Mura, escritor e crítico espanhol, durante conferência no Cairo sobre a obra do genial autor brasileiro. Para ele, Machado de Assis (foto) não foi devidamente valorizado pela crítica e merece o reconhecimento como um dos melhores escritores do século 19.

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